Picape de R$ 133.090 reúne motor turbo de 141 cv, caçamba de 874 litros, oito ganchos e até seis configurações para organizar a carga

Motor 1.2 turbo de 141 cv se une à caçamba Multi-Flex, cinco versões e telas digitais em uma linha pensada para trabalho e uso cotidiano. A picape de R$ 133.090 Chevrolet Montana 2027 combina motor 1.2 turbo de 141 cv com caçamba Multi-Flex de até 874 litros. A linha renovada traz cinco versões, oito ganchos de amarração e divisórias que permitem até seis formas de organizar a carga, além de novas telas digitais. Qual é a picape de R$ 133.090 citada no título? O modelo é a Chevrolet Montana 2027, que parte de R$ 133.090 na versão MT. Essa configuração utiliza transmissão manual de seis marchas e central multimídia MyLink de 8 polegadas, mantendo o motor 1.2 turbo flex atualizado. Acima dela aparecem LT, LTZ, Premier e RS. A linha, portanto, soma cinco versões e distribui recursos como câmbio automático, painel digital, multimídia maior, rodas de liga leve e equipamentos adicionais de conforto e segurança conforme a configuração. Picape de 141 cv acelera de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos e organiza 874 litros em uma caçamba com seis configurações diferentes O que mudou no motor 1.2 turbo da Montana 2027? O 1.2 Turbo Flex passou a usar injeção direta e agora desenvolve até 141 cv e 22,9 kgfm. A evolução representa ganho sobre a calibração anterior, que entregava até 133 cv e 21,4 kgfm. A Chevrolet oferece transmissões de seis marchas, manual ou automática, dependendo da versão. Nas configurações automáticas, a combinação busca facilitar o uso urbano; nas manuais, mantém uma alternativa mais simples para quem prioriza preço inicial ou utilização profissional. Como funciona a caçamba Multi-Flex de 874 litros? A caçamba oferece até 874 litros de capacidade, oito ganchos de amarração, iluminação lateral dupla e tampa com alívio de peso. A proposta é permitir que o compartimento seja usado tanto para trabalho quanto para bagagens e equipamentos de lazer. As seis configurações dependem das divisórias Multi-Board, oferecidas como acessório na rede Chevrolet. Portanto, a possibilidade de dividir a área em diferentes formatos não deve ser entendida como um item obrigatoriamente incluído no preço inicial de R$ 133.090. Os principais elementos da caçamba ficam assim: Capacidade de até 874 litros Oito ganchos para amarração da carga Iluminação lateral dupla e tampa com alívio de peso Até seis configurações com as divisórias Multi-Board opcionais Quais telas e tecnologias aparecem na linha 2027? A Montana passa a oferecer MyLink de até 11 polegadas e painel de instrumentos digital de 8 polegadas, mas esses equipamentos variam conforme a versão. A MT de entrada, por exemplo, permanece com central multimídia de 8 polegadas. Nas configurações mais equipadas surgem câmera de ré digital de alta resolução, carregador por indução e Wi-Fi nativo para até sete dispositivos. O OnStar também recebeu novos planos para veículos ano-modelo 2027, com funções conectadas pelo aplicativo myChevrolet. As diferenças de conteúdo podem ser lidas desta forma: Versão Equipamentos Posição MT Entrada MyLink de 8 polegadas e câmbio manual R$ 133.090 LTZ Intermediária MyLink de 11 polegadas, painel digital e câmera de ré Mais tecnologia Premier / RS Topo da linha Telas digitais e conteúdos adicionais de acabamento e tecnologia Mais equipadas O preço inicial inclui o mesmo pacote das versões mais caras? Não. Os R$ 133.090 correspondem à versão MT, que prioriza preço e funcionalidade. Recursos como painel digital de 8 polegadas, transmissão automática, chave presencial e determinados itens de acabamento aparecem conforme se avança pela gama. Isso é importante porque a Montana 2027 pode parecer mais equipada quando a linha é analisada como um todo. Para comparar preços, é necessário confrontar cada versão com sua própria lista de equipamentos, e não transferir conteúdos da Premier ou RS para a MT. O que a linha 2027 tenta equilibrar entre trabalho e uso cotidiano? A proposta combina uma caçamba de grande volume com cabine para cinco ocupantes e recursos típicos de automóveis de passeio. A Chevrolet também informa seis airbags de série, sensor crepuscular, multimídia MyLink e protetor de caçamba desde a configuração básica. O material oficial da linha 2027 destaca ainda alerta de ponto cego, faróis em LED e acabamento diferenciado nas versões superiores. Já a página oficial da Montana detalha preços e equipamentos de cada configuração. Fonte: O Antagonista
Guillain-Barré: fraqueza nas pernas

Fonte: Agência Brasil 61 Fraqueza nas pernas depois de uma gripe? Pode ser algo mais sério! Você já teve uma gripe forte e, depois, começou a sentir fraqueza nas pernas ou formigamento subindo pelo corpo? Esses podem ser sinais da síndrome de Guillain-Barré, uma doença autoimune rara que ataca o sistema nervoso periférico. “O sistema imunológico passa a atacar por engano a bainha de mielina, prejudicando a condução dos impulsos nervosos”, explica o neurologista Dr. Alexandre Motta Mecê (CRM: 190.946/SP). Os sintomas incluem dormência, fraqueza muscular progressiva, dor profunda, perda de coordenação e, em casos graves, dificuldade para engolir ou respirar. A síndrome pode surgir após infecções virais ou bacterianas e requer diagnóstico precoce. O tratamento envolve plasmaferese (procedimento médico em que o plasma sanguíneo é separado do sangue total), imunoglobulina venosa e reabilitação física. Com atendimento rápido, a maioria dos pacientes se recupera completamente ou com sequelas mínimas. Procure ajuda médica se notar esses sintomas. Veja ao vídeo com a explicação do especialista: Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.
Risco de recessão em 2027? Empresas projetam desaceleração e economistas analisam

Grandes empresas projetam desaceleração da economia e há quem já coloque o risco de uma recessão no radar; economista alerta para combinação de fatores Em um cenário com uma taxa básica de juros (Selic) em patamar historicamente elevado, guerras militares e comerciais pelo mundo e incerteza com a situação fiscal do país, os indicadores da economia brasileira têm gerado preocupação para as grandes empresas. Alguns executivos já começam a projetar uma desaceleração econômica em 2027, e há quem já coloque o risco de uma recessão no radar. Segundo levantamento feito pela Folha de São Paulo com as 76 companhias listadas na Bolsa de Valores do Brasil, a B3, a expectativa dos executivos de parte delas é que a economia cresça menos no próximo ano e que a Selic alta afete ainda mais as operações na comparação com 2026. Os dados levam em conta o conteúdo das teleconferências de resultados do segundo trimestre deste ano. Crescimento econômico e consumo O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central (BC), divulgado nesta semana, apontou forte desaceleração da economia brasileira. Considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), o IBC-Br – com ajuste sazonal – registrou crescimento de 0,2% no segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. Foi o pior resultado desde o terceiro trimestre de 2025, quando foi registrada uma queda de 0,5%. No primeiro trimestre de 2026, o IBC-BR registrou um crescimento de 1,3%. Somando a prévia do PIB, o consumo das famílias está em queda. A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) também nesta semana, recuou 0,6% em agosto na comparação com julho. O ICF atingiu 104,9 pontos, contra os 105,5 pontos observados nos dois meses anteriores. Foi o menor resultado do indicador desde março deste ano (104,4 pontos). De acordo com a CNC, a retração do indicador foi liderada pela forte deterioração da percepção sobre o futuro do mercado de trabalho. O componente de Perspectiva Profissional teve o maior recuo do mês (-1,9%) e registrou uma expressiva baixa de 9,9% frente ao mesmo período do ano passado. Empregos e endividamento Na criação de empregos também há uma desaceleração. O Brasil criou 145,1 mil vagas de trabalho em junho deste ano, segundo dados do último Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Foi o pior resultado para um mês de junho desde 2020, época da pandemia da Covid-19, quando o país fechou 23,1 mil postos de trabalho, na série sem ajustes sazonais. Apesar do resultado mostrar uma recuperação na geração de emprego em relação aos meses de abril e maio, quando o Caged registrou os piores resultados do ano, na comparação com o mesmo mês de 2025, o resultado ainda é de queda – em junho de 2025 a economia brasileira registrou a criação de 161,9 mil vagas de emprego. No acumulado do primeiro semestre deste ano, foram gerados 921,6 mil empregos formais no Brasil, uma queda de 25% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram abertas 1,23 milhão de vagas com carteira assinada em todo o país. Em meio a toda essa desaceleração na atividade, no consumo e no emprego, o endividamento das famílias brasileiras bateu um novo recorde. Em julho, 82% dos consumidores disseram ter algum tipo de dívida a vencer, na mais recente Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela CNC. É o maior nível do indicador desde o início da série histórica da pesquisa e o sexto recorde consecutivo. O percentual de famílias endividadas subiu 0,4 ponto percentual (p.p.) em relação a junho (81,6%) e avançou 3,5 p.p. na comparação com julho de 2025 (78,5%). Apesar da alta do endividamento, a inadimplência recuou levemente. A parcela de famílias com contas em atraso teve uma pequena melhora, ao passar de 29,9% para 29,8% entre junho e julho. No mesmo mês de 2025, a taxa era de 30%. uidade de deterioração pode gerar risco de recessão Para o economista e conselheiro de política econômica da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Stefan D’Amato, ainda é precipitado afirmar que o país caminha para uma recessão em 2027. Há sinais importantes de perda de dinamismo na atividade econômica, especialmente nos setores mais sensíveis à Selic e às condições de crédito, mas eles ainda convivem com um mercado de trabalho relativamente forte. Ele aponta que o consumo das famílias é um dos principais pontos de atenção. O endividamento alto, com juros nas alturas e crédito mais caro, reduz o espaço disponível no orçamento e limita novas decisões de consumo. Esse processo tende a atingir primeiro os bens de maior valor e aqueles mais dependentes de financiamento, explica o economista. Caso o cenário persista, pode gradualmente alcançar outros segmentos da economia. Na indústria, há sinais mais evidentes de enfraquecimento, enquanto os setores de comércio e serviços mostram menos intensidade. A situação é compatível com os efeitos defasados da política monetária, afirma D’Amato, já que os juros elevados não atingem toda a economia imediatamente, mas reduzem progressivamente o consumo, o investimento e a produção. O “colchão” para a economia brasileira neste momento continua sendo o mercado de trabalho. Stefan D’Amato analisa que emprego e renda ajudam a sustentar o consumo e impedem, até aqui, uma deterioração mais generalizada da atividade econômica. “Esse é um ponto fundamental para diferenciar o cenário atual de uma economia efetivamente entrando em recessão”, diz. Hoje, o mais provável é que o Brasil registre um crescimento mais fraco em 2027, não necessariamente de recessão. O sinal de alerta, avalia o economista, seria uma combinação entre continuidade da desaceleração da atividade, famílias mais endividadas e, principalmente, deterioração do emprego e da renda. “Se esses movimentos ocorrerem simultaneamente, o risco de recessão aumenta consideravelmente. Por enquanto, temos sinais amarelos importantes, mas ainda não há sinais suficientes para afirmar que uma recessão esteja contratada para 2027”, analisa D’Amato. Sustentabilidade da dívida pública no radar do mercado financeiro Na avaliação do mercado financeiro, a
Cosméticos sem registro têm fabricação e venda proibidas pela Anvisa

Fonte: Agência Brasil Lista inclui produtos capilares e dermatológicos A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de cosméticos sem registro sanitário e sem regularização no órgão. Segundo a Resolução 3.249, publicada na última quarta-feira (19), os produtos não podem ser fabricados, distribuídos, vendidos, divulgados e utilizados. Entre os itens suspensos estão tônico e shampoo para crescimento capilar, produtos para bronzeamento, protetor solar e sabonete em gel. Produtos proibidos da marca Essence, fabricados pela Geo Beuaty: Produtos proibidos fabricados por empresa desconhecida: