Carro compacto da Renault faz mais de 14 km/l na cidade e ainda briga entre os 0 km mais baratos

Hatch de entrada da Renault combina consumo urbano baixo, preço competitivo e proposta simples para uso diário. Renault Kwid entra na lista de quem procura carro compacto 0 km com consumo urbano acima de 14 km/l na gasolina. O hatch de entrada da marca aposta em preço competitivo, motor 1.0 e pacote simples para disputar espaço entre os populares. Por que o Renault Kwid aparece entre os 0 km mais baratos? O Renault Kwid aparece entre os 0 km mais baratos porque ocupa a base da linha de automóveis da marca no Brasil. A proposta é entregar transporte urbano novo, com dimensões compactas e custo inicial menor que o de modelos mais equipados. Na página oficial do Renault Kwid, a versão Zen aparece com preço público sugerido a partir de R$ 82.790. O valor pode variar conforme região, versão, frete, pintura e condições da concessionária. Carro compacto da Renault faz mais de 14 km/l na cidade e ainda briga entre os 0 km mais baratos Como o consumo urbano acima de 14 km/l pesa na escolha? O consumo urbano acima de 14 km/l pesa porque o Kwid mira justamente quem roda bastante dentro da cidade. Segundo a Renault, o modelo faz 14,6 km/l na cidade com gasolina, número que ajuda em trajetos repetidos de trabalho, estudo e serviços. Com etanol, o dado urbano informado é de 10,4 km/l. A diferença mostra que a economia final depende do combustível usado, do preço no posto, do trânsito, da calibragem dos pneus e do estilo de condução. O apelo do consumo fica mais claro em situações comuns: Trajetos curtos favorecem um carro leve, pequeno e fácil de estacionar. Uso diário torna cada diferença de consumo mais perceptível no mês. Motor 1.0 atende melhor quem prioriza economia sobre desempenho. Peso reduzido ajuda em manobras, ladeiras urbanas e trânsito pesado. Quais pontos colocam o Kwid na disputa dos compactos populares? O Kwid entra na disputa dos compactos populares por reunir preço de entrada, consumo baixo e dimensões adequadas para cidade. O modelo não tenta ser luxuoso, mas prático para quem quer sair do usado ou comprar o primeiro 0 km. Dentro do segmento de hatchback, ele compete pela lógica do custo total. Além do preço de compra, o motorista olha gasto com combustível, seguro, manutenção, pneus e facilidade de revenda. A comparação fica mais objetiva quando os fatores são separados: Fator de compra O que o Kwid entrega E feito para o motorista Preço de entrada A versão Zen fica na base da linha Renault. Acesso ao 0 km O modelo mira quem busca carro novo sem subir de categoria. Pode facilitar financiamento e troca do usado Consumo urbano A marca informa 14,6 km/l na cidade com gasolina. Gasto menor no dia a dia A economia aparece mais para quem roda todos os dias. O resultado real varia conforme uso e combustível Porte compacto O carro é curto, alto e voltado para manobras urbanas. Praticidade Fica mais simples estacionar e circular em ruas apertadas. Espaço e acabamento exigem comparação presencial Para quem esse hatch de entrada faz mais sentido? Esse hatch faz mais sentido para quem usa o carro principalmente na cidade, roda sozinho ou com pouca carga e busca economia antes de sofisticação. É um perfil comum entre motoristas de primeiro carro e famílias que precisam de segundo veículo. Também pode agradar quem quer previsibilidade de manutenção em um carro novo. Ainda assim, quem viaja com frequência, leva muita bagagem ou precisa de mais espaço deve comparar o Kwid com compactos maiores. Qual cuidado tomar antes de fechar a compra? O cuidado principal é não olhar apenas o preço anunciado. Frete, documentação, seguro, acessórios, taxa de financiamento e disponibilidade da versão podem mudar bastante o valor final. Também vale fazer teste de direção e simular o uso real. O Kwid se destaca pelo consumo urbano e pelo preço competitivo, mas a melhor escolha depende do conforto esperado, do orçamento mensal e do tipo de trajeto que o motorista enfrenta. Fonte: O Antagonista
Produtor rural de Córrego Fundo é contemplado com programa de incentivo à sucessão no campo

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo Um produtor rural da comunidade de Falhas, em Córrego Fundo, foi o escolhido no município para participar do programa Jovem Futuro no Campo, desenvolvido pela EMATER. A iniciativa oferece capacitação, insumos e assistência técnica gratuita a filhos de agricultores que desejam iniciar uma atividade produtiva no meio rural e dar continuidade ao trabalho da família. O contemplado foi Fábio Gabriel, filho do produtor Samuel, que optou pela avicultura de postura – criação de galinhas para produção de ovos – como atividade a ser desenvolvida. Em junho, a equipe responsável buscou em São João del-Rei os insumos e as pintainhas que vão dar início ao projeto. Além do material necessário para começar a produção, o jovem produtor participará de diversas capacitações ao longo do processo e contará com acompanhamento técnico especializado, tudo sem custos. Segundo o técnico da EMATER no município, Marcos Roberto de Souza, ele foi o único da região selecionado nesta etapa. A supervisora do departamento de agricultura, Bruna Eliza, destaca a importância de ações como essa para fortalecer a sucessão familiar no campo. “Apoiar os jovens que querem empreender na propriedade rural é essencial para mostrar que o campo também oferece oportunidades de renda e desenvolvimento. É um investimento no futuro da nossa agricultura”, afirma. Com o suporte recebido, o produtor dá os primeiros passos para transformar a propriedade em uma fonte de renda sustentável, mantendo viva a tradição familiar e contribuindo para a economia local.
Maioria dos estados segue em alerta para SRAG, aponta InfoGripe

Fonte: Agência Brasil61 Fiocruz indica incidência elevada da síndrome respiratória em quase todo o país, com predominância do vírus sincicial respiratório entre os casos A maioria dos estados brasileiros continua com incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta, risco ou alto risco, segundo o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz. A análise, referente à Semana Epidemiológica 25 (15 a 21 de junho), mostra que, embora o cenário nacional apresente tendência de estabilização dos casos, a circulação de vírus respiratórios ainda mantém elevada a pressão sobre os serviços de saúde. Apenas Piauí, Rondônia, Pernambuco e Tocantins não registram níveis de alerta nas últimas duas semanas. Já os estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Roraima seguem com tendência de crescimento dos casos de SRAG nas últimas seis semanas. De acordo com a Fiocruz, o principal responsável pelo elevado número de hospitalizações continua sendo o vírus sincicial respiratório (VSR), especialmente entre crianças pequenas. Em parte do Centro-Sul do país, os vírus influenza A e influenza B também contribuem para o aumento dos casos graves. Já a Covid-19 apresenta crescimento localizado em estados como Amazonas e Ceará, mas ainda com baixa incidência nacional. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o VSR respondeu por 55,2% dos casos positivos de SRAG, seguido pelo rinovírus (23,1%), influenza A (14,5%), influenza B (8,1%) e Sars-CoV-2 (2,1%). Entre os óbitos por SRAG com identificação viral, a influenza A foi o agente mais frequente, representando 36,7% dos casos, seguida pelo VSR (22,3%), rinovírus (20,9%), influenza B (13,1%) e Covid-19 (8,3%). O boletim também mostra que a incidência da SRAG permanece mais elevada entre crianças pequenas, principalmente devido ao VSR, enquanto a mortalidade é maior entre idosos, com predominância da influenza A. A Fiocruz reforça a importância da vacinação contra influenza e Covid-19, além da adoção de medidas preventivas, como o uso de máscaras em locais fechados e unidades de saúde e o isolamento em caso de sintomas respiratórios.
Bronzeado sem sol: peptídeo ilegal ganha espaço nas redes sociais

Melanotan II é vendido ilegalmente pela internet, promete escurecer a pele sem sol e pode provocar efeitos adversos graves Uma droga injetável conhecida como melanotan II está ganhando espaço entre o público do TikTok. Vendida ilegalmente pela internet, a substância promete acelerar o bronzeamento da pele, mas não é aprovada para uso estético e preocupa especialistas por causa dos riscos à saúde. O melanotan II é um peptídeo sintético criado para imitar a ação do hormônio alfa-MSH, responsável por estimular os melanócitos, células que produzem melanina. Com mais melanina, a pele escurece, embora muitas pessoas também se exponham ao sol para intensificar o efeito. Além de não ter aprovação como bronzeador, o produto costuma ser comercializado sem controle de qualidade, o que significa que sua composição e concentração podem variar. O que é e como age o Melanotan II Complicação grave causada pela droga Os riscos do melanotan II também aparecem na literatura científica. Um estudo publicado em 2021 na revista Sexual Medicine relatou o caso de um homem de 55 anos que desenvolveu priapismo isquêmico, uma ereção dolorosa e prolongada, após aplicar a substância. Segundo os autores Chase W. Mallory, Diana M. Lopategui e Billy H. Cordon, o paciente utilizava o produto havia mais de seis anos para bronzear a pele antes do verão. O quadro persistiu por cerca de 30 horas, exigiu cirurgia e foi seguido por piora da função erétil. Os pesquisadores destacam que o melanotan II é vendido ilegalmente pela internet e que não há garantia sobre a pureza e a dosagem dos produtos disponíveis no mercado. Agências reguladoras internacionais alertam que o melanotan II não passou pela avaliação necessária para comprovar segurança e eficácia como bronzeador. Por isso, a recomendação é evitar o uso da substância e procurar atendimento médico caso surjam alterações em pintas, manchas ou outros sintomas após a aplicação. Fonte: Metrópoles
Hulk alfineta Atlético ao comparar elenco com o Fluminense: ‘A gente divide a responsabilidade’

Ídolo do Galo, Hulk afirmou que carregava grande pressão no Atlético e disse encontrar um cenário diferente no Fluminense Ídolo do Atlético, o atacante Hulk fez sua estreia com a camisa do Fluminense na noite dessa quarta-feira (8/7), na vitória por 6 a 1 contra o Nova Iguaçu em um amistoso disputado no Maracanã. Após o jogo, o camisa sete polemizou ao comparar os elencos dos dois clubes e afirmou que, no Tricolor, encontra um grupo mais qualificado e que a responsabilidade é dividida entre vários jogadores, diferente do que, segundo ele, acontecia no clube alvinegro. “O que eu vejo aqui é que, diferente do Atlético, onde eu tinha uma responsabilidade muito grande de jogar todos os jogos, ter que decidir, era uma pressão muito grande. No Fluminense tem muitos jogadores de qualidade, que estão acostumados a ganhar e com experiência de idade, conquista e de jogar. Aqui a gente divide a responsabilidade e facilita muito para estar mais leve nos jogos”, disse Hulk. Esse foi o primeiro contato de Hulk com a torcida do Fluminense. O atacante atuou por 64 minutos na vitória por 6 a 1, mas não participou diretamente de nenhum dos gols da equipe carioca. Ele foi substituído por John Kennedy. A declaração do atacante chama atenção por fazer uma comparação direta entre os dois elencos. Nos últimos anos, Hulk sempre foi apontado como o principal jogador do Atlético e referência técnica em campo. Mas, nas últimas duas temporadas, seu desempenho caiu, o que vinha chamando a atenção do torcedor atleticano. Entre agosto e outubro de 2025, Hulk chegou a atingir a marca de 15 partidas sem marcar pelo clube, o que foi seu maior período em branco com a camisa do Atlético. No dia 28 de outubro, ele encerrou o jejum ao marcar um na vitória por 3 a 1 contra o Independiente Del Valle, do Equador, na semifinal da Copa Sul-Americana. Já em 2026, os números do atacante também foram baixos – foram 22 jogos e apenas cinco gols pelo Galo. O atacante deixou o clube vivendo um jejum de 14 jogos, seu segundo pior com a camisa do clube. A última vez que Hulk balançou as redes pelo Atlético foi em 14 de fevereiro, contra o Itabirito, pela última rodada da fase de grupos do Campeonato Mineiro. O camisa 7 marcou três gols na vitória por 7 a 2 do Galo contra a equipe do interior do estado. Aquele foi o primeiro hat-trick do atacante pelo clube. Hulk foi contratado pelo Atlético em janeiro de 2021, após várias temporadas atuando no exterior (Portugal, Japão e China). E rapidamente colocou seu nome na história do Galo, sendo o principal nome da equipe na temporada mágica daquele ano, quando o clube conquistou os títulos do Mineiro, Copa do Brasil e Brasileirão. O camisa 7 deixou o Atlético no início de maio, após rescindir o contrato em comum acordo com o clube. Poucos dias depois, foi anunciado pelo Fluminense, onde assinou contrato até o fim de 2027. No total, Hulk vestiu o manto alvinegro em 311 partidas, tendo marcado 140 gols e ainda colaborado com 54 assistências. Fonte: O Tempo
Perder fôlego ao subir escada pode ser sinal de insuficiência cardíaca

Fonte: Agência Brasil Dia nacional de alerta contra a doença é lembrado nesta quinta-feira Perder o fôlego ao subir uma escada pode não ser apenas falta de condicionamento físico. Nesta quinta-feira (09), a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) chama atenção para o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca, doença que já afeta cerca de 1,7 milhão de brasileiros. Os principais sintomas são comuns: dificuldade respiratória durante esforço, fadiga muscular e retenção de líquidos. Por isso, podem ser confundidos com os efeitos do sedentarismo ou do envelhecimento. Mas de acordo com o cardiologista Marcus Simões, membro da SBC, é importantíssimo consultar um especialista. “Durante o esforço físico, o coração é mais requisitado. Quando você força a musculatura, ela tem que receber mais sangue, e aí o coração tem que bombear mais sangue. Então, é na hora do esforço que o coração usualmente demonstra que não está bem” A condição é mais frequente em idosos e mulheres. Simões, que coordena a diretriz brasileira de insuficiência cardíaca da entidade, acrescenta que a condição se desenvolve a partir de alguma outra doença cardíaca, como sequela de um infarto, por exemplo. “Também pode se manifestar quando uma válvula do coração está doente, ou por doenças crônico-degenerativas, como diabetes e a hipertensão, que vão lesando lentamente o músculo do coração. Temos também algumas doenças regionais, como a doença de Chagas”, complementa o médico. Em decorrência, “o coração não consegue fazer o trabalho adequado de receber o sangue e bombeá-lo, para levar o sangue para diferentes tecidos do corpo”. Neste momento é que começam os sintomas, explica o médico. Portanto, a insuficiência pode ser a primeira manifestação de diversas doenças graves. “O paciente pode ter múltiplas internações hospitalares, porque ele descompensa e tem um risco de mortalidade de 30% a 50% ao longo de 5 anos”, alerta Marcus Simões. O diagnóstico é feito principalmente a partir do exame clínico do médico, confirmado por exames simples. “Para obter uma diferenciação e fechar o diagnóstico, a gente pode lançar mão do raio-x de tórax, ecocardiograma, ultrasson do coração e exames de sangue, com biomarcadores.” Além disso, a insuficiência cardíaca pode ser controlada com remédios.Os principais medicamentos são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde. No entanto, quando os pacientes não seguem o tratamento, podem desenvolver um quadro agudo, que geralmente exige internação. De acordo com a SBC, cerca de 1/4 dos casos de descompensação ocorrem pela interrupção do tratamento. A piora do quadro também pode ser causada por infecções, arritmias, hipertensão, infarto e miocardite. Outra medida essencial para o controle da doença é a reabilitação física: “Tanto o coração quanto a musculatura esquelética precisam de atividade física. A ideia é aliviar os sintomas, tratar a insuficiência cardíaca, tratar a doença de base que levou à insuficiência, para permitir que o paciente faça exercícios graduados e progressivos, para reassumir sua qualidade de vida.” Essas orientações devem constar na nova diretriz brasileira para o tratamento da insuficiência cardíaca, que será lançada em outubro. O documento vai reunir as evidências científicas mais atuais para orientar a prática clínica dos médicos do país e será apresentado durante o 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, no Rio de Janeiro.
No 9º Festival Gastronômico de Córrego Fundo

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo Córrego Fundo vai viver uma noite histórica no dia 7 de agosto! Durante o 9º Festival Gastronômico de Córrego Fundo, a turnê IRA! Acústico 20 Anos promete emocionar o público ao reviver um dos álbuns mais icônicos do rock brasileiro. A banda apresentará os sucessos que marcaram gerações, proporcionando uma experiência única e memorável para os fãs. O evento acontece no Parque de Exposições e terá entrada gratuita, convidando toda a comunidade a participar dessa celebração cultural e musical. Prepare a voz e o coração, pois esta noite certamente ficará marcada na história de Córrego Fundo. Não perca essa oportunidade de prestigiar uma das maiores bandas do rock nacional em um ambiente festivo e gastronômico. Reserve a data: 7 de agosto!
SUS POR DENTRO | SAÚDE MENTAL – EPISÓDIO 03

Fonte: Prefeitura de Formiga Hoje você vai conhecer um pouco mais sobre o serviço de enfermagem da Saúde Mental de Formiga. Neste episódio, mostramos como funciona o atendimento realizado pela equipe de enfermagem, tanto internamente quanto externamente, garantindo acolhimento, cuidado e acompanhamento contínuo aos usuários. Assista ao vídeo completo e conheça mais um importante serviço da rede municipal de Saúde Mental. Conhecer para valorizar. Entender para fortalecer.
Minas Gerais tem sete vencedores da Quina 7060; confira cidades

O prêmio principal sorteado foi de R$ 8,5 milhões. No total, sete mineiros foram contemplados em todas as faixas; veja se você foi um deles O sorteio 7060 da Quina premiou ontem (quarta-feira, 8/7) sete mineiros sortudos, somando-se todas as faixas de premiação. O prêmio principal que estava avaliado em R$ 8,5 milhões acabou não saindo, já que nenhum apostador acertou as cinco dezenas sorteadas. Dessa maneira, o próximo sorteio, que será realizado nesta quarta-feira (8/7), terá o prêmio acumulado de R$ 10 milhões. Apesar de o prêmio principal não ter saído, tivemos sete mineiros ganhadores com 4 acertos nas seguintes cidades (veja abaixo). Cada um levou a partir de R$ 8.737,59. Veja as cidades dos vencedores da Quina 7060 Veja o resultado do Quina 7060 02 – 19 – 27 – 38 – 69 Veja como apostar na Quina Assim como Mega-Sena, Lotofácil e outros jogos promovidos pela Caixa Econômica Federal, as apostas para Quina podem ser feitas até às 20h do dia do sorteio em casas lotéricas, Internet Banking da Caixa, aplicativo ou pelo site Loterias Online. Quantos números preciso acertar para ganhar na Quina? O apostador que acertar 2, 3, 4 ou 5 números pode ganhar na Quina. Quanto custa jogar na Quina? O valor mínimo para apostar na Quina é R$ 2. Quem apostar, pode escolher cinco de 80 dezenas. Quanto mais dezenas escolher, mais cara fica a aposta, podendo chegar até R$ 6 mil. Esse valor é cobrado quanto o jogador escolher 15 números em um mesmo jogo. O que é a surpresinha da Quina? Com a Surpresinha, você deixa a sorte te escolher! Ao invés de marcar os números manualmente, o sistema da Quina gera aleatoriamente os 15 números da sua aposta. É a opção ideal para quem não tem números da sorte ou prefere deixar a decisão nas mãos do acaso. A Surpresinha é rápida, fácil e pode ser escolhida tanto em lotéricas quanto pelo aplicativo ou site das Loterias Caixa. Experimente essa modalidade e veja se a sorte está do seu lado! O que é a teimosinha da Quina? A Teimosinha é a sua aposta favorita por mais concursos! Com ela, você escolhe seus números da sorte e concorre com a mesma combinação por vários sorteios seguidos. É ideal para quem acredita em sequências específicas e não quer perder nenhuma chance de ganhar. Basta marcar seus números e escolher por quantos concursos deseja concorrer com a mesma aposta. É prático, rápido e aumenta suas chances de levar a bolada! Fonte: O Tempo
Copa do Mundo retorna com o duelo entre França e Marrocos

Fonte: Agência Brasil Quartas-de-final começam nesta quinta-feira Depois de uma breve pausa na quarta-feira (8), a Copa do Mundo 2026 retorna nesta quinta-feira (9), com o início das quartas de final. No único jogo do dia, a França enfrenta o Marrocos, às 17h (18h, hora de Brasília), em Boston. Com o futebol mais vistoso e convincente da Copa até agora, a França aposta nos seus jogadores de frente para passar às semifinais. Olise tem sido um dos destaques desse time, além, é claro, de Mbappé. O camisa 10 tem mostrado a cada jogo porque desponta como o principal jogador desta Copa. Do outro lado, Marrocos chega com a autoridade de ter eliminado a Holanda na fase de 16 avos de final. Não teve dificuldades para passar pelo Canadá, nas oitavas de final, mas pode ficar sem um de seus principais jogadores. Saibari, lesionado, é dúvida para o confronto. Entre os destaques de Marrocos estão o lateral Hakimi e o goleiro Bono. Hakimi, inclusive, joga em um time francês, o Paris Saint-Germain, atual campeão europeu. Essa partida é uma repetição do que ocorreu na semifinal da última Copa, no Catar. Naquela ocasião, a França saiu vencedora por 2 a 0, gols de Theo Hernández e Kolo Muani. Hernández está no elenco desta Copa, mas Muani não foi convocado.