Atlético nunca perdeu para o Cruzeiro com o árbitro do clássico desta terça-feira (25)

Pela quinta vez, o clássico será apitado por Flávio Rodrigues de Souza, que é da Federação Paulista de Futebol Pela quinta vez, o clássico entre Atlético e Cruzeiro será apitado por Flávio Rodrigues de Souza. O árbitro da Federação Paulista de Futebol foi o escolhido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para comandar o primeiro jogo válido pelas quartas de final da Copa do Brasil. O retrospecto de Souza à frente do clássico mineiro é amplamente favorável ao Atlético, já que o time alvinegro nunca perdeu para o Cruzeiro quando a partida foi apitada por ele. O histórico mostra que a primeira vez que Souza apitou o clássico foi em um jogo válido pela Copa do Brasil. Em 17 de julho de 2019, o Atlético venceu o Cruzeiro por 2 a 0 no Independência, contudo acabou eliminado do torneio, pois o time celeste, então comandado por Mano Menezes, havia vencido a primeira partida por 3 a 0. Os gols alvinegros foram de Patric e Cazares. Já em 2024, o árbitro foi o responsável por conduzir o clássico que definiu o campeão mineiro daquele ano. Melhor para o Atlético, que de virada derrotou o Cruzeiro por 3 a 1 e manteve a hegemonia no estado. Os gols foram de Saravia, Hulk e Gustavo Scarpa para o Galo, enquanto Mateus Vital marcou para o Cruzeiro. Os outros dois clássicos com Souza apitando ocorreram pelo Campeonato Brasileiro. O primeiro, em maio de 2025, terminou empatado em 0 a 0. O outro ocorreu neste ano, também no Mineirão — palco do duelo desta terça-feira —, onde o Galo do técnico Eduardo Domínguez derrotou o Cruzeiro por 3 a 1, com gols de Casierra, Minda e Maycon; Kaio Jorge descontou para os estrelados. No total, são três vitórias alvinegras, um empate e nenhum triunfo celeste com Souza no apito. O Galo marcou oito gols, enquanto o Cruzeiro balançou as redes em apenas duas oportunidades. Fonte: O Tempo
Apenas 100 kg, câmbio automático e tanque de 5,3 litros formam a receita da scooter urbana vendida por R$ 14.440

Motor eSP de 123,9 cc se une ao câmbio automático, baixo peso e soluções práticas para facilitar deslocamentos cotidianos. A scooter urbana Honda Elite 125 reúne peso seco de 100 kg, transmissão automática V-Matic e tanque de 5,3 litros em um conjunto compacto. Vendida por R$ 14.440 sem frete, ela usa motor de 123,9 cc e 8,2 cv, farol de LED e freio dianteiro a disco com CBS. Qual é a scooter urbana de R$ 14.440? O modelo é a Honda Elite 125, opção de entrada da fabricante entre as scooters no Brasil. A tabela vigente informa preço público sugerido de R$ 14.440, tomando São Paulo como referência e sem incluir despesas de frete. Na página oficial da Honda Elite 125, a marca confirma peso seco de 100 kg, tanque de 5,3 litros, partida elétrica e transmissão automática V-Matic. Apenas 100 kg, câmbio automático e tanque de 5,3 litros formam a receita da scooter urbana vendida por R$ 14.440 Como funciona o motor de 8,2 cv? O motor monocilíndrico de 123,9 cc entrega 8,2 cv a 6.250 rpm e torque máximo de 1,06 kgf.m a 5.000 rpm. Ele trabalha com gasolina, injeção eletrônica PGM-FI e arrefecimento a ar. A tecnologia eSP busca reduzir atritos internos e melhorar a eficiência do conjunto. Há também Idling Stop, sistema que pode desligar automaticamente o motor após alguns segundos de parada, desde que as condições de funcionamento previstas pela Honda sejam atendidas. O que os 100 kg e o câmbio automático mudam na rotina? Os 100 kg correspondem ao peso seco declarado, sem combustível e outros fluidos considerados na condição de uso. O baixo peso facilita manobras, estacionamento e deslocamentos em baixa velocidade, características importantes para uma scooter voltada à cidade. A transmissão V-Matic é do tipo continuamente variável, dispensando trocas manuais de marcha. O piloto controla aceleração e frenagem, enquanto o sistema varia automaticamente a relação de transmissão conforme velocidade e demanda do motor. Os principais números ficam assim: Motor monocilíndrico de 123,9 cc com potência máxima de 8,2 cv Transmissão automática V-Matic do tipo continuamente variável Peso seco de 100 kg e assento a 765 mm do solo Tanque de combustível com capacidade para 5,3 litros Quais equipamentos ajudam no uso urbano? A Elite 125 utiliza farol e luz de posição em LED, painel digital e entrada USB-C para carregamento de dispositivos. O compartimento sob o banco possui 19,7 litros e pode acomodar um capacete aberto, segundo a fabricante. Há dois ganchos para bolsas e sacolas, bocal externo de combustível e cavaletes central e lateral. A área entre o escudo frontal e o banco foi ampliada nesta geração para oferecer maior liberdade às pernas e aos pés do condutor. Na prática, esses recursos se dividem desta forma: Recurso Configuração Uso Bagagem Sob o banco Compartimento de 19,7 litros Rotina urbana Iluminação Conjunto dianteiro Farol e luz de posição em LED Visibilidade USB-C Conectividade Carregamento de smartphone Praticidade Como funciona o sistema de freios da Elite 125? Na dianteira há freio a disco de 159,8 mm, enquanto a traseira utiliza tambor de 130 mm. O sistema CBS combina a atuação dos freios para distribuir parte da força de frenagem entre as duas rodas. A scooter usa roda de 12 polegadas na frente e 10 polegadas atrás. A suspensão dianteira é telescópica, e a traseira monoamortecida, conjunto dimensionado para irregularidades comuns do pavimento urbano e deslocamentos cotidianos. O preço de R$ 14.440 inclui frete e qual é a garantia? Não. Os R$ 14.440 são o preço público sugerido sem frete, conforme tabela da Honda em vigor desde 1º de junho de 2026. O valor final pode variar conforme região, disponibilidade e custos da concessionária. O comunicado oficial da Elite 125 2027 confirma três anos de garantia sem limite de quilometragem. A linha também inclui óleo Pro Honda gratuito em sete revisões a partir da terceira, conforme as regras do programa. Fonte: O Antagonista
Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet

Anvisa revogou medidas que proibiam comércio online de medicamentos Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores brasileiros têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda online a responsabilidade pela oferta de remédios falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida. A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e ouviu 2.024 pessoas que são responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras pelo menos uma vez a cada três meses. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país. Além da falsificação, 59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na percepção dos consumidores entrevistados, as regras para a comercialização digital de medicamentos deve estar obrigatoriamente vinculada a uma farmácia ou drogaria autorizada (82%), enquanto 71% avaliam que medicamentos não devem ser tratados como mercadorias comuns em plataformas digitais. Anvisa Neste mês de agosto, a Anvisa revogou medidas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos em plataformas como iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino, Americanas e Shopee. A agência esclareceu, entretanto, que a decisão não representa autorização automática para a venda de medicamentos nesses canais. A Lei nº 15.357/2026 passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico exclusivamente para fins de logística e entrega de medicamentos ao consumidor, desde que cumprida a regulamentação sanitária aplicável. A implementação da medida não produz efeitos imediatos e ainda depende de regulamentação específica da Anvisa, destacou o CEO da Abrafarma, Sérgio Menna Barreto. Segundo ele, a compra online de medicamentos está condicionada à existência de “regras claras, responsabilização e supervisão profissional, e não apenas à conveniência do canal”, uma vez que medicamentos exigem um nível de controle superior ao de outras categorias vendidas pela internet. Para a Abrafarma, qualquer novo modelo de comércio deverá preservar integralmente as regras sanitárias aplicáveis à dispensa de medicamentos e as salvaguardas necessárias à proteção da saúde da população. “A responsabilidade pela venda e pela assistência farmacêutica deve permanecer com farmácias e drogarias regularmente licenciadas, com garantia de orientação profissional, controle de prescrições, rastreabilidade, armazenamento e transporte adequados.” No último dia 19, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, por unanimidade, a abertura de processo administrativo para regulamentar a contratação, por farmácias, de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor. Procurada pela reportagem, a Anvisa informou que o aperfeiçoamento regulatório será feito para adequar as regras sanitárias à Lei 15.357/2026. “Para a contratação de plataformas de comércio e canais digitais, como prevê a lei, a Anvisa ainda editará as normas. Assim, o artigo específico que trata deste item ainda depende de regulamentação”, concluiu a Agência. Durante a 15ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026 da Agência, o relator da matéria, diretor Daniel Pereira, observou que a medida tem potencial para ampliar o acesso da população a medicamentos, contribuindo ainda para maior conveniência, rapidez e eficiência na entrega de produtos essenciais à manutenção da saúde. Ele deixou claro, porém, que a inovação legislativa não afasta a existência de riscos sanitários relevantes. CFF Procurado pela Agência Brasil, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) ressaltou que a entrada das plataformas não representa a venda de medicamentos pela internet de forma aleatória. O que será autorizado, após a regulamentação pela Anvisa, é a utilização das plataformas pelas farmácias para a sua operação. Esse posicionamento da Anvisa será cobrado pelo CFF durante o processo de regulamentação. Procon-RJ O diretor jurídico do Procon do estado do Rio de Janeiro (Procon-RJ) Silvio Romero explica que as farmácias e as plataformas de venda online são responsáveis, perante o consumidor, por quaisquer prejuízos que ele eventualmente tiver relacionado à qualidade e garantia dos medicamentos que vier a adquirir via internet. Segundo ele, enquanto não houver a regulamentação da Anvisa, somente farmácias autorizadas podem fazer essa venda por plataformas digitais: “A Anvisa está iniciando esse processo regulatório e a gente fica no aguardo de outras condições que ela eventualmente venha a colocar para continuar garantindo a qualidade dos produtos aos consumidores.” No entender do diretor do Procon-RJ, as farmácias e drogarias devem buscar fornecedores legalizados, que assegurem “todas as garantias de que esse produto vai ser entregue ao consumidor nas condições estabelecidas pelo fabricante dos medicamentos”. Silvio Romero destacou que quando a venda de remédios por plataformas digitais estiver regulamentada, o consumidor deve estar atento para verificar vários aspectos, dentre os quais o preço. “Se ele identificar ofertas muito abaixo do valor de mercado, incompatíveis com o preço normalmente praticado pelas farmácias, este é um primeiro indício para ele desconfiar desse medicamento”. Segundo ele, também será importante que o consumidor guarde todos os documentos referentes à compra, como comprovante de aquisição, nota fiscal, anúncio. “Porque, caso ele venha a ter algum problema, terá mais condições de fazer essa reclamação para que os órgãos competentes possam fazer a sua investigação e, eventualmente, proceder à punição de fornecedores que estejam infringindo a legislação”. Isso vale, por exemplo, para venda de produto com validade vencida, que é uma infração ao Código de Defesa do Consumidor e está sujeita à fiscalização e à instalação de processo administrativo no Procon-RJ. O mesmo acontece em relação à venda de produtos não autorizados. Consumidor digital O consumidor brasileiro não enfrenta resistência ao comércio eletrônico, pelo contrário, comprova a pesquisa da QualiBest e Abrafarma: 95% dos entrevistados já realizaram compras online e nove em cada dez afirmam que costumam avaliar a segurança do site antes de comprar, considerando principalmente a credibilidade do vendedor e a experiência de outros consumidores. Mesmo com essas precauções, 69% relataram já ter enfrentado alguma experiência negativa em compras pela internet, como produto diferente do anunciado, atraso na entrega, produto danificado ou golpes em que a compra foi realizada, mas
Bets deixam de ser entretenimento e passam a ser vistas por mulheres como saída para dificuldades financeiras

Fonte: Agência Brasil 61 Pesquisa mostra que quatro em cada dez mulheres apostam ou já apostaram online. Psicólogas alertam que promessa de renda extra, pressão econômica e sensação de controle podem alimentar um ciclo de perdas, dívidas e compulsão A aposta online tem deixado de ser vista apenas como uma forma de entretenimento por mulheres brasileiras e, para parte delas, passou a ser encarada como uma estratégia para complementar a renda ou lidar com dificuldades financeiras. É o que mostra a pesquisa Mulheres e Bets: o Custo das Apostas Online para as Brasileiras e suas Famílias, realizada pelo estúdio Clarice, Estratégia Latina e Instituto Ideia. Os dados revelam que 42% das mulheres no país já apostaram ou ainda apostam em plataformas online – dessas, 20% continuam jogando e 22% já apostaram, mas pararam. O levantamento mostra que a relação com as apostas também varia de acordo com a realidade familiar. Mulheres com filhos apostam mais do que aquelas sem filhos e, segundo a pesquisa, o comportamento aparece menos associado ao lazer e mais à tentativa de lidar com as despesas e as responsabilidades financeiras da casa. A psicóloga clínica Laynara Paiva, de Brasília (DF), explica que a promessa de renda extra pode ganhar força em contextos em que as mulheres se encontram em vulnerabilidade financeira e emocional. “Para algumas mulheres, especialmente em dias de dificuldades financeiras, da sensação de insuficiência da própria renda, de até mesmo relações abusivas, a aposta pode parecer inicialmente como uma possibilidade de renda extra”, diz Paiva. Já a psicóloga Denise Milk, de Triunfo (RS), alerta que, quando a expectativa de ganhos extras passam a orientar o comportamento, a aposta pode deixar de ser percebida como uma atividade de entretenimento e se transformar em uma tentativa de solucionar problemas financeiros. “A aposta não é renda extra. E quando ela começa a ser utilizada como estratégia para pagar contas ou para resolver dificuldades financeiras, aumenta muito o risco de entrar em um novo ciclo de perdas e novas apostas na tentativa de recuperar o dinheiro perdido”, aponta Milk. As especialistas afirmam que, para algumas mulheres, a aposta deixa de ser percebida como jogo e começa a ocupar lugar de estratégia econômica. Elas explicam que nesse contexto a situação pode ficar preocupante do ponto de vista psicológico, já que o jogo passa a ocupar um lugar de compulsão. “Existe uma diferença fundamental entre diversão e compulsão que a gente precisa falar. Na diversão eu consigo decidir quando eu paro, na compulsão não. Parar começa a deixar de ser uma possibilidade emocionalmente tolerável”, alerta Paiva. A pesquisa revela, ainda, que especialmente para as mulheres, as apostas estão ligadas a imaginários como a busca pela vida digna e o cuidado com a família. Os dados analisaram, ainda, o que motivou ou motiva as mulheres a realizar apostas online. Confira os motivos que levaram as mulheres a apostarem online: A psicóloga clínica Laynara Paiva ressalta que quando o apostador começa a depositar na aposta a expectativa de resolver os problemas que pertencem a outras áreas da vida, o comportamento deixa de ser apenas recreativo. “Na verdade, não deveria nem mesmo ser considerado recreativo. Apostas, de fato, trazem um risco muito perigoso para as famílias brasileiras ultimamente”, complementa Paiva. Consequências da apostas online As psicólogas explicam que as apostas combinam mecanismos de expectativa, recompensa e antecipação, que podem reforçar a sensação de que é possível ganhar novamente. Mesmo uma vitória pequena pode aumentar a confiança da pessoa e estimular novas apostas. Segundo os especialistas, o problema aparece quando, diante de uma perda, surge a necessidade de recuperar o dinheiro, em vez de interromper o comportamento. A partir daí, há possibilidade de formar um ciclo de perdas, com tentativas de recuperação que podem resultar em comprometimento da renda familiar. Segundo Laynara Paiva, nesse estágio, a aposta deixa de estar relacionada apenas ao dinheiro: “A pessoa deixa de apostar apenas para ganhar e começa a apostar para reparar uma perda, e isso pode criar um ciclo. Perde. Tenta recuperar, aumenta o risco, perde de novo, aposta mais. Existe também uma dimensão emocional nessa questão. Para algumas pessoas apostar representa não apenas dinheiro, mas a esperança, a autonomia, a possibilidade de mudança e uma leve sensação de controle.” O ciclo de perdas e tentativas de recuperação também pode ultrapassar a questão financeira e afetar diretamente a rotina familiar. Para a psicóloga Denise Milk, o impacto tende a ser ainda mais amplo quando a mulher é responsável pelas despesas e pelos cuidados da casa. “Quando o dinheiro destinado às despesas familiares começa a ser comprometido, pode surgir culpa, vergonha, necessidade de esconder as perdas e conflitos dentro de casa. Psicologicamente, nós também podemos observar a ansiedade, irritabilidade, dificuldade de concentração, alteração de sono e uma preocupação cada vez maior com o jogo”, pontua Milk. Como ajudar homens e mulheres que apostam online? Para ajudar pessoas que apostam em bets, o primeiro passo é identificar quando a aposta deixa de ser uma atividade ocasional e começa a interferir na rotina e nas relações. Confira os sinais de alerta, conforme as psicólogas: A família e os amigos podem ter um papel importante na identificação do problema e na busca por ajuda. Para Denise Milk, mudanças como dívidas sem explicação, pedidos frequentes de dinheiro, isolamento, alterações no sono e tentativas de esconder as apostas podem indicar que a pessoa está perdendo o controle. Ela ressalta, no entanto, que a abordagem não deve ser baseada em acusações ou julgamentos. “Confrontar com acusações, ameaças, julgamentos, tende a aumentar a vergonha e a resistência. O caminho mais adequado é conversar a partir de fatos observáveis, demonstrar preocupação genuína e incentivar a busca por ajuda profissional”, afirma Milk. As especialistas destacam, ainda, que acolher não significa assumir as dívidas ou encobrir as consequências das apostas. A família pode oferecer apoio e, ao mesmo tempo, estabelecer limites para não contribuir involuntariamente para a continuidade do comportamento. Perfil de apostadores O levantamento inédito mostra que mulheres com filhos apostam cerca de 1,6 vez mais
Cruzeiro mostra poder de reação e ganha moral para clássico contra o Atlético pela Copa do Brasil

Equipe reage bem à eliminação na Libertadores Uma dúvida ocupou a mente dos torcedores do Cruzeiro após a eliminação na Libertadores, para o Flamengo: como o time iria reagir, ainda mais após ser desclassificado com um primeiro tempo bem abaixo? Pois a resposta da equipe celeste em campo foi a melhor possível: uma vitória emocionante sobre o mesmo Flamengo, neste sábado (22), pelo Campeonato Brasileiro, e às vésperas de um clássico decisivo. O triunfo por 2 a 1 sobre o time rubro-negro teve tensão, dificuldades, sofrimento, superação e drama, até o final. A começar pelo primeiro tempo, no qual o Cruzeiro foi dominado. Não por falta de postura e competitividade, como foi na etapa inicial no Maracanã. Mas sim pela alta mobilidade e rapidez na troca de passes do Flamengo, que deixaram perdida a marcação celeste. Com facilidade, o rubro-negro usava os lados do campo e as costas dos laterais celestes e chegava à área cruzeirense. E o placar foi aberto de forma natural, por Pedro. O Cruzeiro até lutou mais, brigou, competiu, ao contrário do primeiro tempo de quarta-feira (19). Conseguiu algumas boas escapadas em contra-ataques rápidos. Arriscou chutes de fora da área que assustaram Rossi, mas a falta de capricho impediu o empate no primeiro tempo. Era a premissa de uma nova derrota. Mas a etapa final reservaria um destino diferente. O Flamengo, se poupando fisicamente, baixou as linhas e reduziu o ritmo, possivelmente esperando matar o jogo em um contra-ataque. E o Cruzeiro não perdoou. Subiu suas linhas, desta vez de forma mais organizada, e teve mais inteligência para trocar passes. O golaço de Arroyo, que mais uma vez castigou o Flamengo, incendiou o Mineirão e o próprio time celeste, que foi para cima de vez, aproveitando também que o Flamengo, claramente, sentiu o golpe. Se no primeiro tempo do jogo da Libertadores faltou luta, briga, os atletas fizeram questão de que isto sobrasse na etapa final. O Cruzeiro martelava pelo gol da vitória, mas seguia falhando na definição das jogadas. Porém a persistência mostrada pela equipe foi premiada, na última bola do jogo, com gol heroico de Matheus Pereira, que fez o Mineirão vir abaixo. O Cruzeiro parece ter aprendido a lição após a queda na Libertadores. Embora tenha, novamente, tido dificuldades táticas e técnicas contra o Flamengo – muito por mérito do time carioca, é importante frisar -, a equipe azul, desta vez, não aceitou passiva a imposição técnica do adversário. Competiu e, assim, também conseguiu fazer sua qualidade técnica aparecer em campo para decidir a partida. A vitória não poderia vir em momento e contexto melhores. De uma só vez, o time estrelado deu uma resposta para sua torcida após a eliminação na Libertadores e se manteve forte na briga pelo G4 do Campeonato Brasileiro. Para fechar com chave de ouro, a Raposa ganha moral para o clássico contra o Atlético, na próxima terça-feira (25), pelas quartas de final da Copa do Brasil. Competição que, agora, virou prioridade para o time azul. Fonte: O Tempo
Formação continuada destinada às pedagogas e aos pedagogos da Rede Municipal de Ensino

Fonte: Prefeitura de Formiga Na última sexta-feira, 21 de agosto, a Secretaria Municipal de Educação promoveu uma formação continuada destinada às pedagogas e aos pedagogos da Rede Municipal de Ensino, realizada em sua sede. A iniciativa integra o calendário permanente de qualificação profissional e teve como foco central o aprimoramento do acompanhamento da aprendizagem e o fortalecimento das práticas pedagógicas nas unidades escolares. A condução dos trabalhos esteve a cargo da consultora Sirley Terezinha, representante do Sistema de Ensino Aprende Brasil, cuja expertise proporcionou um ambiente profícuo de reflexão e atualização técnica. Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos para a gestão educacional contemporânea. A pauta incluiu a análise detalhada dos índices e resultados provenientes das avaliações externas, instrumentos essenciais para o diagnóstico preciso da realidade escolar. Nesse contexto, discutiu-se também as condicionalidades do VAAR – Valor Aluno Ano Resultado, mecanismo que vincula recursos financeiros a metas de melhoria, exigindo dos profissionais um olhar atento à eficiência administrativa e pedagógica. Outro ponto de destaque foi o SIMAVE – Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública, cuja compreensão aprofundada permite alinhar as ações locais às diretrizes estaduais de qualidade. A programação também contemplou uma dimensão formativa voltada à valorização e à responsabilidade intrínsecas ao fazer pedagógico, reconhecendo o papel central dos educadores na transformação dos resultados educacionais. Complementando o arcabouço teórico-prático, os participantes tiveram a oportunidade de explorar a navegação na Plataforma SONDAR, ferramenta tecnológica que subsidia o monitoramento da aprendizagem, além das possibilidades de intervenção pedagógica que ela oferece. Esse módulo prático foi fundamental para que os profissionais vislumbrem aplicações concretas no cotidiano escolar, convertendo dados em ações efetivas de suporte ao estudante. O evento se caracterizou como um espaço de intensa troca de experiências entre os pares, favorecendo o diálogo sobre desafios comuns e a disseminação de boas práticas. As reflexões suscitadas ao longo da formação contribuíram diretamente para o fortalecimento do trabalho pedagógico desenvolvido nas unidades de ensino, ampliando o repertório técnico e conceitual dos participantes. A articulação entre teoria e prática, mediada pela consultoria especializada, garantiu que os conhecimentos adquiridos pudessem ser imediatamente incorporados às rotinas escolares. Com essa ação, a Secretaria Municipal de Educação reafirma seu compromisso inegociável com a formação continuada de seus profissionais e com a construção de práticas cada vez mais qualificadas. A gestão pedagógica, orientada por evidências e focada na aprendizagem, permanece como diretriz central das políticas públicas do município. Investir no desenvolvimento dos educadores é investir diretamente no desenvolvimento pleno dos estudantes, assegurando uma educação pública de excelência, equitativa e transformadora. A expectativa é que os desdobramentos dessa formação se materializem em melhores trajetórias escolares e em indicadores educacionais ascendentes, consolidando o compromisso coletivo com uma educação que faça a diferença na vida de cada aluno.
Canetas emagrecedoras: uso sem supervisão pode causar perda muscular

Fonte: Agência Brasil Alerta é da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia O uso de medicamentos popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras tem se mostrado eficaz no combate à obesidade, mas também é associado a casos de deficiência de vitaminas e perda de massa muscular, sobretudo quando não há mudança de hábitos relacionados à alimentação e atividade física. Em entrevista à Agência Brasil, o endocrinologista membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e coordenador do Departamento de Farmacoterapia da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Marcio Mancini, explica que esse tipo de medicamento – da classe dos agonistas do receptor GLP 1 – pode causar deficiência de micronutrientes e perda excessiva de massa muscular se não houver um acompanhamento adequado. Segundo ele, o forte efeito de redução do apetite e de atraso do esvaziamento do estômago fazem com que os pacientes, muitas vezes, reduzam drasticamente a ingestão de alimentos, o que pode levar a um consumo insuficiente de proteínas e vitaminas. “Quando o tratamento é iniciado, é preciso dar prioridade à densidade nutricional. O foco principal não deve ser apenas reduzir o tamanho das porções, mas garantir que as pequenas refeições sejam ricas em nutrientes.” O médico sugere metas de proteína de aproximadamente 1,2 grama/quilo/dia para indivíduos jovens e saudáveis, e de 1,5 grama/quilo/dia para idosos ou pessoas em risco de sarcopenia (perda de massa muscular. De acordo com o especialista, também é essencial fazer o acompanhamento da quantidade de massa magra, o que pode ser feito por meio de exames como a bioimpedância, em consultório, e densitometria de corpo inteiro, no em laboratório. Outra estratégia é testar a função muscular por meio de testes de força de preensão manual (hand grip) para evitar que a perda de músculo ultrapasse 25% de todo o peso perdido. Mancini destaca que as queixas mais comuns associadas ao uso de canetas emagrecedoras sem supervisão adequada incluem queda e afinamento de cabelo e sintomas gastrointestinais persistentes, como náusea, constipação, flatulência e sensação de estufamento mais intensos que o normal. Para evitar tais situações, o endocrinologista lista algumas estratégias comportamentais e dietéticas: Já os sinais de alerta a serem monitorados por quem utiliza esse tipo de medicação, no intuito de evitar a desnutrição incluem: “Por isso, é importante o trabalho de uma equipe multidisciplinar, com orientação do endocrinologista, do nutricionista e do educador físico no tratamento”, concluiu. Para a mentora de mulheres Amanda Vila Nova, os efeitos do tratamento com canetas emagrecedoras foram positivos, já que o processo foi acompanhado por especialistas. O resultado, segundo ela, foi emagrecimento eficaz e qualidade de vida. “Não tive queda de cabelo nem unha enfraquecida pelo fato de ser acompanhada e fazer a reposição de vitaminas de forma correta”.