7 de Setembro: Direita protesta contra Lula e Alexandre de Moraes; esquerda faz atos sociais

Fonte: Agência Brasil Atos ocorreram em diferentes cidades e tiveram reivindicações distintas, com oposição ao governo Lula e ao STF, além de apelo trabalhistas e sociais Manifestações de grupos de direita e de esquerda movimentaram diferentes cidades brasileiras nesta segunda-feira (7), durante o feriado de 7 de Setembro. Os atos ocorreram em todas as regiões do país e tiveram pautas distintas, com críticas ao governo Lula e ao Supremo Tribunal Federal (STF) entre os grupos de oposição e reivindicações sociais e trabalhistas entre os movimentos ligados à esquerda. No campo da direita, estavam previstos atos em pelo menos 15 municípios. As principais críticas foram dirigidas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ministro do STF Alexandre de Moraes. A maior mobilização ocorreu em São Paulo, na Avenida Paulista, onde o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), participou de um ato ao lado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A manifestação teve como um dos principais motes as críticas a Lula e a Moraes. Conforme estimativa do Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e da More in Common , o ato na paulista reuniu cerca de 28,5 mil pessoas. Flávio iniciou o discurso com o grito de “Fora Lula e fora Moraes”, mantendo uma das principais bandeiras da direita no Brasil. Durante a fala, o senador também afirmou que pretende retirar Alexandre de Moraes do cargo. “Aquela laranja podre não pode contaminar toda a Corte. O Supremo não é Alexandre de Moraes, o Judiciário não é Alexandre de Moraes”, disse. Os protestos ganharam força após a quebra do sigilo e a divulgação de mensagens atribuídas ao ministro e a Daniel Vorcaro. Durante os atos, manifestantes também demonstraram apoio a André Mendonça, que o grupo considera uma voz de contraponto às decisões recentes do Supremo. Tumulto na Paulista A Polícia Militar reforçou o policiamento na Avenida Paulista durante as manifestações. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira, não houve registro de incidentes graves, até o fechamento desta reportagem. Um dos episódios ocorreu na esquina da Rua Peixoto Gomide com a Alameda Santos. Segundo informações publicadas pelo Estadão, um grupo tentou entrar em uma área destinada a manifestantes de outra orientação política. A PM e a Guarda Civil Metropolitana atuaram para separar os grupos. Vídeos publicados nas redes sociais mostram o momento do confronto e o uso de bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes. Outros atos com presença de candidatos à Presidência São Paulo também recebeu manifestações de outros candidatos à Presidência. Renan Santos, do Missão, participou de um ato no Obelisco do Ibirapuera. Romeu Zema, do Novo, esteve em uma caminhada pela Avenida Paulista durante a manhã. As duas manifestações tiveram críticas ao STF e a ministros da Corte. Na ocasião, Renan Santos discursou em tom crítico contra às elites. Para ele, a classe deixa o país “destruído” e se conforma com a corrupção e a violência urbana.“A nossa elite é um lixo. As pessoas que comandam as posições de poder no Brasil merecem o lixo que se tornou o nosso país. Elas são corresponsáveis por isso. Elas são o fracasso”, pontuou. Já Romeu Zema prometeu acabar com as decisões monocráticas do STF, ou seja, que são tomadas individualmente por um ministro, sem análise do plenário ou de uma das turmas do Supremo. “Quero também acabar com as decisões monocráticas. Vamos ter que debater: a assinatura de um ministro do Supremo valer mais do que a de 50 senadores ou de 400 deputados? Será que isso é democracia ou é outra coisa?”, questionou. Ronaldo Caiado (PSD) passou o feriado em Goiás. Pela manhã, o candidato acompanhou o desfile cívico realizado na Avenida Tocantins, no centro de Goiânia. Durante a agenda, Caiado fez críticas à política de segurança pública do atual governo e afirmou que Lula “entregou” o país ao crime organizado. “Como é que o presidente Lula vai defender a soberania, se ele entregou [o país] às facções criminosas?”, declarou. VEJA MAIS: No Rio de Janeiro, Augusto Cury (Avante) participou de uma caminhada em Copacabana. O grupo saiu do Posto 6 e seguiu pela orla até o Posto 5, onde o candidato fez um discurso. A campanha apresentou o ato como uma defesa da pacificação e de uma alternativa à polarização política. À imprensa, Cury defendeu “transparência” e “independência” na Suprema Corte. Na ocasião, ele afirmou que toda investigação deve ser realizada, “doa a quem doer”.“Todo funcionário público, eleito ou não, tem um patrão: o contribuínte. E ele quer satisfação. No STF ninguém deve ser poupado. Tem que ser investigado e, se não for provado nenhuma culpa estão livres. Mas, se tiver, tem que haver condenação”, disse. Em Brasília, dois atos organizados por grupos de oposição ocorreram paralelamente ao desfile de 7 de Setembro. Os manifestantes pediram a saída de Lula e de Alexandre de Moraes e criticaram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não pautar um pedido de impeachment contra o ministro do STF. Um dos protestos ocorreu em frente ao prédio do Banco Central e o outro no estacionamento da Funarte. A manifestação foi convocada pelo Novo e contou com a presença de candidatos da sigla ao Senado, entre outras figuras políticas. O PL também organizou um dos movimentos. Além de São Paulo, Brasília, Goiânia e Rio de Janeiro, manifestações de oposição ao governo foram registradas ou previstas em cidades como Recife (PE), Salvador (BA), Maceió (AL), Ilhéus (BA), Natal (RN), Teresina (PI), João Pessoa (PB), Belo Horizonte (MG), Volta Redonda (RJ), Ibirama (SC) e Porto Alegre (RS). Atos da esquerda pelo país Movimentos ligados à esquerda também organizaram manifestações em diferentes estados. Em São Paulo, a principal concentração ocorreu na Praça da Sé. Entre as pautas defendidas pelos manifestantes estavam o fim da escala de trabalho 6×1, a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), investimentos em educação pública de qualidade, o combate ao feminicídio e a outras formas de violência contra as mulheres, além do enfrentamento ao racismo e à LGBTfobia.
Com 120 cv e 17,5 kgfm, hatch automático de R$ 122.690 faz de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos e leva até 930 litros

A configuração intermediária combina motor turbo, câmbio automático e bom volume de carga, mantendo equipamentos de conforto e segurança. O hatch automático pode combinar desempenho e praticidade sem partir para a versão mais cara da linha. O Hyundai HB20 Limited 1.0 TGDI custa R$ 122.690 em preço público sugerido e entrega 120 cv, 17,5 kgfm, 0 a 100 km/h em 10,7 segundos e até 930 litros com o banco rebatido. O que a versão Limited entrega por R$ 122.690? O Limited 1.0 TGDI ocupa uma posição intermediária na gama e traz ar-condicionado automático digital, chave presencial Smart Key, piloto automático, sensor de estacionamento traseiro e partida em rampa. O preço informado é o público sugerido para o ano-modelo 2026/2027. Por fora, a configuração utiliza rodas de liga leve de 16 polegadas, enquanto a cabine recebe painel digital TFT LCD de 10 polegadas. A proposta fica acima das configurações mais simples sem chegar ao pacote mais completo da versão Platinum. Hyundai deixa HB20 0 km por R$ 92.140 e coloca painel digital, piloto automático e motor 1.0 em um dos hatches mais conhecidos do Brasil Como os 120 cv aparecem nas acelerações? O motor Kappa 1.0 TGDI tem três cilindros, turbo e injeção direta. Com etanol, entrega 120 cv a 6.000 rpm; com gasolina, são 115 cv. O torque máximo é de 17,5 kgfm nos dois combustíveis, disponível a 1.500 rpm. A Hyundai informa 0 a 100 km/h em 10,7 segundos e velocidade máxima de 190 km/h. O torque chegando cedo ajuda principalmente em saídas e retomadas, enquanto a potência maior aparece conforme o motor sobe de rotação. Os principais números mecânicos ficam assim: 120 cv com etanol e 115 cv com gasolina 17,5 kgfm a partir de 1.500 rpm Câmbio automático de seis velocidades 190 km/h de velocidade máxima informada Como o porta-malas chega a 930 litros? Com os bancos em posição normal, o porta-malas tem 300 litros pelo padrão VDA. Ao rebater o banco traseiro, a capacidade divulgada no catálogo sobe para até 930 litros, ampliando bastante o espaço disponível para objetos volumosos. Isso permite alternar entre uma configuração voltada aos passageiros e outra destinada à carga. O ganho é especialmente útil para malas, caixas e equipamentos maiores, embora os 930 litros dependam do rebatimento dos bancos traseiros. O câmbio automático de seis marchas favorece a rotina? A transmissão automática tem seis velocidades e trabalha em conjunto com o motor turbo. As relações permitem administrar a força disponível em diferentes velocidades, enquanto o motorista fica dispensado das trocas manuais e do pedal de embreagem. O conjunto também possui sistema Stop & Go. Em congestionamentos, o motor pode ser desligado temporariamente quando o carro está parado e voltar a funcionar quando o freio é liberado, buscando reduzir consumo em situações de tráfego intenso. Quais equipamentos destacam o Limited diante das versões simples? Além do painel digital de 10 polegadas, o Limited recebe central blueMedia de 8 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio. Também há Bluelink, entrada USB tipo A e USB-C para carregamento rápido. Na segurança, são seis airbags, ABS com EBD, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, câmera de ré, sensor traseiro e fixação ISOFIX com top tether. Equipamento Limited Função Painel LCD 10 polegadas. Informações da condução Multimídia blueMedia 8 polegadas. Conectividade sem fio Segurança Proteção da cabine Seis airbags. Proteção de série O Limited é equilibrado para quem não precisa da versão Platinum? A configuração reúne os principais elementos para uso diário: motor turbo, câmbio automático, seis airbags, câmera de ré, painel digital e central de 8 polegadas. O pacote ainda mantém rodas de 16 polegadas e ar-condicionado automático. O catálogo oficial do HB20 Limited TGDI confirma os números e equipamentos do modelo 2026/2027. Para quem não precisa dos recursos adicionais da Platinum, a configuração intermediária concentra desempenho, conforto e segurança. O espaço extra compensa a proposta de hatch compacto? Os 930 litros com o banco rebatido mudam a função do compartimento de carga sem transformar o carro em um veículo maior. Na configuração normal, os 300 litros atendem ao uso cotidiano e preservam os lugares traseiros. O Hyundai HB20 mantém dimensões de hatch compacto, com 4,015 metros de comprimento e entre-eixos de 2,530 metros. O resultado é uma configuração intermediária que combina desempenho suficiente, conveniência automática e capacidade de carga variável. Fonte: O Antagonista
Minas tem 637 mil eleitores analfabetos e é o líder no país

Estado está à frente da Bahia e de São Paulo e encabeça ranking no Sudeste s chega às eleições de 2026 com 637.785 eleitores analfabetos, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles representam 3,89% dos 16,3 milhões de eleitores mineiros. Em números absolutos, o estado lidera no país, à frente da Bahia e de São Paulo. O peso do estado entre os eleitores analfabetos é superior à sua participação no eleitorado nacional. Minas reúne 10,3% de todos as pessoas aptas a votar no país, mas concentra 11,6% dos registrados como analfabetos. No Sudeste, a diferença é ainda maior. Embora responda por 24,7% do eleitorado da região, Minas concentra 41,3% dos eleitores analfabetos. Os números fazem parte de um levantamento feito pela equipe de dados de O TEMPO. Mas como escolher um candidato sem conseguir ler propostas, notícias ou mensagens de campanha? Para parte desses eleitores, a informação chega por outros caminhos: televisão, vídeos e áudios no celular, conversas com familiares, amigos e pessoas de confiança. Na hora de votar, números, rostos e memória ajudam a substituir as palavras escritas. Aos 30 anos, Marcus Vinícius Rodrigues de Barros é um desses eleitores. Ele não sabe ler nem escrever, além de assinar o próprio nome. Mecânico de motos, aprendeu sozinho a profissão e hoje mantém uma oficina, na comunidade rural de Chaves, em Itambacuri, no Vale do Mucuri. Quando o assunto é política, combina informações que recebe pelo celular com a opinião de pessoas em quem confia. “Eu vou muito pelo povo, né? O povo falar que é bom, eu apoio. ‘Aquele fulano é bom, tem que votar nele.’ Então vamos embora”. O celular, porém, aumentou sua autonomia. Se recebe uma mensagem escrita, pede que a pessoa mande um áudio. Vídeos de candidatos também ajudam. “Pelo celular também vejo falar. Aí eu pego pelo que a pessoa falou e pelas campanhas que eu vejo pelo celular”, conta. Se as palavras escritas são uma barreira, os números não são. Marcus sabe fazer contas, lidar com dinheiro e memorizar os números dos candidatos. No dia da eleição, também usa santinhos como referência para chegar à urna sabendo em quem votar. “Eu pego os santinhos de cada e voto lá certinho”, garante. “No jornal fala tudo” Aos 72 anos, Virgínia do Amaral de Paula, moradora do Alto Vera Cruz, em Belo Horizonte, também não lê, mas diz que ninguém escolhe seu candidato por ela. Sua principal fonte de informação é a televisão. “No jornal ensina muita coisa, né? No jornal fala tudo”, diz. Virgínia frequentou a escola dos 7 aos 11 anos, aproximadamente, mas deixou os estudos, sem dominar a escrita e a leitura, para cuidar dos irmãos enquanto a mãe trabalhava. Casou-se aos 14 anos e trabalhou principalmente com limpeza e em casas de família. Na política, diz confiar na memória e na própria avaliação sobre o desempenho dos candidatos. “A gente analisa o que ele está fazendo.” Familiares, igreja ou lideranças comunitárias, afirma, não determinam seu voto. Segundo Mayra Goulart, cientista política e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), recorrer a pessoas de confiança não é uma particularidade de quem não sabe ler. “Não são só os eleitores com dificuldade de acesso à informação escrita que dão importância à mediação de familiares e lideranças locais. Eles são atalhos cognitivos usados por todos os cidadãos”, destaca. Para Mayra, o analfabetismo cria barreiras para acessar e organizar informações, mas isso não significa incapacidade política. “A gente também não pode ser preconceituoso com esse cidadão, achando que ele é menos capaz de definir seu voto”, acrescenta. Quem é considerado analfabeto? Segundo o IBGE, é considerada analfabeta a pessoa que declara não saber ler e escrever um bilhete simples no idioma que conhece. Quem aprendeu, mas esqueceu, ou apenas assina o próprio nome também entra nessa definição. Já os 637.785 citados nesta reportagem são especificamente eleitores que constam no cadastro do TSE com grau de instrução “analfabeto”. Marcus e Virgínia conseguem assinar o nome, mas não leem. Na vida cotidiana, isso significa depender de outras pessoas em diferentes situações. Virgínia, por exemplo, tem dificuldade para circular sozinha por lugares desconhecidos. “Eu não conheço Belo Horizonte. Praticamente nasci em Belo Horizonte, mas eu não conheço, porque eu não sei andar.” Ela memoriza números de ônibus, mas não consegue ler nomes de ruas. Também precisa de ajuda inicialmente para identificar medicamentos. O WhatsApp trouxe alguma independência. “Não escreve para mim não, pelo amor de Deus. Manda um áudio”, costuma pedir. Voto é facultativo A Constituição determina que o alistamento eleitoral e o voto são facultativos para pessoas analfabetas. A facultatividade também vale para jovens de 16 e 17 anos e maiores de 70. Isso não significa que esse eleitorado fique fora das pesquisas de intenção de voto. Segundo Audrey Dias, cientista política e coordenadora de Pesquisa do DATATEMPO, pessoas analfabetas com título fazem parte do universo pesquisado. “Os eleitores analfabetos não são excluídos e são representados na categoria de escolaridade correspondente, de acordo com a proporção existente no eleitorado.” Aos 72 anos, Virgínia reúne duas condições de voto facultativo: é analfabeta e tem mais de 70. Ainda assim, não pretende deixar de participar. “Eu posso ficar com 90. Se eu for até lá, posso estar com 90 que eu quero votar. Isso aí eu não vou perder nunca”, diz a eleitora idosa. Fonte: O Tempo
Empresas inadimplentes somam 9,2 milhões em julho, revela Serasa Experian

Fonte: Agência Brasil 61 Dívidas somaram R$ 238,6 bilhões e setor de serviços tem mais da metade de empreendimentos negativados; Sudeste concentrou maior volume de empresas inadimplentes, com destaque para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro O número de empresas negativadas chegou a 9,2 milhões em julho de 2026, segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian. No período, o total de dívidas não pagas atingiu 67,2 milhões, somando R$ 238,6 bilhões. O setor de serviços registrou o maior percentual de empreendimentos negativados e o maior volume de negócios com dívidas em atraso foi registrado na Região Sudeste. Os dados apontam que, em média, cada negócio inadimplente acumulou 7,3 contas negativadas, com dívida média de R$ 25.983,88 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.551,59. Conforme o levantamento, as micro e pequenas empresas concentraram a maior parcela dos CNPJs negativados, com 8,7 milhões. O grupo concentrou 60,5 milhões de dívidas, que somaram R$ 206 bilhões. Segundo o levantamento, cada micro e pequena empresa acumulou 6,9 contas negativadas, com dívida média de R$ 23.574,33 e ticket médio de R$ 3.403,77. Setores que devem e perfil das dívidas Do total de empresas que estavam com as contas negativas em julho, 55,8% eram do setor de “Serviços”. Na sequência apareceram “Comércio” (32,1%), “Indústria” (8,0%) e o segmento “Primário” (1,0%). Já em relação à origem das dívidas vencidas, o maior volume ficou com “Serviços” (31,7%), seguido por “Bancos/Cartões” (19,7%). Na sequência apareceram “Cooperativas” (8,5%), “Utilities” (6,9%) e “Telefonia” (6,2%). As instituições financeiras, que abrangem “Bancos/Cartões” e “Financeiras”, concentraram 24,3% das pendências, enquanto 75,7% estavam fora desse grupo. Recorte regional Em julho de 2026, a Região Sudeste registrou o maior volume de empresas inadimplentes. O destaque é para o estado de São Paulo, com 3.147.102 CNPJs com dívidas. Em seguida está Minas Gerais, com 915.410 e Rio de Janeiro, com 870.189. Na sequência apareceram Paraná, com um total de 607.497 empresas no vermelho, e Rio Grande do Sul, com 533.041. Indicador O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas calcula o número de empresas brasileiras que estão com contas vencidas e que não constam pagamento. Para a mensuração, uma empresa é considerada inadimplente quando possui ao menos um compromisso financeiro vencido e cujo não pagamento foi formalmente comunicado pelo credor. De acordo com o Serasa Experian, a apuração é feita com base nas notificações registradas até o último dia do mês de referência.
EXPO FORMIGA 2026: Garanta seu Ingresso Antes da Virada de Lote

Com informações da Expo Formiga A Expo Formiga 2026 se aproxima e a procura por ingressos já demonstra o tamanho do evento. Diversos setores estão com disponibilidade limitada, e os ingressos estão esgotando rapidamente. Para aqueles que ainda não garantiram sua presença, a recomendação é agir com urgência. Dia 08 de setembro, ocorre a virada de lote, elevando o valor dos ingressos. Não deixe para a última hora. O evento, que ocorre de 10 a 13 de setembro, contará com rodeio em touros pela Equipe Rozeta, resgatando uma das maiores tradições da cidade. Garanta agora e assegure sua experiência.
Córrego Fundo participa de mostra de turismo rural em Formiga

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo Representantes de Córrego Fundo participaram da 1ª Mostra de Turismo Rural, no dia 26 de agosto, realizada na Fazenda Vista Alegre, em Formiga. O evento apresentou os trabalhos desenvolvidos ao longo do Programa de Agente de Turismo Rural, realizado pelo Sistema FAEMG/SENAR e pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Formiga, com apoio das Prefeituras de Córrego Fundo e Formiga. Estiveram presentes os seguintes representantes do município: o prefeito Danilo Oliveira Campos, o secretário municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo, Elder Junio de Melo, e a presidente do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), Franciane Roberta da Silva. Durante a mostra, foi apresentado o Centro das Gerais, iniciativa que busca fortalecer a conexão com o coração de Minas Gerais, valorizando as paisagens rurais, os sabores artesanais, as tradições, a hospitalidade e as potencialidades turísticas da região.
Torcida do Cruzeiro faz protesto no Mineirão após eliminação em clássico

Após a eliminação na Copa do Brasil, para o Atlético-MG, a torcida cruzeirense protestou contra o elenco, Artur Jorge e o diretor de futebol O torcida do Cruzeiro estendeu faixas pelas ruas de Belo Horizonte, em forma de protesto após a eliminação do clube na Copa do Brasil, para o rival Atlético-MG. Frases como “elenco caro e pipoqueiro” foram avistadas na Avenida Abrahão Caram, que dá acesso ao Mineirão. O Atlético-MG se classificou para a semifinal da competição ao vencer a Raposa de virada, por 2 x 1, nessa terça-feira (1º/9), na Arena MRV. No jogo de ida, disputado no Mineirão, o clássico terminou em 1 x 1. Além da crítica geral ao elenco, os torcedores também direcionaram o protesto ao técnico Artur Jorge. A faixa com o escrito “burro e covarde” foi usada para atacar o treinador. O comandante do time foi bastante reprovado pelas substituições feitas no segundo tempo, ao tirar Matheus Pereira, Kaio Jorge e Gerson de campo. Quem também ficou na bronca da torcida foi o diretor executivo de futebol do clube celeste. “Spindel veio pra que? Rua!!!”, dizia a faixa da torcida. A eliminação na Copa do Brasil aconteceu duas semanas após o Cruzeiro também cair na Libertadores, para o Flamengo, nas oitavas de final. Fonte: Metrópoles
Marina cobra explicações de Moraes e defende afastamento temporário

Marina cobra explicações de Moraes e defende afastamento temporário A deputada Marina Silva (Rede-SP), ex-ministra do Meio Ambiente do Governo Lula, afirmou nesta quarta-feira, 2, que as revelações sobre a relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com o empresário Daniel Vorcaro “são gravíssimas e precisam ser esclarecidas”. Em vídeo publicado nas redes sociais, Marina disse que Moraes deve prestar esclarecimentos “com toda a transparência” e defendeu o afastamento temporário do ministro como forma de preservar o Supremo e garantir seu direito de defesa. “O ministro Alexandre de Moraes precisa se explicar com toda a transparência que a gravidade dos fatos exige”, afirmou. Para a deputada, o afastamento deveria ocorrer dentro do devido processo institucional. Segundo ela, a medida permitiria que Moraes se defendesse sem comprometer a imagem da Corte. “Considero que o afastamento temporário do ministro Alexandre de Moraes, seguindo o devido processo institucional, pode ser a melhor maneira de ele exercer plenamente seu direito de defesa e, ao mesmo tempo, preservar o Supremo Tribunal Federal”, declarou. Marina, no entanto, afirmou que o episódio não pode ser utilizado para atacar o STF ou a democracia. Ela também criticou uma eventual instrumentalização eleitoral das revelações. “Precisamos também impedir que esse episódio seja instrumentalizado eleitoralmente ou usado por aqueles que querem deslegitimar o Supremo Tribunal Federal e atacar as nossas instituições”, disse. A deputada também questionou a atuação do ministro André Mendonça no caso envolvendo Vorcaro e Flávio Bolsonaro. Segundo Marina, há uma discussão a ser feita sobre os critérios adotados por Mendonça, especialmente diante do sigilo mantido na investigação. “O caso do filme sobre Jair Bolsonaro, envolvendo Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro, continua sob sigilo. Por que o ministro Mendonça não adotou ali o mesmo critério?”, questionou. Na avaliação de Marina, a preservação das instituições depende de transparência e aplicação uniforme das regras. “Ninguém está acima da lei”, escreveu na legenda da publicação. A deputada defendeu uma investigação que respeite o devido processo e tenha critérios iguais para todos. “É assim que protegemos a democracia e as instituições”, afirmou. Fonte: O Antagonista
DOE SANGUE. SALVE VIDAS. E VAMOS FESTEJAR JUNTOS!

Fonte: Prefeitura de Formiga Nos dias 03 e 10 de setembro, a Secretaria Municipal de Saúde realiza uma mobilização especial pela doação de sangue. Como forma de valorizar e agradecer esse gesto de solidariedade, os participantes da ação receberão em forma de Gratidão 1 ingresso de pista para a Expo Formiga ( Uso no dia 11 ou 12). Mais do que uma campanha, queremos formar uma grande corrente pela vida: mobilizar novos doadores, fortalecer os estoques de sangue e reconhecer quem dedica um pouco do seu tempo para ajudar quem precisa. 03 e 10 de setembro – Quinta-FeiraParticipe da mobilização e faça sua doação no PACE DE FORMIGAReceba em forma de gratidão 1 ingresso de pista para a Expo FormigaPrimeiro, a gente celebra a vida. Depois, vamos festejar juntos! Secretaria Municipal de Saúde | Prefeitura de Formiga
Carteira Nacional Docente já pode ser solicitada por professores; saiba quem tem direito

Documento reconhece o exercício da profissão em instituições públicas e privadas de todo o país e dá acesso a vários programas; CNDB tem validade de dez anos Professores em exercício em instituições de ensino públicas ou privadas de todo o país já podem solicitar a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB), documento oficial do Ministério da Educação (MEC) criado para reconhecer o exercício da profissão e garantir acesso a benefícios do programa Mais Professores para o Brasil. A carteira é destinada a docentes da educação básica e superior. O documento oficial do Ministério da Educação (MEC) que garante benefícios específicos do programa Mais Professores para o Brasil, como acesso a ferramentas de trabalho, cartões de crédito com condições específicas para os docentes, descontos em hotéis, além de lojas físicas e de e-commerce credenciadas. A solicitação da CNDB é realizada exclusivamente por meio digital, no sistema oficial do Programa Mais Professores para o Brasil, por meio da Carteira Nacional Docente do Brasil. A CNDB é um documento oficial que conta com mecanismos de segurança e um QR Code personalizado para que estabelecimentos de todo o Brasil possam conferir a sua validade. Segundo o Ministério da Educação, cerca de 2,7 milhões de professores poderão solicitar a carteira. Para solicitar a CNDB, os professores precisam estar com o CPF regular junto à Receita Federal e possuir cadastro ativo no e-Social pelo empregador. Confira o passo a passo para solicitar a CNDB: Benefícios Entre os benefícios para os professores estão acesso a ferramentas de trabalho, cartões de crédito com condições específicas para os docentes, descontos em hotéis e facilitação do uso da meia-entrada em eventos culturais, como cinemas, teatros e shows. Também há descontos em lojas físicas e de e-commerce credenciadas, por meio da iniciativa #TôComProf, que já conta com mais de 40 empresas físicas e on-line, de bancos e farmácias a aplicativos de alimentação e cursos de pós-graduação. Mais Professores O Mais Professores para o Brasil é uma iniciativa com ações integradas voltadas ao magistério e ao incentivo à docência no país, estruturada em cinco eixos principais: 1) Valorização, que reúne benefícios exclusivos para professores da educação básica pública, oferecidos por meio de parcerias interministeriais, com bancos públicos e empresas parceiras, e no qual está inserida a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB); 2) Prova Nacional Docente (PND), exame anual destinado a professores interessados em utilizar seus resultados em processos seletivos de secretarias estaduais, municipais e distrital de educação; 3) Pé-de-Meia Licenciaturas, forma de entrada na profissão que oferece bolsa mensal a estudantes de cursos superiores que formam educadores; 4) Portal Formação, ambiente virtual com oferta de cursos de graduação, pós-graduação e formação continuada; e 5) Bolsa Mais Professores, voltada ao ingresso na carreira docente em áreas com carência de professores. Fonte: O Tempo