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Oficina do Ser: Um Encontro de 15 Anos com a Saúde Emocional

Por: Oesteinfoco Nesta noite, às 19h30, na ACIF/CDL, acontece mais uma edição da Oficina do Ser, um evento que há 15 anos se consolidou como um marco de reflexão e acolhimento na comunidade. O que começou como uma iniciativa pontual transformou-se em uma tradição filantrópica, unindo o cuidado com a saúde mental à solidariedade prática. Em um mundo cada vez mais acelerado e repleto de estímulos, a proposta de reunir pessoas para discutir o bem-estar emocional é, por si só, um ato de coragem e responsabilidade social. A palestra da noite, intitulada “Como Viver Bem em Tempos Ansiosos”, será conduzida pela psicóloga Luciane Saporetti, profissional com vasta experiência na área. Durante aproximadamente duas horas, os participantes serão convidados a uma imersão em temas que afetam diretamente a qualidade de vida contemporânea. A ansiedade, frequentemente tratada de forma superficial, será abordada com profundidade e didática, oferecendo ferramentas práticas para o manejo das emoções no dia a dia. Não se trata de uma palestra meramente expositiva, mas de um espaço de troca, onde o conhecimento técnico encontra a vivência pessoal de cada um. O formato do evento reforça seu caráter comunitário. A inscrição foi realizada de forma colaborativa, por meio de um grupo de WhatsApp, o que demonstra a capilaridade e o alcance da iniciativa. Como entrada, solicita-se a doação de 2 kg de feijão, um alimento básico e essencial, que será destinado a instituições filantrópicas da região. Esse gesto simples, mas significativo, conecta a experiência individual de autoconhecimento a uma causa coletiva maior, criando um ciclo virtuoso de cuidado: enquanto o participante investe em sua saúde mental, contribui diretamente para a segurança alimentar de quem mais precisa. A expectativa é de uma noite especial e transformadora. Além do conteúdo relevante e do propósito solidário, a organização preparou sorteios de brindes para os presentes, adicionando um toque de celebração ao encontro. A atmosfera deve ser de acolhimento, onde a emoção e a reflexão caminham juntas. Em tempos de isolamento digital e conexões superficiais, eventos como a Oficina do Ser resgatam a importância do encontro presencial, do olhar no olho e da partilha de experiências. Ao final, o que se espera é que cada participante saia não apenas com um novo entendimento sobre a ansiedade, mas com a sensação de pertencimento e a certeza de que cuidar de si é também uma forma de cuidar do outro. A Oficina do Ser prova, edição após edição, que a transformação individual e a ação social podem andar de mãos dadas, construindo uma comunidade mais consciente e humana. Que esta noite seja mais um capítulo dessa história de impacto e solidariedade.

Miu Miu antecipou tendência das meias com dedos à mostra para o verão

Miu Miu levou a proposta às passarelas de Paris, enquanto o Copenhagen Fashion Week mostra novas formas de usar as meias abertas nos dedos Em meio às altas temperaturas do verão, um acessório pouco provável começa a conquistar espaço nos visuais de quem acompanha as tendências de moda: as meias com os dedos à mostra. Conhecidas como open-toe socks ou toeless socks, elas deixam a ponta dos pés descoberta e cobrem parte do peito do pé, criando uma combinação inusitada com sandálias, chinelos, mules e outros calçados abertos. A ideia, que parece contraditória para os dias quentes, já havia sido antecipada pela Miu Miu em seu desfile de primavera/verão 2025, apresentado em Paris, e reaparece no street style de Copenhague. Kitten heels com meias que deixam os dedos à mostra Meias com os dedos à mostra Na passarela da grife italiana, sandálias, slides e saltos apareceram acompanhados por meias abertas na região dos dedos. A proposta acrescentava uma camada ao styling sem esconder a pedicure, além de oferecer uma função prática: o tecido ajuda a proteger o peito do pé do atrito provocado pelas tiras dos calçados. O modelo também é chamado de meia de estribo e pode ser encontrado em diferentes materiais e comprimentos. Há versões de algodão, tricô e renda, que vão desde modelos mais baixos até peças que chegam aos tornozelos. Algumas ainda apresentam uma abertura dividida entre os dedos, em uma construção semelhante às tradicionais meias japonesas tabi. Em comum, todas mantêm a proposta de deixar os dedos livres enquanto o restante do pé permanece parcialmente coberto. Sapatos tabi com meias Produções para dias quentes A tendência ganha força justamente quando os calçados que deixam os pés à mostra dominam as produções de verão. Sandálias e chinelos, tradicionalmente usados com os pés descalços, passam a dividir espaço com as meias. O contraste entre a cobertura do tecido e a exposição dos dedos transforma um item funcional em elemento de estilo. A aposta da Miu Miu mostra ainda como uma ideia apresentada na passarela pode ganhar novos significados conforme chega às ruas. Se, no desfile, a meia funcionava como parte de uma composição cuidadosamente elaborada, agora aparece também como alternativa para quem quer experimentar os sapatos abertos sem abrir mão de uma camada extra sobre os pés. Em tempos de calor intenso, a tendência pode parecer improvável, mas é justamente essa contradição que faz das open-toe socks um dos acessórios mais curiosos do momento. Destaque no Copenhagen Fashion Week No street style do Copenhagen Fashion Week, as meias com dedos à mostra apareceram em produções de diferentes estilos, do grunge ao visual mais delicado. O acessório foi combinado a kitten heels e diferentes modelos de chinelos de dedo, além de surgir sob paletós oversized, reforçando a versatilidade da proposta. As escolhas de materiais também variaram: enquanto versões de renda conferiram um ar mais romântico às produções, tecidos mais encorpados e quentes criaram contrastes inusitados com os calçados abertos. Fonte: Metrópoles

Salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027

Fonte: Agência Brasil Reajuste de 7,4% eleva despesas públicas, mas aumenta poder de compra O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto. O valor representa um aumento de R$ 120, ou 7,4%, sobre os atuais R$ 1.621. A nova projeção também ficou R$ 24 acima da estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em abril. O reajuste tem impacto direto nas contas públicas porque o salário mínimo é usado como referência para benefícios previdenciários e assistenciais. Ao mesmo tempo, uma elevação acima da inflação aumenta o poder de compra de trabalhadores e beneficiários que recebem o piso. “Cumprindo a legislação brasileira, dentro do nosso espírito de privilegiar a população mais carente, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm indexação no salário mínimo”, afirmou Durigan nesta noite. Inflação define valor Os R$ 1.741 ainda são uma projeção. O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. O INPC mede a inflação para famílias com renda de até oito salários mínimos. A regra atual combina a inflação medida pelo INPC com um ganho real (acima da inflação) de 2,5%, dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Por isso, uma inflação diferente da estimada pelo governo poderá alterar o valor final. A previsão de R$ 1.741 inclui um ganho acima da inflação, o que significa aumento real da renda para quem recebe o piso, desde que a inflação efetiva fique dentro das estimativas consideradas no cálculo. Pressão sobre gastos O reajuste também representa aumento das despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) têm valor vinculado ao salário mínimo. A alta afeta pagamentos como aposentadorias e pensões do INSS, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial. A contribuição previdenciária dos Microempreendedores Individuais (MEIs) também é influenciada pelo piso. Esse efeito torna o salário mínimo uma variável importante para o planejamento das contas públicas. Quanto maior o reajuste, maior tende a ser a despesa do governo com benefícios vinculados ao piso. Efeito na economia O aumento também pode estimular o consumo, principalmente entre famílias de menor renda, que tendem a destinar uma parcela maior dos recursos recebidos para despesas básicas. Por outro lado, o impacto fiscal limita o espaço do governo para ampliar outras despesas. O reajuste do mínimo, portanto, envolve um equilíbrio entre aumento da renda, preservação do poder de compra e controle das contas públicas. Durigan afirmou que o Orçamento de 2027 será elaborado levando em conta esse cenário e destacou que o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outros gastos obrigatórios. “Para o ano que vem, a gente projeta o aumento das obrigatórias um pouco inferior ao aumento geral do orçamento. As medidas têm o condão de dar racionalidade, de que modo que a regra com ganho real do arcabouço fiscal vai ter um ganho real maior do que as obrigatórias amplamente consideradas”, argumentou o ministro. Orçamento no Congresso O PLOA de 2027 será encaminhado ao Congresso Nacional até 31 de agosto e ainda passará pela análise dos parlamentares. O valor definitivo do salário mínimo só será conhecido em dezembro, quando for divulgado o INPC de novembro. Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027. Para o governo, a mudança terá impacto simultâneo sobre a renda de milhões de brasileiros e sobre as despesas públicas, fazendo do salário mínimo uma das principais variáveis do Orçamento do próximo ano.