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Prefeitura de Formiga divulga dedetização e captura de escorpiões nos cemitérios municipais

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano, divulga o cronograma de execução das ações de controle de escorpiões no município. As atividades serão realizadas nos dias 13 e 14 de outubro, nos Cemitérios do Santíssimo e do Rosário, com ações de controle, captura e instalação e verificação de iscas e dispositivos de monitoramento. No dia 13 de outubro, os trabalhos terão início às 8h, no Cemitério do Santíssimo, seguindo posteriormente para o Cemitério do Rosário. Já no dia 14 de outubro, a execução começará às 18h, no período de anoitecer, também com atendimento nos dois cemitérios. A ação busca reforçar o controle e o monitoramento da presença de escorpiões nesses locais, contribuindo para a segurança e a proteção da população.

Flávio: mudança na Constituição é sobre maioridade penal e fim da reeleição Veja vídeo

Senador Flávio Bolsonaro buscou esclarecer declaração que deu em Goiânia sobre mudar a Constituição “para redemocratizar o país O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) buscou esclarecer, nesta quarta-feira (7/10), o que seriam as mudanças na Constituição defendidas por ele para “redemocratizar o Brasil”. Questionado pelo Metrópoles, o senador afirmou que, entre as alterações que irá propor se for eleito presidente do país, estão a reforma do Judiciário, a redução da maioridade penal e o fim do instituto da reeleição. Flávio concedeu coletiva à imprensa em frente ao QG de campanha, localizado no Lago Sul, em Brasília. Ele se reuniu com integrantes da Federação União-Progressista, que oficializou apoio ao senador no segundo turno das eleições contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na ocasião, o parlamentar se referiu a uma declaração de terça-feira (6/10), durante evento em Goiânia para receber o apoio do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD). “Já temos maioria no Senado e na Câmara para a gente mudar a Constituição para redemocratizar o país”, disse. “A gente tem várias PECs que são possíveis. Tem que haver uma reforma do Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo. Isso tem que ser feito por PEC. Tem pontos aqui da reforma tributária que têm que ser alterados por PEC”, explicou. O senador também se manifestou sobre o fim da reeleição e afirmou que fica nas mãos do Congresso a definição sobre a duração do mandato de presidente da República. “Eu fiz o compromisso de não concorrer à reeleição, e é o Congresso que vai definir os critérios: se vai ser mandato de quatro, de cinco anos, se vai valer só para presidente, se vai valer para governador. Aí é o processo legislativo que vai ser respeitado, e a maioria vai decidir qual é o caminho que tem de ser feito e a reforma política que tem de ser feita”, destacou. Ataques a Lula Flávio aproveitou a oportunidade e direcionou críticas a Lula, acusando o petista de atuar por mero cálculo político e busca pelo poder em detrimento das necessidades da população. O filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu que a verdadeira prioridade deveria ser o alívio financeiro do trabalhador, por meio da redução da carga tributária sobre a folha de pagamento e do combate ao endividamento, contrapondo a sua proposta com o que classificou de “falsas promessas” do atual Executivo. “O meu projeto é deixar o pobre rico. O projeto dele [Lula] é tirar o pobre da pobreza e jogar na miséria, na dependência do governo. Eu não estou disputando poder, estou disputando o futuro do meu país”, destacou. Fonte: Metrópoles

Governo de Minas divulga resultado da recertificação de diretores de escolas da rede estadual

Fonte: Agência Minas Processo avaliou indicadores relacionados à gestão escolar e recertificou 2.096 profissionais A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) publicou, nesta terça-feira (6/10), o resultado final do Processo Interno de Recertificação Ocupacional de Diretor de Escola. Ao todo, 2.096 diretores da rede estadual foram recertificados, após avaliação de indicadores relacionados à gestão das unidades escolares.A relação dos diretores recertificados está disponível no endereço eletrônico do sistema de avaliação e monitoramento do CAEd e no sítio eletrônico da SEE-MG.A recertificação integra as ações da SEE/MG voltadas ao acompanhamento e ao fortalecimento da gestão escolar, considerando diferentes dimensões do trabalho desenvolvido pelos diretores nas escolas estaduais.Como funcionaO Processo Interno de Recertificação Ocupacional foi realizado em etapa única, a partir da análise da gestão escolar. A avaliação considerou indicadores relacionados ao desempenho pedagógico e ao contexto escolar, à regularidade das avaliações de desempenho dos servidores da escola, realizadas pelo diretor, ao desenvolvimento profissional e à regularidade da gestão financeira da Caixa Escolar.Os indicadores foram apurados pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com base em informações emitidas pela SEE/MG.Ao todo, foram distribuídos cem pontos entre os indicadores que compõem a avaliação. Para ser considerado recertificado, o diretor precisava alcançar pontuação mínima de 70 pontos.Público-alvoParticiparam do processo servidores que possuíam certificação expedida pela SEE/MG decorrente dos processos de certificação de gestores escolares regidos pelo Edital SEE nº 02/2020, de 7 de fevereiro de 2020, e/ou pelo Edital SEE nº 05/2022, de 29 de junho de 2022. Os critérios foram previstos na Resolução SEE nº 5.315/2026

OMS lança guia para enfrentar obesidade em crianças e adolescentes

Fonte: Agência Brasil Documento desaconselha remédios e cirurgia em menores de 10 anos A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou nesta quarta-feira (7) o primeiro guia de enfrentamento à obesidade em crianças e adolescentes. A prevalência da obesidade nessa faixa etária, segundo a entidade, quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%. Dados da agência das Nações Unidas especializada em saúde mostram que, em 2024, 170 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos eram obesas, incluindo 70 milhões com idade entre 5 e 9 anos e 100 milhões com idade entre 10 e 19 anos. Em nota, a OMS destacou que a obesidade figura como uma doença crônica e recorrente, cujas consequências podem surgir mesmo na infância, aumentando o risco de doenças não transmissíveis, incluindo diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. “Crianças e adolescentes com obesidade também podem sofrer estigma, discriminação e bullying. Prevenir e controlar a obesidade é fundamental para proteger a saúde física e mental de crianças e adolescentes, bem como para apoiar seu crescimento saudável, educação, bem-estar social e qualidade de vida.” Tratamento Para crianças e adolescentes obesos, a entidade recomenda intervenções estruturadas envolvendo dieta, atividade física e mudança de comportamento, realizadas individualmente ou como parte de um programa multimodal. “Intervenções de saúde digital são recomendadas condicionalmente, mediante supervisão dos pais ou cuidadores”, destacou a OMS. A organização não recomenda tratamento farmacológico, cirurgia bariátrica (que altera o tamanho do estômago e o trato digestivo) ou dispositivos para perda de peso para crianças com até 9 anos. No caso de adolescentes com idade entre 10 e 19 anos, o tratamento com medicamentos aprovados, como as chamadas canetas emagrecedoras, segundo a entidade, pode ser considerado apenas quando um programa multimodal de estilo de vida supervisionado não tiver alcançado os resultados esperados. “A cirurgia bariátrica pode ser considerada, sob condições rigorosas, para adolescentes com obesidade grave.” Saúde mental Embora não figure como foco principal das diretrizes, as recomendações também enfatizam a importância de abordar a saúde mental juntamente com a obesidade. Ansiedade, depressão, baixa autoestima e desregulação emocional, segundo a OMS, podem contribuir para hábitos alimentares pouco saudáveis, sedentarismo e isolamento social. “Profissionais de saúde devem abordar tanto a obesidade quanto questões de saúde mental de forma precoce e conjunta, utilizando estratégias inclusivas, adequadas ao estágio de desenvolvimento e que envolvam a família”, detalhou a entidade. Por fim, a organização destacou que o tratamento, por si só, não consegue reverter o aumento da obesidade e defendeu políticas e medidas que tornem dietas saudáveis ​​e atividade física mais acessíveis e com custos mais viáveis, além de ações em educação, planejamento urbano, transporte e proteção social.

Lula passa ridículo ao tentar se livrar da cumplicidade com o STF

Lula descobriu que a sua associação com o STF lhe causa dano eleitoral e agora tenta se desvencilhar do fardo de maneira patética Lula descobriu que a sua associação política com o STF lhe causa um tremendo dano eleitoral, como se viu no primeiro turno, e agora tenta se desvencilhar do fardo. Leia o que ele disse: “Só tem um candidato que é antissistema, e somos nós, não tem outro candidato. E estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte brasileira depois dessas denúncias.” É uma frase ridiculamente mentirosa. Não há ninguém mais “sistema” do que Lula e o seu partido. Por sistema, entenda-se o estatismo, o patrimonialismo, o clientelismo, o assistencialismo, a corrupção. Quanto à promiscuidade de ministros do STF, contra a qual o chefão petista nunca se indignou de verdade, quem a carrega nas costas é a sociedade, que não pode contar com um tribunal imparcial, justo, apolítico e honesto. Lula deve a sua liberdade e a sua volta ao Palácio do Planalto aos juízes que atuam em causa própria, sujando a democracia brasileira com a sua libertinagem, e dos quais agora tenta se distanciar de maneira patética. É credor também das canetadas do STF no enfrentamento ao Congresso durante o seu terceiro mandato. Refém e cúmplice do tribunal, para o qual indicou camaradas como o seu ex-ministro da Justiça e o seu ex-advogado criminal, o chefão petista contou com a colaboração recente de Alexandre de Moraes e de Cristiano Zanin para reaproximá-lo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em busca da aprovação de pautas eleitoreiras. Lula também teve o aval de Gilmar Mendes para promover o reajuste do valor pago pelo Bolsa Família durante a campanha eleitoral, um evidente abuso que visa a comprar votos de gente pobre. Pouco antes da realização do primeiro turno, Flávio Dino usurpou o papel de ministros de TSE para permitir que a mentira sobre Nossa Senhora Aparecida continuasse a circular impunemente a fim de prejudicar Flávio Bolsonaro e beneficiar o chefão petista. Por fim, para ajudar Lula e lesar o filho de Jair Bolsonaro, Gilmar e uma criatura de Dino se uniram para fazer a lambança que resultou no cancelamento do debate de candidatos na Rede Globo. A reeleição de Lula vinha sendo considerada vital para a manutenção do poder dos políticos do STF. Depois da eleição para o Senado de uma bancada que lhes é francamente hostil e que teve como promessa de campanha abrir processos de impeachment contra togados, talvez o cálculo tenha começado a ser refeito no Supremo. Se Lula for reeleito, será inviável para o chefão petista governar com uma Câmara e um Senado ainda mais oposicionistas do que na legislatura anterior. Ele teria de contar, mais uma vez, com a interferência política do STF, mas o risco da fricção com deputados e senadores agora seria muito maior para os seus ministros, uma vez que a pauta do impeachment e da reforma do Judiciário, que lhes retiraria atribuições, deixaram de ser sonho em noite de verão. Cabeças promíscuas devem estar refletindo sobre como, diante do novo contexto no Congresso, talvez seja menos inconveniente suportar Flávio Bolsonaro do que sustentar Lula, mesmo que um ministro tenha de ser sacrificado para dar alguma satisfação à sociedade, o que parece inevitável de qualquer jeito. Fonte: Metrópoles

Marinho avisa Fachin sobre Moraes: “Ninguém está acima da lei”

Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro afirma que eventual governo não fará “caça às bruxas” contra ministros do STF O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta terça-feira, 6, que levou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a mensagem de que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) não significará uma política de retaliação contra ministros da Corte. Coordenador da campanha de Flávio e líder da oposição no Senado, Marinho disse que o grupo pretende “reconstruir o país” e “normalizar a relação entre os Poderes”, mas ressaltou que isso não significa deixar de responsabilizar autoridades em caso de crimes. PL mira Moraes, mas e os outros ministros do caso Master? “Nós vamos cumprir a Constituição e a lei, nós não temos espírito de vendetta. Pelo contrário, nós queremos reconstruir o país, queremos normalizar a relação entre os Poderes”, afirmou após o encontro. Segundo Marinho, a oposição defende o respeito à separação entre os Poderes e à independência do Judiciário. Ao mesmo tempo, afirmou que o Senado não poderá se omitir diante de eventuais crimes de responsabilidade cometidos por ministros do Supremo. “Não há omissão. A Constituição é clara. O princípio da separação entre os Poderes é um elemento basilar na nossa Constituição e na nossa República”, disse. O senador defendeu uma mudança no regimento do Senado para permitir que pedidos de abertura de processos contra ministros do STF avancem independentemente da decisão do presidente da Casa. Segundo ele, mais de 100 pedidos desse tipo já foram apresentados. Marinho propôs que requerimentos assinados por 49 senadores sejam automaticamente encaminhados à Procuradoria do Senado para análise. Caso sejam identificados elementos suficientes, o processo deveria ser aberto. “Se crimes de responsabilidade forem cometidos, é evidente que eles têm que ser investigados. Ninguém está acima da lei”, afirmou. Críticas à atuação do STF Antes da reunião com Fachin, Marinho criticou o que chamou de “intervenção continuada” do Supremo na Justiça Eleitoral. Ele citou decisões e atuações dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. O senador afirmou que a oposição está preocupada com decisões que, segundo ele, estariam contornando a Justiça Eleitoral e o princípio do juiz natural. “O que nós queremos é que a população possa livremente exercer a sua cidadania, votar em quem acha que lhe representa, e quem ganhar as eleições precisa ser empossado”, disse. Marinho também afirmou que não pretende procurar, neste momento, Moraes e Dino para uma interlocução direta. Segundo ele, os dois ministros têm adotado, em sua avaliação, um “viés político”. Fim da 6×1 O senador também criticou o início da discussão, nesta terça-feira, da PEC que prevê o fim da escala 6×1 no Senado, dois dias após o primeiro turno das eleições. Para Marinho, a discussão ocorre de forma “oportunista e eleitoreira”. Ele questionou o momento escolhido para a tramitação e afirmou que a redução da jornada precisa considerar as diferenças entre as categorias profissionais. “Ninguém se nega a discutir redução de jornada, melhoria de condições de trabalho para os brasileiros de uma maneira geral. Agora, a forma como essa discussão está se dando é claramente oportunista e eleitoreira”, afirmou. O senador defendeu uma proposta alternativa, com maior flexibilidade na definição das jornadas de trabalho, e criticou a adoção de uma regra única para diferentes setores. Bolsonaro e Débora Marinho também classificou como “absolutamente desproporcional e injusta” a pena aplicada a Débora Rodrigues, condenada por participação nos atos de 8 de janeiro. Ele afirmou que Alexandre de Moraes deveria aplicar a chamada lei da dosimetria aprovada pelo Congresso. O senador voltou ainda a defender a revisão da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo Marinho, houve uma “quebra da cadeia de custódia das provas” apresentadas no processo. “Eu espero que a justiça seja feita no momento oportuno”, declarou. Fonte: O Antagonista

Interrupção no fornecimento de energia elétrica no Centro Comunitário São Geraldo

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo A Cemig informa que precisará realizar uma interrupção no fornecimento da energia elétrica na sua região, para realização de obras e manutenções programadas na rede elétrica, que vão garantir a melhoria na prestação do serviço pela companhia. – Número de Identificação da Unidade Consumidora: 2.956.268.018-42– Endereço: LMG 830, nº 265 – Bairro São Geraldo – Centro Comunitário – Cidade: Córrego Fundo– Manobra: 246526311– Desligamento 09/10/2026 – 11h30– Religamento 09/10/2026 – 17h30 É importante você saber que: Por medida de segurança, todos os equipamentos devem ser considerados energizados durante o período mencionado e você deverá desligar o seu dispositivo de proteção geral (chave/disjuntor) caso queira realizar alguma manutenção em suas instalações elétricas internas, mesmo durante o período desta interrupção. Caso os serviços de melhoria sejam concluídos antes do horário previsto, o fornecimento de energia elétrica será prontamente restabelecido. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo telefone 116.

Banco Municipal de Alimentos destina mais de 19 toneladas de alimentos a entidades socioassistenciais em setembro

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga por meio da Subsecretaria de Desenvolvimento Rural e da da Diretoria de Segurança Alimentar, encerra o mês de setembro com um importante resultado: mais de 19 toneladas de alimentos foram destinadas aos equipamentos e às entidades socioassistenciais do município. Esses alimentos chegam a quem mais precisa, contribuindo para a promoção do Direito Humano à Alimentação Adequada, o combate à fome e a redução do desperdício de alimentos. Esse resultado só é possível graças à parceria com agricultores familiares, empresas, supermercados, feira livre, produtores, parceiros e colaboradores, que fazem da solidariedade uma prática diária. A Prefeitura agradece a todos que contribuem para que o alimento que sobra encontre quem precisa! Banco Municipal de Alimentos de Formiga“Buscando onde sobra, levando onde falta!”