Lucas Paquetá: “Ficamos muito felizes com a volta do Neymar”

Fonte: Agência Brasil Meio-campo não descartou hipótese de substituição de Raphinha O meio-campo Lucas Paquetá, autor de uma assistência na vitória do Brasil sobre o Haiti por 3 a 0, na última sexta-feira (19), concedeu entrevista coletiva neste domingo (21) e, dentre outros assuntos, abordou o retorno de Neymar aos treinos com o restante do grupo. “Estamos todos muito felizes com a volta dele, é um cara muito importante para a história da seleção. Esperamos que ele possa estar em campo para nos ajudar o quanto antes”, revelou Paquetá. O camisa 10 participou pela primeira vez de uma atividade em grupo, já que antes vinha trabalhando em separado do grupo. O treino deste domingo teve apenas três titulares do último jogo presentes – Paquetá, Alisson e Vini Jr. Uma ausência importante foi o atacante Raphinha, que saiu da partida contra o Haiti ainda no primeiro tempo e teve uma lesão no músculo posterior da coxa direita constatada. Perguntado sobre a possibilidade de ocupar a faixa do campo e realizar a função destinada a Raphinha, Paquetá se limitou a dizer que, se preciso, fará isso. “Eu sempre me coloco à disposição para ajudar e fazer o melhor, mas essa é uma dúvida para o professor (Ancelotti). É ele quem decide. Mas com certeza todo mundo está preparado para entrar e fazer o seu melhor”, disse Paquetá, que não disse se foi passado algum prazo para o retorno do atacante. ⚽ Fique por dentro das partidas e resultados. Veja a tabela de pontos por grupos A respeito das comparações com outras seleções que estrearam com resultados melhores do que o Brasil (empate em 1 a 1 com o Marrocos), Paquetá garantiu que o grupo vem crescendo de produção. “A gente sabe que as expectativas foram um pouco quebradas no primeiro jogo. Trabalhamos e melhoramos. Temos que focar no que a gente pode fazer. Somos a seleção brasileira e trabalhamos para conquistar o objetivo de vencer mais uma Copa. Se no final o objetivo for alcançado, nenhuma comparação vai importar”, opinou.
Último dia para garantir preço promocional de lançamento na Expo Formiga 2026

Fonte: oesteinfoco A Expo Formiga 2026 está cada vez mais perto, e esta terça-feira, 23 de junho, marca o último dia para adquirir os passaportes promocionais antes da virada de lote. Os ingressos estão disponíveis exclusivamente pela plataforma oficial Guichê Web, que oferece comodidade e segurança aos consumidores. A edição deste ano promete uma programação imperdível, com shows de grandes nomes da música sertaneja nacional, entre eles Maiara & Maraisa, Ana Castela e Gustavo Mioto. Para ficar por dentro de todas as novidades e atualizações da grade de atrações, é recomendável acompanhar o perfil oficial da Expo Formiga no Instagram. Garantir o passaporte antes da mudança de preços é uma oportunidade para aproveitar o evento com o melhor custo-benefício, evitando o reajuste que será aplicado a partir de quarta-feira, 24 de junho. Fique atento e não perca essa chance de curtir a Expo Formiga 2026!
Semana Mundial da Alergia alerta para prevenção e diagnóstico

Fonte: Agência Brasil Ao menos 30% da população mundial têm algum tipo de alergia Dados da Organização Mundial de Alergia (WAO, do nome em inglês) apontam que 30% da população mundial têm algum tipo de alergia. No Brasil, isso se repete. Os brasileiros alérgicos constituem “uma multidão, um país dentro de outro”, disse à Agência Brasil a presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Fátima Rodrigues Fernandes. “São vários tipos de doença ocasionadas por uma alteração do nosso sistema imunológico, que responde de uma maneira mais exacerbada a estímulos, causando as inflamações.”, afirmou. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, até 2050, metade da população global poderá ter alergias, devido às mudanças climáticas, que permitem maior penetração de alérgicos no organismo das pessoas. A rinite alérgica atinge cerca de 30% da população do Brasil. Cerca de 26% das crianças brasileiras têm rinite. Em adolescentes, esse percentual alcança 30%, de acordo com dados do Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância (ISSAC), aplicados em vários estados do país. A asma alérgica é outra condição prevalente no Brasil, atingindo cerca de 20% da população. No mundo, a asma afeta cerca de 260 milhões de indivíduos e responde por mais de 450 mil mortes a cada ano. Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito, tosse, sensação de cansaço e dor no peito, frequentemente após esforço físico ou até mesmo ao falar e rir. Outra doença com impacto significativo na qualidade de vida é a dermatite atópica, doença crônica da pele, não contagiosa, que afeta pessoas de todas as idades. Esse tipo atinge especialmente as crianças – cerca de 20% – sendo que 5% delas apresentam a forma mais grave da doença. Em torno de 60% dos casos são iniciados no primeiro ano de vida. Entre os adultos, a estimativa é que 3% tenham dermatite atópica. A coceira intensa e as lesões de pele levam o paciente a quadros de ansiedade e, por vezes, até à depressão, de acordo com a Asbai. Campanha A Semana Mundial da Alergia, que ocorrerá de 21 a 27 deste mês, organizada pela WAO e, no Brasil, pela AsbaiI, com o objetivo de prevenir, diagnosticar e tratar as doenças alérgicas, que aumentam a cada ano, visando seu controle. O tema da campanha é Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencial, alertando para a saúde de toda a família. Fátima deu o exemplo da rinite, uma das alergias mais frequentes, cujos sintomas se caracterizam por coceira constante no nariz ou nos olhos, espirros seguidos, coriza e obstrução nasal, mesmo sem resfriado. “A pessoa dorme com a boca aberta, tem perturbação no sono, mas não liga. Ela acostumou e pensa que aquilo é o normal dela. Mas não é”, diz a presidente da associação. A pessoa pode ter uma qualidade de vida melhor se ela se cuidar.” Como a campanha coincide no Hemisfério Sul com o início do inverno, a entidade aproveita para alertar sobre os sintomas das doenças alérgicas e incentivar os pacientes a procurarem um médico especialista, que pode ser um alergista ou imunologista, para controlar esses sintomas. A especialista afirmou que, na maioria das vezes, a alergia é genética e, portanto, não tem cura, mas tem controle. “Se controlada, o indivíduo pode ficar totalmente sem sintomas”. Para isso, entretanto, é preciso, em primeiro lugar, definir qual é o tipo de alergia, qual é o alérgeno que desencadeia aquele problema e instituir o tratamento adequado. Além de entrevistas com especialistas que podem ser acessadas no site da Asbai e em suas redes sociais, a campanha contará com eventos junto ao público em diversas regionais da entidade pelo país, mostrando como são os exames para diagnosticar alergia e tirar dúvidas da população. Testes Como orientação geral, a médica ressaltou a necessidade de a pessoa reconhecer seus sintomas. Ela mencionou, por exemplo, a asma, muito problemática nessa época do ano, em especial. “Os prontos-socorros ficam cheios de crianças, adolescentes e idosos com problemas pulmonares e respiratórios. A asma é uma doença que pode ser bem mais grave, colocando, inclusive, em risco a vida do paciente”. No inverno, as pessoas que têm problemas respiratórios devem procurar ajuda médica, de preferência com especialista, que é preparado para esse tipo de diagnóstico e de cuidado, recomendou Fátima. O diagnóstico pode ser feito por meio de testes alérgicos feitos na pele do indivíduo, ou por coleta de sangue do paciente. A presidente da associação afirma que seja qual for o teste, ele ajuda a diagnosticar a causa da alergia e previne novos sintomas que forem aparecendo, preparando a pessoa para lidar melhor com a doença e ter uma vida mais saudável. “O importante é diagnosticar, cuidar e permitir que o indivíduo tenha uma vida normal e não, simplesmente, isolada”. Além das alergias respiratórias, a médica citou as alergias alimentares, que podem resultar também em quadros graves; as dermatites, que podem adquirir um aspecto muito grave que limita a vida da pessoa; as urticárias, bastante incômodas, que prejudicam bastante a vida do paciente. A campanha objetiva ainda dar atenção às pessoas que cuidam dos alérgicos. Como a alergia é hereditária, muitas vezes as famílias cuidam de uma criança alérgica e esquecem, muitas vezes, que o pai tem uma rinite e a mãe pode ter uma asma e negligenciam o cuidado dos adultos. Fátima também aconselhou que todos da família façam tratamento. “A gente costuma dizer que, quando se fala de alergia, o tratamento não é só do paciente; é de toda a família. A alergia à poeira, a ácaros em casa acende o alerta, porque todos vão estar influenciados por esse tipo de exposição. Nesses casos, deve-se cuidar da casa e da família como um todo, “até para melhorar a qualidade geral de vida”. Orientações Visando garantir uma vida com mais qualidade, a ASBAI sugeriu algumas orientações: