Lula: “Não vou comprar um celular; não tenho dinheiro”

Provocado pelo deputado federal André Janones para entrar em canal de WhatsApp, presidente alegou que vai usar o aparelho da Janja O presidente Lula afirmou, em vídeo gravado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), que “não tem dinheiro” para comprar um simples aparelho celular, embora tenha declarado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de 4,7 milhões de reais. A fala ocorreu durante uma convocação de Janones para que eleitores de Lula entrem no canal de WhatsApp “Exército do Lula“. Na gravação, o parlamentar afirma que o próprio presidente iria comprar um celular e dar instruções no canal caso atingisse 5 milhões de inscritos. Lula, então, respondeu. “Eu não vou comprar [um celular] porque eu não tenho dinheiro. Eu vou pegar o da Janja emprestado e vou entrar [no grupo]”. Entre a lista de bens declaradas por Lula, ele afirma ter 3,3 milhões de reais aplicados em Previdência Privada e cinco imóveis e terrenos que, somados, chegam a 739 mil reais. Nunes Marques libera Exército de Lula O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, reconsiderou a própria decisão que estabelecia um prazo de 48 horas para o retorno do canal “Exército do Lula”. A Meta, dona do WhatsApp, será responsável por restabelecer o canal de transmissão. O canal havia sido suspenso por determinação do próprio ministro. Na terça-feira, 13, Nunes Marques já havia autorizado a retomada do “Exército do Lula”, após a campanha do petista registrar o endereço eletrônico no processo de candidatura. Nunes Marques tomou a decisão mais recente após uma nova reunião com integrantes das campanhas de Lula e de Flávio Bolsonaro (PL). Os dois lados concordaram em buscar formas de reduzir a judicialização da disputa eleitoral e apresentaram demandas conjuntas às plataformas digitais. As campanhas acordaram a criação de um prazo de três horas para que uma candidatura corrija irregularidades apontadas pela adversária antes de uma eventual ação judicial, além da elaboração de uma lista de processos do primeiro turno que poderão ser suspensos. No entanto, as duas candidaturas ainda não chegaram a um consenso sobre as regras para o funcionamento de canais de apoiadores nas redes sociais, em meio à crise provocada pela suspensão do “Exército do Lula”. Fonte: O Antagonista
Prefeitura convida times e associações para reunião sobre o Campeonato de Futebol Amador PROAF

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Subsecretaria de Esporte, convida todos os times e associações esportivas para uma reunião de organização do Campeonato de Futebol Amador PROAF (Projeto de Atletismo e Futebol). Data: 20 de outubroHorário: 19hLocal: EMART – Escola Municipal de Artes Maestro ZezinhoEndereço: Rua 13 de Maio, nº 84 – Centro Durante o encontro, serão definidos pontos como as equipes participantes, os locais dos jogos, os dias e horários das partidas e a entrega das fichas de inscrição. A participação dos times e associações é fundamental para alinhar a organização do projeto e fortalecer o esporte de base no município, incentivando a formação de jovens por meio da prática esportiva. A Prefeitura de Formiga conta com a participação de todos.
Trilhas de Futuro abre inscrições para 7ª edição com cerca de 50 mil vagas em cursos técnicos

Fonte: Agência Minas Programa do Governo de Minas, coordenado pela Secretaria de Estado de Educação, oferece 130 cursos e chega a 181 municípios; alunos recebem ajuda de custo As inscrições para a 7ª edição do Trilhas de Futuro começaram na manhã desta quinta-feira (15/10). Serão oferecidas cerca de 50 mil vagas gratuitas em 130 cursos técnicos, com oportunidades distribuídas em 181 municípios de Minas Gerais. Os interessados devem realizar a inscrição pelo site www.trilhasdefuturo.mg.gov.br, onde também é possível consultar os cursos disponíveis e as cidades participantes. O cadastro estará disponível até 30/10/2026. O programa oferece ajuda de custo de R$ 20 por dia para alimentação e transporte, mediante comprovação de frequência nas aulas. Coordenado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), o programa busca aproximar a formação profissional das oportunidades existentes em cada região do estado. Ou seja, forma mão de obra qualificada com base no que as regiões precisam e permite que jovens tenham melhores oportunidades no mercado de trabalho sem que eles precisem migrar para outras localidades.Podem participar estudantes que, em 2027, estarão matriculados no 2º ou 3º ano do ensino médio, incluindo Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI) e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Quem já concluiu o ensino médio e deseja realizar uma formação técnica também está apto. Importante ressaltar que os cursos não são exclusivos para alunos e ex-alunos da rede estadual. “Nesta 7ª edição, ampliamos a oferta de cursos e chegamos a novos municípios, fortalecendo uma formação técnica conectada às demandas do mercado de trabalho e às perspectivas de desenvolvimento de Minas Gerais. É mais uma forma de preparar nossos jovens e demais públicos atendidos pelo programa para construir seus projetos de vida e ampliar suas possibilidades profissionais”, destaca o secretário de Estado de Educação, Daniel Medrado. Expansão A 7ª edição aumentou a oferta de cursos em 21 municípios mineiros. Entre as cidades que agora oferecem o programa estão Conceição das Alagoas, Salto da Divisa, Serra do Salitre e Tiros.Outro destaque da nova edição é a diversificação das formações disponíveis. A base de cursos habilitados passa de 118 para 130, com a inclusão de opções como Artesanato, Fruticultura, Imagem Pessoal, Metrologia, Rádio e Televisão, Serviços Públicos, Serviços de Restaurante e Bar e Terapias Holísticas. Também estão na grade de opções cursos técnicos de Administração, Enfermagem, Açúcar e álcool, Agricultura, Biocombustíveis, Estética, Farmácia, Eletrônica, Automação industrial, Manutenção e suporte de informática e Cuidados com idosos. Formação profissional A definição da oferta do Trilhas de Futuro utiliza uma metodologia de priorização que reúne informações sobre emprego e renda, vínculos formais de trabalho, dinâmica econômica, investimentos previstos, setores estratégicos e oferta existente de Educação Profissional e Tecnológica.Esse trabalho envolve a atuação integrada da SEE/MG, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese). A articulação conecta as informações sobre educação, mercado de trabalho e desenvolvimento econômico para direcionar a formação profissional às necessidades de Minas Gerais. Sobre o Trilhas Lançado em 2021, o Trilhas de Futuro já contabiliza 1,9 milhão de inscrições e mais de 112 mil profissionais formados, enquanto outros 91,4 mil estudantes estão com a formação em andamento. Ao longo das seis primeiras edições, o programa alcançou 178 municípios, com 397 instituições credenciadas e 115 cursos disponíveis, a partir de um investimento total de R$ 2,7 bilhões.Para 2027, estão previstas cerca de 50 mil vagas. Após o período de inscrições, o processo de alocação dos candidatos está previsto para ocorrer de 17/11 a 2/12. As matrículas regulares com as instituições deverão ser realizadas entre 3 e 21/12/2026, e o início das aulas está previsto para abril de 2027.
Flávio Bolsonaro mira redução da maioridade penal e aliado propõe punição a partir dos 14 anos

Emenda apresentada pelo senador Rogério Marinho prevê responsabilização penal aos 16 anos e aos 14 em casos de crimes graves O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, apresentou, nesta quarta-feira (14/10), uma emenda à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública, para reduzir a maioridade penal no Brasil. O texto prevê responsabilização criminal a partir dos 16 anos, com redução para 14 anos em casos de crimes graves. A emenda propõe alterar o artigo 228 da Constituição, que atualmente estabelece a inimputabilidade penal para menores de 18 anos. Pela proposta, adolescentes a partir dos 14 anos poderão responder criminalmente por crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações ou associações criminosas, além de outros delitos definidos em lei. Em vídeo divulgado sobre a iniciativa, Flávio Bolsonaro criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e questionou o conteúdo da PEC da Segurança Pública, em análise no Senado. “Bateu desespero no Lula, nunca fez nada pela segurança pública, agora faltando poucos dias da eleição, ele tenta emplacar a PEC da segurança pública. O nome é bonitinho, né? Mas sabe que o conteúdo que vem de lá é nada”, afirmou. O candidato também defendeu a inclusão da redução da maioridade penal na proposta em discussão no Congresso Nacional. “Então vamos aprimorar essa proposta que tá hoje sendo votada no Senado e vamos fazer uma emenda muito importante. Finalmente vamos botar uma emenda pra redução da maioridade penal para 16 anos”, declarou. Flávio ainda afirmou que a iniciativa representa uma antecipação das mudanças defendidas por sua campanha. “A mudança já começou e muito antes de Flávio Bolsonaro ser presidente, a gente já vai começar a consertar esse Brasil. Então vamos embora, pela redução da maioridade penal já”, disse. Marinho defende endurecimento da legislação Na justificativa da emenda, Rogério Marinho argumenta que o atual sistema de medidas socioeducativas é insuficiente para responsabilizar adolescentes envolvidos em crimes graves, como homicídio, latrocínio e estupro. O senador sustenta que a mudança deve considerar a gravidade do delito e a idade do adolescente, em vez de estabelecer um limite único para a responsabilização penal. Marinho também afirma que as regras atuais favorecem o aliciamento de adolescentes por organizações criminosas, que se aproveitariam da inimputabilidade penal para recrutar menores de idade. Para justificar a proposta, o parlamentar cita um levantamento do Datafolha realizado em junho de 2026, segundo o qual 79% dos entrevistados apoiariam a redução da maioridade penal. Mudança depende de aprovação no Congresso A redução da maioridade penal já havia sido discutida durante a tramitação da PEC da Segurança Pública na Câmara dos Deputados, mas ficou fora do texto encaminhado ao Senado. A emenda apresentada por Marinho busca incluir novamente o tema na proposta. A alteração, no entanto, ainda depende de aprovação do Congresso Nacional. Por se tratar de uma mudança constitucional, o texto precisa receber o apoio de três quintos dos parlamentares, em dois turnos de votação na Câmara e no Senado. A apresentação da emenda não altera imediatamente as regras de responsabilização penal de adolescentes, que continuam submetidos à legislação vigente. Fonte: O Tempo
Emater e Prefeitura incentivam a criação de aves em Córrego Fundo

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo A Emater-MG (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais) e a Prefeitura de Córrego Fundo, por meio do Departamento de Agricultura, realizou mais uma compra conjunta de pintainhas para incentivar a avicultura caipira no município. Segundo o técnico da Emater-MG em Córrego Fundo, Marcos Roberto de Souza, a criação de aves para corte e postura é uma alternativa para a agricultura familiar e para produtores com pequenas áreas. A atividade tem investimento inicial relativamente baixo, manejo acessível e atende à demanda por proteína de origem animal. Além da aquisição das pintainhas, os produtores recebem orientações sobre os cuidados necessários nos primeiros dias de vida das aves e podem contar com acompanhamento técnico quando necessário. A supervisora do Departamento de Agricultura, Bruna Eliza da Silveira, destaca que a avicultura caipira vem crescendo no município. Para ela, incentivar a atividade e facilitar o acesso dos produtores a insumos de qualidade são ações importantes para o desenvolvimento da produção rural local.
O porte de carro urbano esconde 290 litros de porta-malas, mas levar malas e passageiros continua exigindo uma escolha de volumes

O compartimento de um hatch pequeno atende às compras e viagens curtas, mas malas rígidas e ocupação dos bancos mudam o aproveitamento. Um hatch feito para ruas apertadas não precisa ter um porta-malas simbólico. O Renault Kwid oferece 290 litros de espaço atrás do banco traseiro, mantendo os cinco lugares disponíveis. A medida ajuda na rotina de compras, mas as dimensões de malas rígidas e a ocupação da cabine exigem atenção. O que representam os 290 litros do porta-malas? Os 290 litros representam a capacidade volumétrica do compartimento traseiro com a segunda fileira em posição de uso. Essa referência permite comparar bagageiros, mas não descreve, isoladamente, a largura da abertura ou a altura disponível para uma mala rígida. A carroceria curta do Kwid privilegia facilidade de circulação e estacionamento. Sacolas flexíveis acompanham melhor os contornos internos; caixas largas e carrinhos de bebê dependem de medidas que não aparecem no número de litros. Carro 0 km da Renault custa R$ 82.790, leva cinco pessoas e coloca motor de 71 cv em um dos menores modelos do Brasil É possível levar cinco pessoas e bagagem ao mesmo tempo? O Renault Kwid possui cinco lugares e conserva o porta-malas de 290 litros quando os assentos traseiros estão preparados para passageiros. Assim, o espaço para as compras fica separado dos ocupantes, sem necessidade de desmontar a área de acomodação. A quantidade efetiva de bagagens depende do formato e do peso dos objetos. Cinco ocupantes também aumentam a massa transportada; é necessário respeitar a lotação e a carga permitidas, sem preencher a cabine com volumes soltos. O que muda quando o banco traseiro é rebatido? Ao rebater os bancos posteriores, o Kwid amplia o espaço de carga para até 1.100 litros na configuração divulgada pela fabricante. Esse resultado utiliza uma área da cabine que normalmente estaria reservada às pessoas, portanto não corresponde ao uso com cinco ocupantes. A configuração do espaço interno do Kwid diferencia claramente as duas capacidades. O rebatimento beneficia caixas mais compridas e objetos ocasionais, desde que não prejudiquem a visão do motorista ou o posicionamento dos bancos dianteiros. Três situações mostram a diferença de configuração: Especificação Leitura prática Impacto no uso Banco em uso290 litros no bagageiro Passageiros atrás podem viajar Uso cotidiano Banco rebatido Até 1.100 litros disponíveis Área traseira vira espaço de carga Mais versatilidade Malas rígidasMedidas próprias do objeto Abertura pode restringir a entrada Conferir dimensões Por que duas malas podem ocupar o espaço de formas diferentes? Uma mala grande pode desperdiçar cantos do compartimento, enquanto bolsas menores conseguem ocupar intervalos entre objetos. O aproveitamento depende da largura, da profundidade e da altura do bagageiro, além da posição permitida pela tampa traseira. Por isso, uma caixa com volume inferior a 290 litros não cabe necessariamente no veículo. Se uma de suas dimensões superar a abertura, não será possível acomodá-la mesmo que a soma de litros pareça favorável. Quais cuidados ajudam a organizar o compartimento? Malas mais pesadas devem ficar estáveis, sem se deslocar durante frenagens. Objetos menores podem preencher espaços laterais, mas nenhum volume deve impedir o fechamento correto da tampa ou ultrapassar os limites de transporte do veículo. Nas compras de supermercado, distribuir os produtos também evita que itens frágeis recebam peso excessivo. Para uma pequena viagem, conferir cada mala antes de sair costuma ser mais útil do que estimar a ocupação apenas por litros. O espaço fica mais funcional com medidas simples: Conferir altura, largura e profundidade das malas rígidas Posicionar volumes pesados de maneira estável no piso Manter livre a visão do motorista e a movimentação dos bancos Reservar os assentos traseiros somente para passageiros ou carga, conforme a configuração Quando os 290 litros atendem melhor ao cotidiano? O Kwid aproveita o bagageiro para sacolas, mochilas e malas pequenas sem comprometer os lugares de uso habitual. A configuração serve especialmente para tarefas urbanas em que os objetos podem ser organizados dentro de um espaço relativamente curto. Nas viagens, o limite aparece quando todos os bancos estão ocupados e as bagagens aumentam. O número oficial é um ponto de partida: formato, quantidade e segurança da acomodação determinam o aproveitamento real. Fonte: O Antagonista