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1,60, 1,70 e 1,80: qual é o peso ideal para cada altura, segundo a OMS

A balança pode mostrar apenas um número, mas a avaliação do peso em adultos leva em conta também a altura. A balança pode mostrar apenas um número, mas a avaliação do peso em adultos leva em conta também a altura. Para estabelecer uma referência, a Organização Mundial da Saúde (OMS) utiliza o índice de massa corporal (IMC), calculado pela divisão do peso, em quilos, pela altura ao quadrado. Para adultos, o intervalo de IMC entre 18,5 e 24,9 é classificado como peso normal. Como descobrir a faixa de peso pela altura? O cálculo do IMC permite estimar uma faixa de peso correspondente ao intervalo considerado normal. Quanto maior a estatura, maior também será a faixa de peso associada ao mesmo intervalo de IMC. Veja os principais exemplos apresentados na matéria: Referência de peso Como descobrir a faixa de peso pela altura? A altura ajuda a estabelecer uma faixa de peso de referência com base no IMC. Confira três exemplos e veja como os valores mudam conforme a estatura. ALTURA 1,60 m Faixa aproximada 47,4 – 63,7 kg ALTURA 1,70 m Faixa aproximada 53,5 – 72 kg ALTURA 1,80 m Faixa aproximada 59,9 – 80,7 kg Atenção: os valores são referências calculadas pelo IMC para adultos e não representam, sozinhos, um diagnóstico ou um “peso ideal” individual. Esses números representam uma referência matemática para adultos e não significam que exista um único “peso ideal” para cada altura. Quem mede 1,60 m deve pesar quanto? Para uma pessoa adulta com 1,60 m, o intervalo de IMC entre 18,5 e 24,9 corresponde aproximadamente a 47,4 a 63,7 kg. Abaixo desse intervalo, o IMC fica inferior a 18,5; a partir de 64 kg, entra na faixa de sobrepeso pelo critério utilizado. Já valores a partir de aproximadamente 76,8 kg correspondem a um IMC de 30 ou mais, classificação associada à obesidade. E para quem tem 1,70 m ou 1,80 m? Em 1,70 m, a faixa correspondente ao IMC considerado normal fica aproximadamente entre 53,5 e 72 kg. Em 1,80 m, o intervalo sobe para cerca de 59,9 a 80,7 kg. Os limites mudam porque o cálculo considera a altura ao quadrado. Por isso, comparar apenas o número indicado pela balança, sem levar em conta a estatura, pode dar uma interpretação equivocada. Por que o peso da balança não conta toda a história? O IMC é uma ferramenta de triagem e não consegue mostrar quanto do peso de uma pessoa corresponde a gordura, músculo ou massa óssea. Uma pessoa com grande quantidade de massa muscular, por exemplo, pode apresentar IMC elevado sem necessariamente ter excesso de gordura corporal. Por esse motivo, a avaliação não deve se limitar a uma tabela de peso. Medidas como a circunferência da cintura e outros fatores podem complementar a análise do estado de saúde. Fonte: O Antagonista

Anvisa proíbe lotes irregulares de medicamento para esclerose múltipla

Empresa que distribuiu o medicamento não tem autorização para atuar no mercado farmacêutico desde outubro A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta sexta-feira (25/9), a comercialização de dois lotes do medicamento Ocrevus (ocrelizumabe) 300 mg/10 ml, usado no tratamento de esclerose múltipla. A empresa que fez a distribuição do medicamento, Laf Med Distribuidora de Medicamentos e Materiais Hospitalares Ltda., não tem autorização para atuar no mercado farmacêutico desde outubro do ano passado. Por isso, a Anvisa não tem como garantir que tenham sido mantidas as condições sanitárias necessárias à conservação e à integridade do medicamento ao longo de toda a cadeia de distribuição. Determinação da agência é para a apreensão de dois lotes: H7953B14 e H7953B06. Segundo a Anvisa, eles tinham como destino original outros países, mas foram distribuídos no Brasil. A Laf Med Distribuidora de Medicamentos e Materiais Hospitalares já tinha sido autuada por distribuir medicamentos falsos no passado. Fonte: Metrópoles

Projeto Acolhe Formiga mantém atendimento à população em situação de rua

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), dá continuidade às ações do Projeto Acolhe Formiga voltadas às pessoas em situação de rua. O serviço oferece acolhida, escuta e acompanhamento, de acordo com as necessidades de cada pessoa atendida. A equipe realiza orientações e encaminhamentos para acesso à documentação, aos serviços socioassistenciais, à saúde, a benefícios e a outras oportunidades. O trabalho também envolve a articulação com órgãos públicos e instituições parceiras, buscando respostas conjuntas para situações de vulnerabilidade e violação de direitos. O atendimento respeita a história e as escolhas de cada pessoa, com o objetivo de ampliar o acesso a direitos, fortalecer vínculos quando possível e apoiar a construção de novos caminhos. O Projeto Acolhe Formiga segue em atividade. Para informações, entre em contato pelo telefone (37) 3329-1848.

TST diz que greve dos Correios não é abusiva

Fonte: Agência Brasil Tribunal ainda ordenou a volta ao trabalho nesta sexta-feira (25) O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu nesta quinta-feira (24) que a greve dos trabalhadores dos Correios não é abusiva, mas determinou que a categoria volte ao trabalho a partir desta sexta-feira (25).  A decisão foi proferida durante o julgamento dissídio coletivo da greve da categoria, que havia sido suspenso na segunda-feira (21). Além de determinar o retorno imediato, a Seção de Dissídios Coletivos negou pedido da estatal para reconhecer abusividade da greve e autorizou a compensação dos dias parados. Dessa forma, não haverá desconto dos dias não trabalhados, mas os trabalhadores terão de compensá-los. A decisão foi tomada por maioria de votos. Ficaram vencidos os ministros Ives Gandra Martins Filho, Caputo Bastos e a ministra Maria Cristina Peduzzi, que defendiam a declaração de abusividade da paralisação. Ao final do julgamento, o presidente da Corte, ministro Vieira de Mello Filho, disse que os Correios possuem uma grande estrutura e que não ficou demonstrado o argumento da empresa de haver abusividade no movimento paredista. “Como reconhecer abusividade nesse caso? Primeiro, que a dimensão territorial do país. Segundo que o número de agências do país é um número enorme. Eles atendem aos locais mais recônditos do país. E um ou outro interdito não quer dizer que houve o bloqueio efetivo”, afirmou. O ministro disse ainda que é a legislação assegura o direito de greve aos trabalhadores, incluindo o de atuar para convencer os trabalhadores a aderirem ao movimento e que não foi constatado o descumprimento de determinações judiciais. Após o anúncio da decisão, os sindicatos da categoria informaram que vão se reunir para decidir se voltarão às atividades amanhã.  O movimento grevista teve início no dia 10 de setembro. Segundo a Federação dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos e das Empresas de Comunicações (Findect), a deflagração aconteceu após as negociações da campanha salarial deste ano terminarem sem acordo. Durante a greve, o TST determinou a manutenção de 80% do efetivo de empregados nas operações da empresa.  A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria dos Correios e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação. 

Luschinger ordenou depósitos a servidores do governo Lula?

Ministério do Desenvolvimento contratou empresário ligado à lobista após depósitos A empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ordenou que seu motorista fizesse pagamentos em dinheiro vivo a dois servidores do Ministério do Desenvolvimento Social, segundo o Estadão. As movimentações foram identificadas pela Polícia Federal (PF). Os depósitos foram realizados em 2023 para o secretário-executivo adjunto do ministério, Ranniêr Costa Ciríaco, e para o coordenador do cerimonial do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, José Martinho Ferreira de Araújo. Seis meses após os pagamentos, a pasta fechou um contrato com um empresário do setor de tecnologia representado por Roberta. Diálogo De acordo com a PF, em 2 de junho de 2023, Roberta pediu que Ulisses Barbosa, seu auxiliar pessoal e motorista, fosse até seu quarto, pegasse uma sacola com dinheiro e separasse R$ 60 mil. Ulisses alertou que “esse montante tem que ser diluído para depositar… pq o banco faz uma série de questionamentos”. Em reposta, a lobista escreveu: “são em várias contas”. Roberta então informou duas contas e pediu que fossem depositados R$ 20 mil em cada uma. No início da tarde, Roberta escreveu novamente para o auxiliar, solicitando que também fossem repassados outros R$ 20 mil para uma terceira conta, e questionou: “Ontem deixaram um pacote aí? Se sim, vc faz mais 20 nessa”. Os dados eram de contas de Ranniêr, José Martinho e de uma parente dele. Cerca de uma hora depois de receber os números das contas, o motorista informou que estava no banco e havia sido alertado de que valores acima de R$ 50 mil destinados a um mesmo CPF entram na mira do Banco Central. “Já aciona tipo um alerta lá. Só avisando”, escreveu Ulisses. Na sequência, ele encaminhou os comprovantes dos depósitos de R$ 20 mil e escreveu: “feito”. O que dizem as defesas A defesa da empresária afirmou que não se manifestaria “sobre vazamentos ilegais e sem a mínima comprovação, que servem apenas para efeito eleitoral às vésperas do sufrágio”. Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Social negou “que tenha havido qualquer tipo de favorecimento na licitação de serviços de backup de tecnologia, que foi realizada por meio de pregão eletrônico — modalidade em que vence a empresa a apresentar o menor preço durante disputa feita com absoluta transparência”. Fonte: O Antagonista

APAC promove vacinação de cães e gatos neste sábado em Córrego Fundo

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo A Associação Protetora dos Animais de Córrego Fundo (APAC), juntamente com a Associação Parceria, de Juiz de Fora/MG, e com apoio da Prefeitura Municipal, promoverá uma ação de vacinação de cães e gatos neste sábado, 26 de setembro, das 9h às 13h, ou enquanto durarem as doses. O evento será realizado na Praça Vigário João Ivo, no centro. Serão aplicadas vacinas importadas. Para cães, serão administradas as vacinas V8 e/ou V10, que protegem contra cinomose, parvovirose, coronavirose, hepatite infecciosa, parainfluenza e leptospirose. Para gatos, serão aplicadas as vacinas V3 e/ou V4, que protegem contra panleucopenia, rinotraqueíte, calicivirose e clamidiose. Haverá também vacinação antirrábica para cães e gatos. O contato para informações é Maria, pelo telefone (037) 99941-3269.

Simples Nacional: 1,4 mil entidades cobram candidatos por correção dos limites

Fonte: Agência Brasil 61 Manifesto liderado pela CACB alerta para a defasagem do teto do faturamento dos MEIs, micros e empresas de pequeno porte Entidades empresariais brasileiras cobraram dos candidatos às eleições deste ano um posicionamento sobre a atualização dos limites do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). O manifesto intitulado “Um Brasil que não pode ser esquecido”, liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), já conta com a adesão de cerca de 1,4 mil federações e associações nacionais. Segundo o texto, os pequenos negócios somam cerca de 24 milhões de empresas no Brasil, representam 95% das empresas ativas do país, respondem por 26,5% do PIB e foram responsáveis por 80% das vagas de trabalho geradas em 2025. No entanto, as entidades alertam que os limites de faturamento dos MEIs, das microempresas e das empresas de pequeno porte estão congelados desde 2018, sem qualquer correção pela inflação acumulada no período, mesmo com o aumento dos custos para produzir, contratar e manter um negócio aberto. “Não se trata de criar um novo benefício ou privilégio. Trata-se de impedir que a inflação, silenciosamente, transforme pequenos negócios em empresas tributariamente maiores sem que tenham experimentado crescimento real”, pontua o documento. “Simples”? O Simples Nacional é o regime tributário simplificado destinado a microempresas e empresas de pequeno porte, unificando o pagamento de tributos e reduzindo a burocracia para quem empreende. A última atualização foi aprovada em 2016 pelo Congresso Nacional, mas passou a valer só 2 anos depois. Os limites atuais são:●MEI: R$ 81 mil; ●Microempresa: R$ 360 mil; e●Empresa de pequeno porte: R$ 4,8 milhões. A CACB defende a atualização imediata dos tetos em cerca de 83% nos valores de enquadramento: o do MEI passaria para R$ 144,9 mil, o da microempresa iria para R$ 869,4 mil, e o da empresa de pequeno porte subiria para R$ 8,69 milhões. Além da correção pontual, a entidade defende a criação de uma regra permanente de atualização automática pelos índices de inflação, prevista em lei, para evitar que a defasagem volte a se acumular. Segundo cálculos da confederação, a medida teria potencial para gerar mais de 869 mil empregos e movimentar R$ 81,2 bilhões na economia. Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021 discute o reajuste dos microempreendedores individuais para R$ 110 mil em 2026 e para R$ 140 mil a partir de 2027. As entidades patronais pressionam para que a atualização das demais faixas do Simples Nacional sejam incluídas, e o relatório do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC) deve atender ao pedido. Sillas Souza Cezar, economista e pesquisador do Laboratório de Governo (LabGov) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH/USP), avalia que o obstáculo hoje é político. “É preciso encontrar um texto. Esse texto depende de negociação entre as lideranças, que vão ouvir as suas bases, os empresários, incluir isso na pauta e negociar, porque tem setor que quer uma coisa, tem setor que quer outra coisa. Depois disso resolvido, equacionado, segue a tramitação legislativa. Tecnicamente dá, politicamente, eu acho um pouco difícil”, alerta. O ponto de maior atrito é o impacto fiscal da medida. O Ministério da Fazenda estima impacto de aproximadamente R$ 50 bilhões nas contas públicas caso todas as faixas de enquadramento do Simples sejam contempladas. Já para o aumento específico do teto do MEI, a equipe econômica calcula custos de R$ 8,1 bilhões aos cofres públicos até 2029. Diante da falta de acordo, o presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu adiar para depois das eleições a votação do PLP 108/2021. “No Brasil, tudo muda, tudo corrige, mas a tabela do Simples não. Estamos desde 2018 com essa tabela sem nenhuma atualização e estamos pleiteando a correção pela inflação. Essa mudança vai ajudar muito os empreendedores a não se desenquadrarem, para que possam continuar, mesmo atingindo o limite, trabalhando, gerando renda e sem precisar paralisar seus negócios”, ressalta Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), foi taxativo ao afirmar que o empresariado rejeita a ideia de aprovar somente a correção para MEIs. Segundo Cezar, a indefinição sobre o perfil fiscal do próximo governo, tanto na propensão de gastar quanto no foco arrecadatório, também pesa na decisão. “Para o próximo ano, a gente não sabe se a gente vai ter um governo mais gastão ou menos gastão. A gente não sabe se o Flávio vai ser mais ou menos gastão, uma vez que o Bolsonaro, apesar do discurso de reduzir gasto, expandiu. E a gente também não sabe se o Lula, se ganhar, vai reduzir os gastos ou vai manter o ritmo. Então, há uma incerteza aí.” Impactos O impacto da demora já é sentido no país. No Pará, cerca de 300 empresas associadas à Associação Comercial de Belém, cerca de 25% do total, estariam enfrentando dificuldades para permanecer no regime simplificado. Segundo o presidente da entidade, Isan Palmeira, no período de quase 10 anos no qual não há atualização dos limites de faturamento do Simples Nacional, muitos produtos mais que dobraram de preço. Como consequência, muitas companhias acabam sendo empurradas para a informalidade ou fecham as portas. O calendário também agrava a urgência. O prazo para adesão ao enquadramento tributário deste ano se encerra em 30 de setembro, mas a expectativa é de que a eventual correção do teto de faturamento só venha a ser definida em outubro, depois da data-limite para a decisão dos empreendedores. Para a CACB, corrigir o Simples Nacional não é conceder privilégio, mas reparar uma defasagem que penaliza quem gera trabalho e renda no país. Enquanto o impasse entre Congresso e governo não se resolve, o manifesto resume o recado das entidades aos futuros governantes: o pequeno empreendedor não pode ser lembrado apenas na eleição — precisa estar no centro da agenda econômica do Brasil. VEJA MAIS:

Em 30 anos, obesidade triplica e atinge 1/4 da população adulta

Fonte: Agência Brasil Brasil foi o país latino-americano com maior crescimento do índice Um estudo publicado neste mês no site da revista Lancet mostra que a prevalência de obesidade no país em adultos mais do que triplicou no período de 1990 a 2023. A pesquisa é parte da série de estudos Carga Global de Doenças (GBD, do inglês Global Burden of Disease) e mostra que, entre os adultos com 25 anos ou mais de idade, a prevalência passou de 7,8% para 27,7% no período de três décadas. O Brasil foi o país que apresentou maior crescimento entre os 17 países latino-americanos pesquisados. Somando-se todos os casos de excesso de peso, que incluem sobrepeso e obesidade, a prevalência no país subiu de 40,3%, em 1990, para 66,8%, em 2023. Ou seja, dois em três brasileiros estavam acima do peso normal para a altura. Junto com a Colômbia, o Brasil foi a nação com maior crescimento na parcela da população com excesso de peso (69%), na América Latina, região que teve um aumento médio de 47% no período. O sobrepeso e a obesidade são calculados com base em um índice de massa corporal (IMC) que considera a relação entre peso e altura. O sobrepeso é o degrau logo acima do peso normal, ou seja, quando o IMC se situa entre 25,00 e 29,99. Já a obesidade é um degrau acima do sobrepeso, quando o IMC é de 30,00 ou mais. Mudança de hábitos Segundo a pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Deborah Carvalho Malta, que participou da elaboração do estudo, esse aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade é reflexo da mudança nos hábitos, como alimentação e a prática de exercícios físicos. De acordo com ela, nas últimas décadas, o Brasil vem passando por uma transição nutricional, com dois resultados antagônicos, com redução dos níveis de desnutrição e piora na qualidade da alimentação.  “Houve melhoras das condições reais de vida, de acesso a alimentos, de melhora da merenda escolar, com muitas políticas importantes de proteção social, incluindo o Bolsa Família, com uma melhora real também do salário mínimo. Então, isso faz com que a desnutrição seja cada vez mais um problema residual”, afirma Deborah. Por outro lado, houve também uma piora na qualidade dos alimentos consumidos pela população como um todo. “A gente tem visto uma substituição dos alimentos saudáveis pelos alimentos não saudáveis, como os ultraprocessados. Porque são mais baratos, tem um marketing muito grande da indústria, são alimentos palatáveis, com altos teores de gordura, de açúcar e de sódio, mas com um sabor que as crianças e os adultos gostam. E são de fácil preparo, é só abrir a caixinha”, ressalta a pesquisadora. Ela explica, por exemplo, que estudos têm mostrado a queda no consumo do feijão, leguminosa considerada uma importante fonte de proteínas, fibras, vitaminas e minerais, como ferro, cálcio, magnésio, potássio e fósforo. De acordo com a pesquisadora, é preciso haver políticas de estímulo à alimentação saudável, como o aumento da taxação sobre produtos ultraprocessados (como refrigerantes) e a redução de impostos sobre alimentos saudáveis, como carnes, frutas, verduras, hortaliças, arroz e feijão. “Isso vai fazer muita diferença na mesa do brasileiro, especialmente o brasileiro de renda mais baixa”. Segundo Deborah, é importante também estimular o aleitamento materno até os dois anos de idade e garantir a oferta de alimentos saudáveis na merenda escolar. Sedentarismo Sedentarismo cresceu entre a população adulta – José Cruz/Agência Brasil Outro fenômeno apontado pela pesquisadora é o aumento do sedentarismo da população, que se exercita menos e está mais exposta a telas de celulares, computadores e televisão. “Essa combinação, da dieta com a atividade física, ela é muito determinante do aumento do excesso de peso. E é uma combinação ocidental, onde você piora sua alimentação e se torna mais sedentário”. Ela destaca que é importante reverter o excesso de peso, com a oferta de alimentação saudável e a prática de exercícios físicos, ainda na infância. “É muito mais difícil você reverter uma obesidade adquirida na infância. Então, essa criança [obesa] tem também uma predisposição muito maior não só para ter obesidade na vida adulta, como também doenças crônicas não transmissíveis. Então, é muito importante a gente ter uma atenção especial para a obesidade na infância”, alerta Deborah. A pesquisadora, que é médica pediatra e doutora em saúde coletiva, destaca que o excesso de peso está ligado ao desenvolvimento de diversas enfermidades crônicas, como doenças cardiovasculares, renais, osteomusculares e vários tipos de câncer. Além disso, há um efeito psicológico na autoestima da pessoa.

Como a regra de limite de estrangeiros vai impactar Atlético e Cruzeiro a partir de 2027

Atualmente, Galo possui nove estrangeiros no elenco e a Raposa oito; limite passará a ser cinco em 2030 Atlético e Cruzeiro terão que ficar atentos ao mercado de transferências a partir de 2027. Na última segunda-feira (21/9), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e os clubes das séries A e B aprovaram uma redução gradual no limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida nas competições nacionais. Atualmente, cada equipe pode utilizar até nove atletas nascidos fora do Brasil, número que cairá para oito no próximo ano e será reduzido gradativamente até chegar a cinco em 2030. A mudança impacta diretamente o planejamento dos dois clubes mineiros, que possuem elencos recheados de estrangeiros. O Atlético é quem terá que lidar com a situação de maneira mais imediata. Atualmente, o Galo possui nove estrangeiros no elenco principal, justamente o limite permitido em 2026: os equatorianos Angelo Preciado, Alan Franco e Alan Minda; os argentinos Tomás Pérez e Tomás Cuello; os colombianos Kevin Castaño e Mateo Cassierra; o uruguaio Thiago Borbas; e o guineense Mamady Cissé. Com a redução para oito em 2027, o Atlético não poderia relacionar todos eles em uma mesma partida. Entretanto, o time alvinegro terá um ‘alívio’ já ao fim dessa temporada, com o término dos empréstimos de Pérez e Borbas. Já Kevin Castaño possui vínculo por empréstimo até o meio de 2027 e uma cláusula de obrigação de compra caso alcance 30 partidas pelo clube. O valor previsto é de US$ 5 milhões por 65% dos direitos do colombiano. O Atlético ainda possui outros dois estrangeiros emprestados. Iván Román está cedido ao Colo-Colo, do Chile, até o fim de 2027, enquanto Fausto Vera defende o River Plate. O clube argentino possui opção de compra pelo volante e deve ficar em Buenos Aires. Cruzeiro também está próximo do limite A mudança também terá reflexos no planejamento do Cruzeiro. A Raposa possui atualmente oito estrangeiros no elenco principal e já está no limite por partida a partir de 2027: os argentinos Lucas Villalba, Gabriel Rojas e Lucas Romero; os uruguaios Matías Viña e Lucho Rodríguez; os colombianos Luis Sinisterra e Néiser Villarreal; e o equatoriano Keny Arroyo. Entre eles, Viña é o único com vínculo apenas até o fim desta temporada. O lateral-esquerdo chegou à Toca da Raposa por empréstimo e ainda não estreou oficialmente pelo clube.  O Cruzeiro também possui estrangeiros emprestados a outras equipes: o volante paraguaio Fabrízio Peralta e o atacante argentino Lautaro Díaz. Os dois pertencem à Raposa e também precisam ser considerados no planejamento para as próximas temporadas. Redução será gradual até 2030 A mudança aprovada pela CBF prevê uma redução gradual nos próximos anos. A ideia é passar o limite dos atuais nove estrangeiros para oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e cinco a partir de 2030. A medida foi baseada, segundo a CBF, em um estudo que apontou redução de 40% nos minutos disputados por jogadores com menos de 23 anos no futebol brasileiro desde a ampliação do limite de estrangeiros. A entidade também aprovou mudanças nas listas de inscritos para aumentar a presença de atletas sub-23. Fonte: O Tempo

TRANSPORTE DE ELEITORES – ELEIÇÕES 2026

Fonte: Prefeitura de Formiga O Município de Formiga e o Tribunal Regional Eleitoral informam as rotas e os horários do transporte gratuito, no dia 4 de outubro de 2026, para eleitores da zona rural das comunidades de Raiz, Serrinha e Morro Cavado, que não possuem urna eletrônica. Confira a arte com os percursos, horários e locais de embarque e desembarque e programe-se para a votação.