TSE apura programa de Flávio sem som na TV. Vídeo foi distribuído pela EBC

A EBC é a responsável por distribuir o sinal do vídeo, encaminhado pelas campanhas, que vai ao ar. Ainda não se sabe de onde veio o problema O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu uma apuração para investigar problemas de áudio na propaganda eleitoral do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), transmitida nesta segunda-feira (12/10), feriado de Nossa Senhora Aparecida. Durante a exibição, as imagens apareciam na tela, mas não era possível ouvir o áudio da campanha. De acordo com as regras da Justiça Eleitoral, a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) é a responsável por distribuir o sinal do vídeo que vai ao ar. No entanto, ainda não se sabe se a mídia estava corrompida, se a falha no som foi na hora de gerar o conteúdo ou qualquer outra hipótese. É essa informação que o TSE vai apurar: de onde veio o problema. Em nota, a EBC negou que a falha na veiculação tenha tido origem na agência e afirmou que as campanhas de Lula e Flávio fazem o uploud dos arquivos da campanha em um site de responsabilidade do pool de emissoras, organizado pela organizado pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT). “Somente o pool tem acesso à mídia e faz a conferência do material. Por razões de segurança da informação, as emissoras não recebem os arquivos com antecedência. A EBC não tem acesso aos arquivos das campanhas e, portanto, não tem meios de interferir no áudio ou em qualquer outro elemento da propaganda“, diz a EBC. Resolução do TSE explica como ocorre o processo: “As mídias de inserção para veiculação na televisão serão encaminhadas eletronicamente pelos partidos políticos, federações e coligações para cada emissora, por meio das plataformas digitais (players certificados) Extreme Reach, Cape.io, e/ou Vati, de acordo com as condições operacionais e técnicas indicadas”, diz a legislação. A distribuição desse material, que é encaminhado pelas campanhas, é feita pela EBC. No caso de Flávio, a falta de som ocorreu na propaganda publicada por volta das 13h, durante o horário eleitoral. Na sequência, a propaganda do presidente Lula (PT), adversário de Flávio no segundo turno, foi exibida normalmente, com som. A ausência de áudio gerou reclamações de telespectadores, que apontaram a diferença entre as duas transmissões. “Propaganda política do Flávio sem som, logo no dia de feriado de 12 de outubro, com a maioria do povo em casa, isso às 13h”, escreveu um internauta no X. Outro telespectador afirmou que o problema foi registrado em diferentes emissoras. “No horário da propaganda eleitoral, que começou pelo Flávio Bolsonaro, faltou áudio em todas as emissoras que transmitiam, e, na hora do partido do Lula, voltou o áudio”, relatou. A campanha de Flávio Bolsonaro informou ao Metrópoles que o arquivo enviado para divulgação estava com áudio. A equipe tenta identificar se houve erro da emissora responsável pela geração do sinal. A campanha lamentou que a falha tenha ocorrido em um feriado, dia em que muitas pessoas estão em casa e com a televisão ligada. Após o ocorrido, Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou nas redes sociais. “Hoje, pela primeira vez na história de uma campanha presidencial, o meu programa eleitoral foi transmitido sem som. É isso mesmo, mudo. O meu programa foi transmitido sem som. O do Lula tava com som, tudo ok, mas o meu, transmitido sem som. Você acredita em coincidência? Cara, não. Não acredito, não existe coincidência”, disse. A EBC ainda não se pronunciou sobre o caso. O espaço permanece aberto. Fonte: Metrópoles
Quaest e Datafolha divulgam novas pesquisas do 2º turno das Eleições 2026 nesta semana

Levantamentos vão medir a disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula a menos de duas semanas da votação Duas novas pesquisas nacionais vão medir nesta semana a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo segundo turno da eleição presidencial. A Quaest divulgará seu levantamento na quarta-feira (14), enquanto o Datafolha apresentará novos números na quinta (15). As pesquisas chegam a menos de duas semanas da votação, marcada para 25 de outubro, e permitirão observar possíveis mudanças após o início da campanha do segundo turno e a retomada da propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Quando serão divulgadas as novas pesquisas? Os dois levantamentos possuem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Pesquisa Quaest será divulgada na quarta-feira A Quaest divulgará na quarta-feira sua primeira pesquisa de intenção de voto dedicada ao segundo turno presidencial. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. Segundo as informações registradas na Justiça Eleitoral, a pesquisa ouvirá 2.154 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. Datafolha apresenta novos números na quinta-feira O Datafolha divulgará na quinta-feira a segunda pesquisa do instituto sobre o confronto entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno. O novo levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo. Serão entrevistadas 2.520 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 13 e 15 de outubro. O que mostrou a pesquisa Datafolha anterior? No primeiro levantamento do Datafolha após a definição do segundo turno, divulgado em 8 de outubro, Flávio Bolsonaro apareceu com 49% das intenções de voto, enquanto Lula registrou 45%. Os votos em branco ou nulo somaram 5%, e 1% dos entrevistados não soube responder. Considerando somente os votos válidos, Flávio tinha 52%, contra 48% de Lula. A pesquisa ouviu 2.520 pessoas nos dias 6 e 7 de outubro e também teve margem de erro de dois pontos percentuais. O registro daquele levantamento foi BR-02949/2026. Resultado do primeiro turno Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno na liderança, com 47,03% dos votos válidos. Lula recebeu 45,16%. Como nenhum candidato alcançou mais da metade dos votos válidos, os dois avançaram para a votação decisiva. O segundo turno será realizado em 25 de outubro. A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Como consultar uma pesquisa no TSE? As pesquisas eleitorais destinadas à divulgação pública precisam ser registradas na Justiça Eleitoral. As informações podem ser consultadas no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle). O registro reúne dados como contratante, valor pago, tamanho da amostra, período das entrevistas, metodologia, questionário, margem de erro e profissional responsável pelo plano amostral. Fonte: O Tempo
O SINE está aqui para conectar você ao mercado de trabalho!

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, divulga os serviços oferecidos pelo SINE para conectar trabalhadores a oportunidades e empresas a profissionais. O Sistema Nacional de Emprego oferece atendimento gratuito e integrado para quem busca uma nova oportunidade e para empresas que desejam divulgar vagas. PARA EMPRESAS Captação e divulgação gratuita de vagas; Intermediação de mão de obra, com encaminhamento de candidatos de acordo com o perfil da vaga. PARA O CIDADÃO Intermediação de vagas e encaminhamento para entrevistas; Habilitação ao Seguro-Desemprego; Orientação profissional para currículo e entrevistas; Orientação e acesso a cursos de qualificação profissional. COMO ACESSAR OS SERVIÇOS? Presencialmente: no posto do SINE, na Avenida Presidente Juscelino Kubitscheck, nº 133 – antiga sede da CDL, telefone: 37 99178 1313. É necessário apresentar RG, CPF e Carteira de Trabalho, física ou digital. Digitalmente: pelo portal Emprega Brasil ou pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital. O SINE realiza o cadastramento, a orientação e o encaminhamento do trabalhador. O processo seletivo final e a contratação são de responsabilidade exclusiva da empresa contratante. Compartilhe esta informação com quem está procurando emprego ou contratando em Formiga. SINE FORMIGAInformação, orientação e oportunidades.
Petismo novo tem um celular na mão e várias fake news na cabeça

O problema dos novos petistas não é falta de habilidade nas redes sociais, mas o fato de que as mentiras do partido não convencem mais ninguém A deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG, à direita na foto) acusou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) de disseminar fake news sobre ela, ao compartilhar postagem falsa na qual ela teria defendido o fechamento de igrejas. Mas a nova estrela petista também compartilhou desinformação sobre o incêndio na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que atribuiu ao “bolsonarismo”. A deputada eleita com pouco mais de 500 mil votos se tornou por algumas horas a esperança da trágica campanha de Lula à reeleição, mas logo ficou claro que Ana Elisa não tem condições de carregar um presidente de 80 anos nas costas, por mais que Lula tenha começado a fazer selfies. As postagens antigas da petista, com críticas a “crentes” e mensagens contra brancos, a levaram a tirar o perfil do X do ar. Ana Elisa reproduz o discurso identitário que já é velho entre os membros do PSOL, mas soou novo na boca de um petista jovem, a ponto de dar esperança ao partido. O desespero com a campanha cambaleante de Lula jogou os petistas no colo de André Janones (Rede-MG), que comanda canais de fake news com os quais a Justiça Eleitoral tenta lidar. No protesto de domingo, 11, os lulistas tentaram atribuir ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) o fechamento de uma estação de metrô na avenida Paulista durante manifestação a favor de Lula, mas o Metrô explicou que tudo não passou de um um procedimento padrão, ocorrido também durante grandes manifestações bolsonaristas na capital paulista. A dificuldade O problema do PT hoje não é exatamente a dificuldade para se comunicar nas redes sociais — esse é um problema de Lula, que transformou o partido em um culto a sua figura. A dificuldade que Ana Elisa e os novos petistas terão para convencer eleitores daqui para frente reside no fato de que o partido se desgastou demais ao contar mentiras e, hoje, consegue convencer muito poucas pessoas fora de sua própria militância. As mentiras contadas pela direita brasileira soam mais frescas depois de quase 30 anos de PT no poder, e mesmo o discurso contra a ameaça golpista foi completamente desmoralizado pela atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e Gilmar Mendes nesta eleição. A estratégia petista de tentar espelhar o que de pior tem o bolsonarismo claramente não é o bastante para vencer seus adversários. Para voltar a convencer, os petistas poderiam começar a tentar falar a verdade e fazer governos com o mínimo de responsabilidade, para não precisar mentir. Afinal, apostar em mentiras e teorias divisivas e ultrapassadas não parece estar dando certo. Fonte: O Antagonista
Mega-Sena acumula para R$ 150 milhões; confira os números sorteados

Fonte: Agência Brasil 150 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 26.095,23 cada Ninguém acertou as seis dezenas da Mega-Sena do Concurso 3.069, que foram sorteadas na manhã deste domingo (11) no Espaço da Sorte, na capital paulista. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 150 milhões para o próximo sorteio. Os números sorteados são: 05, 19, 22, 44, 47 e 57. O próximo sorteio ocorrerá na quarta-feira (14). A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
União estável não formalizada: como provar e entrar no inventário

Fonte: Agência Brasil Comprovação de entidade familiar é fundamental para garantir direitos Muitos casais vivem juntos por anos sem jamais formalizar a união em cartório. Com o falecimento de um dos companheiros, essa ausência de registro pode dificultar o acesso do sobrevivente à herança. A formalização da união estável por escritura pública ou contrato é um importante instrumento de segurança jurídica. A lei, entretanto, protege a família de fato: a união estável é a convivência pública, contínua e duradoura, estabelecida com o objetivo de constituir família, sem exigência de tempo mínimo ou de escritura. Dessa forma, o elemento central não é a existência de um documento formal, mas a comprovação de que, na realidade, havia uma verdadeira entidade familiar. A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Suzana Borges/ Arquivo Pessoal A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), explica que, quando a relação não foi formalizada, o parceiro que sobreviveu poderá precisar comprovar a existência da união para ingressar no inventário e exercer os direitos patrimoniais, sucessórios e, eventualmente, previdenciários decorrentes da relação. “Essa comprovação é normalmente construída a partir de um conjunto de elementos probatórios. Podem ser considerados, entre outros, comprovantes de residência comum, dependência financeira, inclusão como dependente em plano de saúde, contas e contratos conjuntos, aquisição compartilhada de bens, fotografias, registros de viagens, correspondências, mensagens, existência de filhos em comum e depoimentos testemunhais”, elenca a professora. Para Suzana, a ausência de formalização não afasta, por si só, os direitos decorrentes da união estável. “Ainda assim, a formalização da relação é medida recomendável, justamente porque reduz a insegurança jurídica e ajuda a prevenir conflitos sucessórios após o falecimento de um dos companheiros”. A advogada Luisa Baldi, especialista em direito de família e sucessões, da Arechavala Advogados, associada ao Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), explica que se todos os herdeiros concordarem, a união pode ser reconhecida no próprio inventário, judicial ou extrajudicial. “Havendo resistência, o companheiro deve propor ação de reconhecimento de união estável post mortem em face dos herdeiros, perante a Vara de Família, e pode requerer ao juízo do inventário a reserva do seu quinhão até a decisão final, evitando que os bens sejam partilhados sem a sua participação”, afirma a advogada. Luisa acrescenta que, reconhecida a união, o sobrevivente tem direito à meação dos bens adquiridos durante a convivência, salvo contrato em sentido diverso, e à herança nas mesmas condições do cônjuge, conforme decidido pelo Supremo Tribunal Federal, conforme o Tema 809 de repercussão geral. “Importante destacar, porém, que não há fórmula única: a suficiência das provas, a via processual adequada e a extensão dos direitos do companheiro sobrevivente dependem da análise de cada caso.”, diz Luisa. Foto: Arte/Agência Brasil Quem fica viúvo pode continuar morando no imóvel da família? A professora da UnB destaca que, em regra, sim. O ordenamento jurídico brasileiro assegura ao cônjuge sobrevivente o denominado Direito Real de Habitação, previsto no Código Civil, proteção que também é garantida pela jurisprudência ao companheiro sobrevivente. “Esse direito permite que a pessoa permaneça residindo no imóvel que servia de moradia à família, ainda que, com a abertura da sucessão, o bem passe a integrar o acervo hereditário e haja outros herdeiros com direitos sobre ele”, diz Suzana. Segundo ela, a finalidade é proteger a moradia do cônjuge ou companheiro sobrevivente, evitando que, além da perda decorrente da morte, a pessoa tenha de deixar imediatamente a residência da família. “Por essa razão, enquanto subsistir o Direito Real de Habitação, não se admite, em regra, a cobrança de aluguel pelo uso do imóvel, tampouco a exigência de sua desocupação pelos demais herdeiros”, explica a professora. Ela destaca que o Direito Real de Habitação não se confunde com a propriedade. O sobrevivente não se torna proprietário exclusivo do imóvel. “O que lhe é assegurado é o direito de nele permanecer residindo, ainda que a titularidade patrimonial do bem seja compartilhada com os sucessores”. >> Conheça os instrumentos de planejamento sucessório << Suzana acrescenta que tradicionalmente, a jurisprudência atribuiu a esse direito caráter gratuito e vitalício. Mais recentemente, contudo, passou-se a admitir, em hipóteses excepcionais, uma análise mais cuidadosa das circunstâncias concretas do caso. “Essa flexibilização jurisprudencial decorre da necessidade de compatibilizar o Direito Real de Habitação com a sua própria finalidade social. Nesse contexto, podem adquirir relevância elementos como a capacidade financeira do sobrevivente, a existência de outros imóveis ou patrimônio suficiente para lhe assegurar moradia digna, bem como a condição econômica e pessoal dos demais herdeiros”, pondera Suzana. “Não se trata, evidentemente, de afirmar que a existência de renda ou patrimônio seja suficiente, por si só, para afastar o direito. A mitigação permanece excepcional e exige uma ponderação entre os interesses juridicamente protegidos, especialmente o direito à moradia, a proteção da família, a função social da propriedade e os direitos patrimoniais dos herdeiros”, acrescenta a professora da UnB. De acordo com Suzana, a evolução jurisprudencial demonstra que o Direito Real de Habitação continua a representar importante mecanismo de proteção do cônjuge ou companheiro sobrevivente, mas sua aplicação não deve ser inteiramente dissociada das circunstâncias concretas de cada núcleo familiar. Advogada Luisa Baldi, da Arechavala Advogados, especialista em Direito de Família e Sucessões. Luisa Baldi/ Arquivo Pessoal A advogada Luisa Baldi pondera que é comum que, após o falecimento, herdeiros, especialmente filhos de outro relacionamento, pressionem pela venda do imóvel em que o casal residia ou passem a cobrar aluguel do sobrevivente. A lei, porém, assegura ao cônjuge sobrevivente, qualquer que seja o regime de bens, o direito real de habitação sobre o imóvel destinado à residência da família, proteção que a jurisprudência estende ao companheiro em união estável. “Trata-se de direito gratuito e vitalício, que decorre diretamente da lei e independe de registro. O sobrevivente pode permanecer no imóvel sem pagar aluguel aos herdeiros, ainda que não seja proprietário, e esse direito não prejudica a meação ou a parte da herança que eventualmente lhe caiba. Ele prevalece inclusive diante dos demais herdeiros e de eventuais compradores do imóvel”, afirma Luisa. A