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Menina de 4 anos relata sonho com Jesus e exames não mostram mais câncer

Aiyana, uma criança de apenas 4 anos, foi diagnosticada com linfoma em estágio 3 após exames revelarem uma massa em seu joelho. O tratamento com quimioterapia começou rapidamente, mas em meio ao processo a menina contou à mãe que havia sonhado estar no Céu com Jesus, sentado em seu colo, e que Ele tocou justamente o local da doença. “Ele me curou”, disse a pequena. Segundo relatos divulgados pela CBN e pelo Life Stand Church, o exame seguinte não mostrou sinais de câncer. Ainda assim, os médicos recomendaram que Aiyana concluísse o ciclo de quimioterapia, que durou seis meses. Ao final, ela estava livre da doença e não apresentou efeitos graves relatados pela família. Os pais interpretam a experiência como uma resposta divina e compartilham o testemunho em seu ministério. Do ponto de vista médico, o dado objetivo é que os exames não apontaram mais a presença da doença e que o tratamento foi concluído com sucesso. Uma história em que fé, esperança e ciência caminharam juntas, trazendo alívio para a família e inspiração para quem acompanha o relato. Fonte: Tribuna

Prefeitura promove 3º módulo do Curso de Formação de Gestores Escolares da Rede Municipal de Ensino

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou, na última quinta-feira, 27 de agosto, o 3º módulo do “Curso de Formação de Gestores Escolares” da Rede Municipal de Ensino. A capacitação foi ministrada pela consultora Vanessa Fernandes, do Sistema de Ensino Aprende Brasil. A formação de gestores constitui uma das estratégias para fortalecer competências relacionadas à liderança e à gestão escolar. Durante o encontro, foi apresentado o “Referencial para Qualidade e Equidade da Gestão Escolar – 2026”, documento de orientação nacional lançado pelo Ministério da Educação (MEC), em 1º de julho de 2026, com o objetivo de fortalecer a gestão das escolas públicas brasileiras. Ao longo da formação, foram promovidas reflexões para identificar potencialidades, desafios e prioridades que possam orientar o trabalho desenvolvido nas instituições de ensino, contemplando a dimensão pedagógica e o acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem pelos diretores escolares. Também foram abordadas características, desafios e interesses relacionados ao uso das tecnologias digitais pelas diferentes gerações, com destaque para as crianças e adolescentes da Geração Alpha, grupo constituído por pessoas nascidas a partir de 2010. Nesse contexto, foi ressaltada a importância de os gestores conhecerem as características das novas gerações e adotarem estratégias adequadas às suas necessidades, contribuindo para a melhoria contínua da aprendizagem e para a qualificação da educação oferecida no município.

Prefeitura lança Acelera Formiga para fortalecer o empreendedorismo e a inovação no município

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Centro de Inovação e Tecnologia de Formiga (CITFOR), realizou, na última quinta-feira, 27 de agosto, o lançamento oficial do Acelera Formiga, programa voltado ao fortalecimento de ideias, negócios e empreendedores do município. A iniciativa é desenvolvida em parceria com o Sebrae, unindo conhecimento, experiência e inovação para impulsionar o empreendedorismo e contribuir para o desenvolvimento econômico de Formiga. Durante o programa, os participantes contarão com a orientação do consultor Gustavo Modad, que conduzirá os encontros, compartilhando conhecimentos, experiências e ferramentas para transformar ideias em negócios mais preparados para crescer. O Acelera Formiga representa uma oportunidade de aprendizado, conexões e desenvolvimento, fortalecendo o ecossistema de inovação e empreendedorismo do município.

Quase um terço dos usuários de internet relatam tentativas de golpe

Fonte: Agência Brasil Um em cada cinco de fato se tornou vítima das fraudes Cerca de 45 milhões de usuários de internet com 16 anos ou mais no Brasil ─ 32% do total ─  sofreram tentativas de golpe com o uso de seus dados pessoais. Além disso, 20% relataram que foram vítimas efetivas desse tipo de crime. Os dados inéditos são da terceira edição da pesquisa Privacidade e proteção de dados pessoais: perspectivas de indivíduos, empresas e organizações públicas no Brasil, apresentada, nesta segunda-feira (31), no 17° Seminário de Proteção à Privacidade e aos Dados Pessoais, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. O estudo foi realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), área do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). A missão do Cetic.br é produzir dados estatísticos e análises de impactos das tecnologias digitais na sociedade. A população-alvo do estudo, de abrangência nacional, foram os usuários de Internet com 16 anos ou mais no Brasil. A intenção foi conhecer a perspectiva das pessoas sobre privacidade, as práticas adotadas, os riscos percebidos e a visão sobre o uso de dados pessoais por terceiros. Realizada em dezembro de 2025, a pesquisa teve 2,5mil respondentes em entrevistas online (CAWI). Segundo Winston Oyadomari, um dos coordenadores da pesquisa, é a primeira vez que o Cetic.br investigou este tema perguntando se as pessoas identificam as tentativas de golpes pela internet ou se foram vítimas. “Esse é até um tema difícil, porque as pessoas ficam constrangidas e abaladas com as tentativas de golpe, então, não é um tema simples para a pesquisa abordar”, disse em entrevista à Agência Brasil. Golpes em aplicativos Essas tentativas ocorrem por vários canais de comunicação. A principal via de abordagem são os aplicativos de mensagem (84% dos casos). Na sequência, estão as ligações telefônicas (79%), sites ou aplicativos falsos (71%), SMS (71%), email (69%) e redes sociais (67%). “Mesmo as pessoas que não estão usando ou não têm o hábito de usar a internet, ou mesmo não têm habilidades com a tecnologia, elas também postam e estão sujeitas a este tipo de tentativa de golpe”, afirmou. Oyadomari destacou a incidência das tentativas nas relações dos usuários com sites ou aplicativos falsos. “A gente identificou que as pessoas que usam apenas o celular reportam mais tentativas de golpes por sites ou aplicativos falsos do que as pessoas que também usam computador. Pode existir aí uma limitação ou dificuldade que o próprio dispositivo de acesso proporciona, uma maior vulnerabilidade”, analisou. A constatação das tentativas de golpes causaram reações específicas nos usuários. De acordo com o coordenador, a maioria citou estresse ou mal estar. “Isso afetou emocionalmente a pessoa e seus familiares”, complementou. Os golpes, conforme explicou, não ficam apenas no roubo de dinheiro ou de dados bancários, mas incluem a perda de acesso a contas. Golpistas podem prejudicar o acesso aos serviços públicos ao tomar o controle do e-mail usado no Gov.br, por exemplo.  “Essa questão do roubo de acesso é também um fenômeno de preocupação, não só o prejuízo financeiro. Pode tirar do cidadão o acesso a serviços fundamentais, de governo, de assistência ou de políticas públicas”, alertou. Escolaridade Por trás dos dados elevados está o nível de escolaridade dos usuários. Quem tem um patamar mais baixo reportou todas as situações vivenciadas com mais frequência. “A gente está dizendo basicamente que as pessoas menos escolarizadas estão tão sujeitas aos golpes quanto às demais. No entanto, entre as menos escolarizadas, o estrago é maior”, pontuou.  Segundo do coordenador, a partir da escolaridade, é necessário discutir não só a questão da proteção de dados, mas também a das capacidades e habilidades no uso da tecnologia. “Essas duas coisas têm que andar juntas. Não adianta promover só uma cultura de proteção de dados, sem levar em consideração que uma parte importante das pessoas precisa desenvolver as habilidades digitais em busca de um ambiente digital seguro”, afirmou. Inteligência artificial (IA) Em uma primeira investigação sobre a relação dos brasileiros com ferramentas de inteligência artificial generativa, sob a ótica da privacidade, a pesquisa mostrou que, apesar de a utilização profissional ou acadêmica ser a mais comum, não é raro encontrar casos de uso dessas plataformas “para aconselhamento, suporte emocional e companhia”. Entre as categorias analisadas, o uso de IA de generativa para trabalho ou de estudo foi a mais apontada (73%), seguida de preferências e gostos pessoais, como filmes ou músicas (58%), sentimentos e emoções (54%), dados de saúde, como sintomas e exames (52%) e fotos suas ou de pessoas conhecidas (50%). As menos citadas foram finanças pessoais, como orçamentos e investimentos (41%) e dados pessoais, como nome, endereço, data de nascimento ou CPF (37%). A maioria (66%) dos usuários de IA generativa relatou estar preocupado ou muito preocupado com o uso de dados pessoais pelas empresas responsáveis por essas ferramentas. O percentual é maior entre os que têm nível mais alto de escolaridade (72%). “Não é porque as pessoas utilizam a ferramenta que elas não estejam preocupadas, e não é porque estão preocupadas que vão deixar de utilizar. O uso e a preocupação andam de mãos dadas. Você utiliza a ferramenta porque ela traz benefícios, mas também tem preocupação por não existir uma transparência de como esses dados são utilizados”, observou o coordenador. Para Oyadomari, a questão dos dados cada vez mais íntimos e pessoais serem divididos com as ferramentas está associada à preocupação. A compreensão do que é feito com esses dados é baixa e, por isso, esse nível de preocupação. Outra preocupação é o compartilhamento de dados de saúde, que veio com as novas funcionalidades permitidas pelas ferramentas de IA generativa. Conforme o coordenador, as pessoas estão discutindo, por exemplo, os seus dados de saúde na IA generativa. “Dados de saúde, tradicionalmente, são tidos como dados pessoais sensíveis. Existe toda uma preocupação de como são armazenados e sobre quem pode ter acesso ao seu prontuário médico. Isso é um tema de bastante preocupação no campo da proteção de dados e as pessoas”, chamou atenção. Golpes feitos pelo telefone celular preocupam brasileiros. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil Empresas O

Conheça a Cachaça do Mudo e uma tradição de quatro gerações

Bebida nasceu das mãos de Antônio Lopes de Lima, o “Mudo”, um homem surdo-mudo que trocou a produção de rapadura pela cachaça ainda na adolescência. Agora, filhos e netos tocam o alambique em Itapecerica que já exportou até para a Suíça. Existem histórias que começam pequenas, quase como uma tentativa de sobrevivência, e acabam atravessando gerações e fronteiras. Em Itapecerica, uma delas nasceu entre o canavial e o trabalho na roça pelas mãos de Antônio Lopes de Lima, o “Mudo”, e se transformou em uma tradição familiar que já chega à quarta geração. O que começou como uma produção artesanal, movida a roda d’água e transportada em carro de boi, ganhou escala ao longo de oito décadas, conquistou consumidores em Minas e em outros estados brasileiros e foi exportada. Existem histórias que começam pequenas, quase como uma tentativa de sobrevivência, e acabam atravessando gerações e fronteiras. Em Itapecerica, uma delas nasceu entre o canavial e o trabalho na roça pelas mãos de Antônio Lopes de Lima, o “Mudo”, e se transformou em uma tradição familiar que já chega à quarta geração. O que começou como uma produção artesanal, movida a roda d’água e transportada em carro de boi, ganhou escala ao longo de oito décadas, conquistou consumidores em Minas e em outros estados brasileiros e foi exportada. Esta é a terceira reportagem da série especial “Itapecerica: Sabores, Sons e Memórias”, que o g1 apresenta todos os domingos. Em cada capítulo, diferentes aspectos da história, da cultura e das tradições que ajudam a contar a identidade do município, e, desta vez, o protagonismo é da bebida que carrega, ao mesmo tempo, um registro oficial e um apelido que virou memória popular. Antes da cachaça, veio a rapadura A colheita da cana de açúcar é a primeira etapa para a produção da bebida – Itapecerica — Foto: Cachaça Caipira/Divulgação A história da Cachaça Caipira começou, na verdade, antes mesmo da primeira garrafa. Em 1946, Antônio Lopes de Lima começou a produzir rapadura com a ajuda e a influência do pai, Joaquim Lopes de Lima, o Quincote. Surdo e mudo, os filhos contam que Antônio era habilidoso e inteligente, mas enfrentava desafios para construir o próprio caminho. E foi na rapadura que a família encontrou o primeiro produto. A produção seguiu por esse caminho durante alguns anos, até que o cenário do comércio começou a mudar. Em 1953, aos 16 anos, Antônio percebeu que a venda da rapadura estava caindo diante da chegada do açúcar ao comércio. Em vez de insistir em um mercado que começava a perder espaço, ele decidiu mudar de atividade e passou a produzir cachaça, uma decisão que definiu o futuro de toda a família. O apelido que virou identidade Antônio Lopes de Lima ficou conhecido como “Mudo”, apelido inicialmente associado à sua condição que, com o tempo, acabou incorporado à história da bebida produzida. A primeira denominação atribuída ao produto foi “Finíssima Cachaça Caipira” e, mais tarde, a bebida passou a ser registrada oficialmente como Cachaça Caipira. Entre os consumidores, os moradores e as pessoas que conheciam a história do produtor, porém, o nome “Mudo” permaneceu, dando origem a uma dupla identidade que acompanha a marca até hoje: Cachaça Caipira, oficialmente, e Cachaça do Mudo, na memória de muita gente. Talvez não exista maneira melhor de resumir a relação entre o homem e o produto do que essa. A bebida passou a carregar o nome pelo qual o próprio produtor ficou conhecido. Uma produção movida pela água Mina que alimentava a roda d´água existe até hoje no alambique em Itapecerica — Foto: Anna Lúcia Silva/g1 Quem toca o negócio atualmente são os filhos e netos de Antônio Lopes, que lembram que os primeiros anos do negócio estavam muito distantes da realidade atual. “Não tinha energia elétrica onde funcionava o engenho, e a produção dependia de uma roda d’água, por isso a capacidade ficava perto dos 40 litros de cachaça por dia. O trabalho começava na cana e terminava nas garrafas que iam para as estradas de terra até chegar aos consumidores. E até o transporte fazia parte da dificuldade, porque a cana e a cachaça eram levadas em carro de boi para povoados e comunidades da região, entre elas Lagoa, Lameus e Sabarazinho”, contou a esposa de Antônio Lopes, Ercília Maria de Lima. Era um negócio pequeno, artesanal e completamente dependente da mão de obra da família, mas foi justamente ali que começou a reputação da Cachaça Caipira. Quando a eletricidade chegou ao alambique O negócio cresceu junto com as transformações tecnológicas que chegaram ao campo. Em 1963, com a ajuda dos filhos, de vizinhos e de outras pessoas da comunidade, a energia elétrica finalmente chegou ao alambique, abrindo caminho para novas possibilidades. Dois anos depois, em 1965, Antônio, com o apoio da esposa, dona Ercília, comprou um motor a diesel para o engenho, investimento que transformou a capacidade produtiva: a produção, que antes era de aproximadamente 40 litros por dia, passou para cerca de 160 litros de cachaça diariamente. A roda d’água ficava para trás, e a família entrava em uma nova fase. Uma família inteira dentro do negócio Senhor Antônio Lopes, o Mudo e a esposa Dona Ercília Maria Lima – Itapecerica — Foto: Anna Lúcia Silva/g1 A história da Cachaça Caipira nunca foi apenas a história de Antônio. Em 1963, ele se casou com Ercília Maria de Lima, e juntos tiveram cinco filhos: Guilherme, Guido, Paulo, Maria Rita e Inêzilia. A família foi crescendo ao mesmo tempo em que o negócio também se desenvolvia, e os filhos passaram a participar da rotina do alambique, ajudando na construção de uma atividade que deixou de depender apenas das mãos de Antônio. A produção se tornou uma espécie de patrimônio familiar, em que o trabalho de uma geração passou a ser o aprendizado da geração seguinte, um processo que continua até hoje. O segredo está na continuidade Em um mercado em que empresas mudam de mãos, marcas desaparecem e produtos tradicionais são substituídos por novas opções, a

AtlasIntel: reeleição de Lula volta a dar mais medo que Flávio eleito

Após dois meses, petista reaparece à frente do senador em pesquisa sobre o cenário que causa mais preocupação a partir da eleição deste ano A reeleição de Lula voltou a causar mais medo do que a eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta segunda-feira, 31. São 46,4% os que manifestaram mais preocupação com o petista e 45,5% os que se disseram com mais medo do filho 01 de Jair Bolsonaro. Ambos preocupam igualmente 7,9%. O cenário é de empate técnico, já que a pesquisa, feita de 25 a 30 de agosto com 5.014 eleitores, tem margem de erro de um ponto percentual, mas Lula não aparecia na frente desde junho. Passou o desgaste? Flávio passou pelo desgaste do escândalo do Banco Master após a revelação de seu pedido de dinheiro para Daniel Vorcaro, que patrocinou o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente. O áudio em que o senador pede dinheiro foi divulgado em maio. Até abril, Lula assustava mais (47,3% a 45,4%). Em junho, a pesquisa mostrou Flávio assustando 48,4% do eleitorado, contra 42,4% do petista. A distância se encurtou em julho e o cenário mudou na pesquisa de agosto. Agora, quem enfrenta desgaste é Lula, com as investigações sobre suspeitas de tráfico de influência de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Leia mais: Brilha uma estrelinha Lulinha A pesquisa AtlasIntel indica que 67,2% dos consultados dizem ter acompanhado o caso Lulinha “de perto”, e que apenas 3,4% não tinham conhecimento — outros 29,5% disseram ter ouvido falar sobre o assunto, mas saber apenas “poucos detalhes”. Para 52,6%, Lulinha de fato “tentou influenciar decisões do governo para beneficiar esses empresários” mencionados na pergunta da pesquisa. Outros 26,3% responderam “não”. A maioria de 55,1% disse que as investigações afetam diretamente o governo Lula, e apenas 37,9% consideram que esse é um problema pessoal de Lulinha. Para 43,4%, a história de Lulinha “piora muito” a imagem do governo Lula, e 17,3% acham que “piora um pouco”. Do outro lado, estão 37,4% que acham que o caso “não afeta” o governo, e 1,9% que acreditam que a investigação “melhora” a imagem do governo Lula Sobre a candidatura de Lula à reeleição, há uma divisão maior: 36% acham que o caso Lulinha não prejudica, 34,8% acreditam que prejudica muito e 24,6% acham que prejudica um pouco. Fonte: O Antagonista

Alerta amarelo para vendaval atinge cidades de MG; saiba quais

Comunicado prevê ventos de até 60 km/h nesta segunda-feira O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou um alerta amarelo para risco de vendaval nos estados das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país nesta segunda-feira (31/8). Na rota do alerta estão 39 cidades mineiras. O alerta, segundo o Inmet, vale das 10h às 23h59 desta segunda-feira. Conforme o instituto, o vento deve variar entre 40 km/h e 60 km/h. Nessas condições, é baixo o risco de queda de galhos de árvores. O Inmet recomenda que, em caso de rajadas de vento, a população não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Veja as cidades mineiras em alerta: Água CompridaAraguariCampina VerdeCampo FloridoCanápolisCarneirinhoCascalho RicoCentralinaComendador GomesConceição das AlagoasConquistaDeltaEstrela do SulFronteiraFrutalGurinhatãIndianópolisIraí de MinasItapagipeItuiutabaIturamaLimeira do OesteMonte Alegre de MinasNova PontePedrinópolisPerdizesPirajubaPlanuraPrataRomariaSacramentoSanta JulianaSanta VitóriaSão Francisco de SalesTupaciguaraUberabaUberlândiaUnião de MinasVeríssimo O Tempo

Receita paga nesta segunda último lote de restituição do IR 2026

Fonte: Agência Brasil Cerca de 521,9 mil contribuintes receberão R$ 1,2 bilhão Cerca de 500 mil contribuintes recebem, nesta segunda-feira (31), o quarto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2026. Ao longo do dia, a Receita Federal liberará R$ 1,24 bilhão a 521.935 pessoas. O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores. A consulta está disponível desde o último dia 24, na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Do R$ 1,24 bilhão desse lote, R$ 704,12 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso. As restituições estão distribuídas da seguinte forma: Menos lotes Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto. Os dois primeiros lotes de 2026, de maio e de junho, representaram 80% das restituições previstas para serem pagas este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes. Segundo o Fisco, a agilidade no processamento das declarações e no avanço das ferramentas de modernização e automação permitiram a concentração dos pagamentos nos dois primeiros lotes. Pagamento O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes. Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.