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Festival da Linguiça de Formiga celebra 18 anos e atrai milhares de visitantes

Fonte: oesteinfoco O tradicional Festival da Linguiça de Formiga comemorou seu 18º aniversário reunindo milhares de pessoas nas mediações do terminal rodoviário, mais precisamente na praça do Correto. O evento voltou a ser realizado neste local estratégico, que ofereceu amplo espaço para estacionamento e maior facilidade de acesso, contribuindo para o crescimento do público presente. Durante dois dias de festa, os visitantes puderam desfrutar de uma programação repleta de gastronomia, cultura e entretenimento. A intensa agenda contou com apresentações de artistas regionais e também de renome nacional. No sábado, o palco principal recebeu o Grupo Molejo, atração que animou e encantou o público com seu samba e pagode contagiantes. A programação musical começou na sexta-feira, 10 de julho, com shows no Palco 2 do cantor Rodrigo Monstro e no Palco Principal com a Banda VHS. No dia seguinte, além do show principal do Molejo, os participantes tiveram a oportunidade de saborear um cardápio especial totalmente dedicado à linguiça, verdadeira estrela do festival. As opções variadas chamaram a atenção e foram motivo de elogios pelos visitantes, que puderam escolher entre diferentes preparos e receitas tradicionais. O Festival da Linguiça de Formiga mais uma vez consolidou-se como um evento de destaque na região, promovendo a cultura local, valorizando a culinária tradicional e oferecendo lazer de qualidade para famílias e turistas. Prepare-se para as próximas edições, pois a festa promete continuar unindo música, sabor e tradição em um ambiente acolhedor e festivo

Formiga E.C. faz o dever de casa e assume liderança isolada no Campeonato Mineiro Sub-20 – 2ª Divisão

Fonte: Formiga Esporte Clube Em partida decisiva pelo Grupo C do Campeonato Mineiro Sub-20 – 2ª Divisão, o Formiga Esporte Clube conquistou uma importante vitória ao vencer a Siderúrgica por 3 a 1, atuando com muita consistência e determinação. O triunfo garantiu ao time a liderança isolada da chave, colocando o clube em situação privilegiada na competição. O jogo começou com tudo para o Formiga, que abriu o placar ainda no início do primeiro tempo, mostrando eficiência ofensiva e boa troca de passes. No entanto, a equipe sofreu o empate nos minutos finais da etapa inicial, quando a Siderúrgica aproveitou uma oportunidade para igualar o marcador. Na segunda etapa, o Formiga voltou ao campo com uma postura mais determinada e organizada. Com um ritmo intenso e jogadas bem trabalhadas, o time conseguiu ampliar o placar com dois gols, selando a vitória por 3 a 1 diante de sua torcida. Vale destacar o papel fundamental da torcida, que compareceu em massa e foi o verdadeiro 12º jogador, apoiando incansavelmente do início ao fim da partida. A força da torcida certamente deu um ânimo extra aos atletas dentro de campo. Com esse resultado, o Formiga E.C. consolida sua posição como líder isolado do Grupo C, demonstrando que fez o dever de casa e está preparado para brigar pelo acesso na competição. O próximo desafio da equipe promete ser ainda mais emocionante, e a expectativa é de que o time mantenha o bom desempenho para seguir na busca pelo título.

Fechamento de agências físicas do Itaú no interior de Minas impacta servidores e bancários

Em Minas Gerais, o Itaú é a instituição responsável pela folha de pagamento dos servidores do estado; falta de agências afeta principalmente os aposentados Instituições bancárias do Brasil estão fazendo um movimento de migração para um ambiente cada vez mais digital. Um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que, só entre 2024 e 2025, os cinco maiores bancos do país fecharam 1.345 agências em 12 meses. Em Minas Gerais, o recente fechamento da única agência do Itaú na cidade que originou o nome do banco – Itaú de Minas – simboliza o impacto desse movimento. A ação da instituição, em especial, tem um peso considerável nesse cenário: em Minas, é o Itaú que comporta a folha salarial dos servidores do estado. No início do mês, o Itaú Unibanco S.A. venceu a licitação para continuar a prestação de serviços de pagamento a, aproximadamente, 670 mil servidores estaduais e fornecedores pessoas jurídicas do estado, com uma proposta de R$ 2,188 bilhões. Isso inclui servidores ativos, aposentados e pensionistas, que são os principais afetados pelo fechamento de agências, porque eles precisam se deslocar até a cidade mais próxima para fazer transações quando deixam de contar com a assistência bancária no município onde moram. Mesmo que façam portabilidade do rendimento (transferência do salário para outra instituição bancária), precisam ir até a agência do Itaú para realizar a prova de vida. Muitas vezes, parte dos aposentados e pensionistas não tem tanta afinidade com a internet para fazer transações de forma online. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 25% das pessoas com mais de 60 anos não utilizam internet e destes, 66% dizem que não utilizam porque não sabem. O Portal da Transparência mostra que os servidores inativos (aposentados e pensionistas, muitos acima de 65 anos) correspondem a 42% da folha salarial em MG. “A maioria desses servidores idosos são dependentes, eles não têm como acessar a tecnologia porque eles não foram preparados para isso. Eles se aposentaram em outra era”, afirma Geraldo Henrique, diretor político do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG).  Geraldo Henrique lembra que a necessidade de se deslocar para outra cidade – e muitos vão para simplesmente sacar a aposentadoria ou fazer prova de vida, por exemplo – é também um risco à segurança. “Você vive num país inseguro, onde existe muita violência contra mulheres e idosos, é uma situação preocupante”, destaca.  O presidente do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região, Ramon Peres, lembra que, em muitos casos, a agência da cidade mais próxima está a vários quilômetros de distância. “Quando fecha uma agência em Itaú de Minas, em Resplendor ou Matozinhos, o cidadão, para poder utilizar o serviço bancário, tem que, às vezes, pegar um ônibus e andar 10 km. Matozinhos, por exemplo, para a pessoa ser atendida, ela tem que ir para Sete Lagoas, que são 15 km, ou Pedro Leopoldo, que são 10 km”, exemplifica Ramon Peres. A agência de Resplendor, no Vale do Rio Doce, citada por Ramon, tem um capítulo à parte. Em junho, o Itaú havia anunciado o fim do atendimento presencial na unidade e a transferência das contas para o município vizinho de Aimorés, que fica a 35 km. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) entrou com uma ação na Justiça para impedir o fechamento abrupto. A Justiça deferiu e, em 26 de junho, ordenou a manutenção de todos os serviços presenciais por pelo menos 30 dias. O banco informou que acatou a decisão, e a agência permanece aberta. Questionado sobre o atendimento aos servidores que ficaram sem agência física na cidade, o Itaú Unibanco informou que eles contam com acesso a todos os produtos e serviços do banco por meio dos canais digitais, além do suporte de especialistas remotos e da central de atendimento. “O atendimento presencial permanece disponível nas agências físicas receptoras das regiões próximas”, disse em nota. Além disso, em seu site, o Itaú diz que esses fechamentos integram um movimento de reorganização da rede do banco e acompanham a “transformação digital do setor financeiro”. Na Grande BH, o movimento de fechamento também acontece de forma intensa. Dos cinco maiores bancos que fizeram esse movimento na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Itaú foi o que mais fechou agências, segundo o Sindicato dos Bancários de BH e Região. Foram 42 agências desligadas na região em 12 meses, sendo 21 só do Itaú. Transferências em agências físicas são 3% O movimento de fechamento de agências como um todo reflete a aceleração do uso da tecnologia no Brasil, especialmente após a pandemia e a criação do Pix. Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostram que o Pix é hoje o principal meio de pagamento do brasileiro. Só no segundo semestre de 2025, por exemplo, foram 42,9 bilhões de transações. Além disso, hoje, 78% das transações bancárias são feitas pelo celular, enquanto apenas 3% acontecem em agências bancárias e 2% no autoatendimento. Ramon Peres, do sindicato dos bancários, pontua, no entanto, que esses 3%, em um universo de 240 bilhões de transações no ano de 2025, correspondem a cerca de 7,2 bilhões de transações realizadas em agências físicas. “São 28,6 milhões de transações todos os dias dentro das agências físicas. Então, quando os bancos falam que todo mundo está digitalizado, que as transações agora são feitas todas no site, no aplicativo, é mentira. O povo ainda quer a agência física, porque tem a confiança de lidar com o ser humano, o olho no olho”, pondera. Bancários afetados No último dia 6 de julho, foi lançada a Campanha Nacional dos Bancários 2026. Por meio dela, sindicatos têm realizado reuniões com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e outras entidades a fim de garantir a manutenção de empregos e evitar o fechamento de agências.  Os sindicatos dos bancários denunciam que, entre janeiro de 2015 e maio de 2026, os bancos reduziram os postos de trabalho em cerca de 93,3 mil, conforme dados do Dieese. No último

Dr. Ajuda: o que o seu sono diz sobre sua saúde

Fonte: Agência Brasil 61 Neste episódio, o Especialista em Sono Dr. George Pinheiro (CRM: 148.272/ SP) explica sobre as funções do sono. O sono vai além do descanso: regula o apetite, fortalece a imunidade, consolida a memória e melhora a atenção. Dormir bem também é essencial para o humor, pois noites mal dormidas podem causar irritabilidade em todas as idades. Fique atento aos sinais do seu sono. Caso tenha dificuldades, procure um médico especialista. Veja ao vídeo com a explicação do especialista: Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse: www.portaldoutorajuda.com.br.

Noruega é a primeira seleção desde 1938 a eliminar o Brasil e ficar fora do pódio

Fonte: Site da Fifa Em 2026, a Noruega não chegou ao pódio e quebrou uma marca de quase nove décadas: da Itália de 1938 à Croácia de 2022, toda seleção que eliminou o Brasil terminou a Copa do Mundo da FIFA™ entre as três primeiras colocadas. Eliminar o Brasil em uma Copa do Mundo da FIFA™ costuma representar mais do que uma vitória: ao longo da história do torneio, superar a Seleção sempre foi um indicativo de que aquela equipe tinha potencial para ir longe. De 1938 a 2022 toda equipe que tirou os brasileiros do caminho terminou a competição entre as três primeiras colocadas. Porém, essa sequência histórica foi encerrada em 2026 pela Noruega, que perdeu para a Inglaterra por 2 a 1 na prorrogação das quartas de final e não chegou ao pódio da atual edição depois de eliminar o Brasil. Ainda assim, a marca durou quase nove décadas. Naturalmente, a estatística não se aplica aos anos em que o Brasil conquistou o Mundial (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002); também há uma exceção para 1978 porque a Seleção Brasileira não foi eliminada por nenhum adversário naquele ano – na verdade, o Brasil ficou invicto até o fim daquela edição e só não jogou a final pelo saldo de gols, mas venceu a Itália na disputa pelo terceiro lugar e encerrou o torneio sem derrota. Porém, mesmo desconsiderando os anos citados, o número ainda é impressionante: as 14 seleções que eliminaram o Brasil de 1938 a 2022 chegaram ao pódio (ou seja, foram campeãs, vices ou terceiras colocadas). A sequência atravessou gerações e formatos de disputa. A primeira foi a Itália, que derrotou o Brasil por 2 a 1 na semifinal de 1938 e conquistou o bicampeonato mundial. Doze anos depois, em 1950, o Uruguai venceu por 2 a 1 a partida decisiva do quadrangular final no Maracanã e ficou com o título. Em 1954, a Hungria eliminou os brasileiros nas quartas (4 a 2) antes de terminar como vice-campeã. Em 1966, Portugal encerrou a campanha do Brasil na fase de grupos (3 a 1) e terminou em terceiro lugar – um resultado que é, até hoje, a melhor campanha portuguesa na história da Copa do Mundo. Pelé e companhia foram campeões em 1970, mas, em 1974, a Polônia derrotou a Seleção Brasileira justamente na disputa pelo bronze por 1 a 0. A Itália foi novamente a algoz em 1982, ao vencer por 3 a 2 na rodada decisiva da segunda fase antes de conquistar o terceiro título mundial. Quatro anos depois, em 1986, a França eliminou o Brasil nos pênaltis nas quartas e encerrou a campanha com o bronze. Em 1990, a Argentina avançou nas oitavas por 1 a 0 e chegou ao vice-campeonato. A França voltou a cruzar o caminho brasileiro em dois momentos marcantes. Primeiro, em 1998, venceu a final por 3 a 0 em casa para conquistar seu primeiro título mundial. Oito anos depois, em 2006, a equipe francesa eliminou o Brasil nas quartas de final (1 a 0) e foi vice-campeã. A Holanda foi algoz dos brasileiros nas quartas (1 a 0) e terminou como vice-campeã em 2010. A edição seguinte trouxe uma derrota marcante para o Brasil em solo brasileiro: a Alemanha obteve a vitória por 7 a 1 na semifinal e foi campeã. A Bélgica foi terceira colocada em 2018 após superar os brasileiros nas quartas (2 a 1). Por fim, a Croácia de 2022 levou a melhor nas quartas, nos pênaltis, e ficou em terceiro.