Comissão da Câmara aprova redução da maioridade penal para 16 anos

Fonte: Agência Brasil A PEC recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários na CCJ A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 32/15) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos no Brasil. A PEC recebeu 44 votos favoráveis e 18 contrários. O aval da comissão representa o primeiro passo da tramitação da proposta, que agora seguirá para análise de uma comissão especial antes de ser votada em dois turnos, no Plenário da Casa. A aprovação do parecer favorável do relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), ocorreu após mais de duas horas de intenso debate. Para o relator, a medida é juridicamente viável, não viola as chamadas cláusulas pétreas da Constituição Federal, nem tratados internacionais. A conclusão de Assis foi rebatida por deputados contrários à iniciativa, que argumentam que os direitos da infância e da juventude são cláusulas pétreas que não podem ser alteradas salvo com uma nova constituinte. “Esta é uma cláusula pétrea da Constituição. Ou seja, só pode ser modificada com uma nova Constituição. E não estamos aqui falando de uma nova Constituição, mas sim de alterar a atual, modificando uma cláusula que não pode ser alterada”, alegou o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), para quem a PEC, se aprovada no Congresso Nacional, será barrada no STF. “Não podemos iludir a população de que isto vai prosperar. Não vai. Vai chegar no STF e vai parar. E teremos feito um grande debate apenas com cunho eleitoral”, acrescentou Veneri. Resposta populista A deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP) endossou a tese de que a redução da maioridade penal é uma resposta populista, eleitoreira e que não resolverá os graves problemas da segurança pública. “O pressuposto é que, com a entrada destes jovens no sistema penitenciário, e não mais no sistema socioeducativo, teremos uma punição mais severa e à altura das infrações que eles cometeram. Isto é uma mentira. O índice de reentrada no sistema socioeducativo é de 23%. No sistema prisional é de 42%”, afirmou Sâmia. A parlamentar argumentou que, segundo dados oficiais, apenas 0,5% das infrações cometidas por adolescentes são consideradas crimes gravíssimos. “Estamos propondo alterar todo o tratamento dado aos adolescentes [em geral] por causa de 0,5% […] quando este Congresso Nacional deveria estar se dedicando a identificar onde estamos falhando para que haja tantos jovens cometendo crimes em vez de estarem sentados nos bancos escolares”, ponderou Sâmia. Referendo Defensor da proposta, o deputado Mendonça Filho argumentou que o correto seria submeter o tema a um referendo popular. “Ninguém aguenta mais a violência no Brasil. Temos 44 mil homicídios por ano. Vivemos um padrão de guerra civil e fazemos de conta que esta realidade não existe”, comentou Filho, atribuindo a insegurança a “leis frouxas” e à “impunidade” que, segundo ele, facilita a ação do crime organizado. Ele admitiu que a redução da maioridade penal para 16 anos não vai resolver o problema da violência. Mas defendeu que, em conjunto com outros mecanismos legais, vai contribuir para o combate ao crime organizado. “Cerca de 25% da população brasileira vive hoje sob a influência direta de milícias e de organizações criminosas que, inclusive, aliciam menores de 18 anos para praticar crimes porque, para elas, o custo de fazer isto é barato”, disse. Segurança pública O deputado Rodrigo de Castro (União-MG) também classificou a aprovação da PEC como um “claro sinal” contra a impunidade, mas lamentou que a discussão, que se arrasta há anos no Congresso Nacional, tenha se transformado em um debate sobre aspectos ideológicos que nada têm a ver com a segurança pública. “Me constrange ver este debate se tornar um debate de ideologias”. Para Otoni de Paula (PSD-RJ), é um erro o Congresso Nacional discutir um projeto tão importante e polêmico como a redução da maioridade penal às vésperas de uma eleição. “Por que não aprovamos a redução da maioridade penal durante os quatro anos do governo Bolsonaro já que tínhamos base para isso? Da mesma forma como não transformamos as facções criminosas em grupos terroristas. Tivemos quatro anos e não fizemos isto”, argumentou. Ele afirmou que há risco de que, com a redução da maioridade penal, os criminosos passem a aliciar crianças e adolescentes ainda mais novos. “Como ficarão os adolescentes de 15 anos e 11 meses que cometeram crimes hediondos? Amanhã, vamos debater a redução para 14 anos? Depois para 12? Porque este problema é estrutural. E a partir da redução da maioridade penal para 16 anos, o tráfico vai recrutar meninos abaixo de 16 anos”, concluiu de Paula.
150 dias em 2026 apenas para pagar tributos, aponta estudo do IBPT

Levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação mostra que a carga tributária efetiva sobre renda, consumo e patrimônio dos brasileiros chegou a 41,1% em 2026, mantendo o país em um patamar elevado de arrecadação Os brasileiros precisaram trabalhar até o dia 30 de maio de 2026 apenas para pagar impostos, taxas e contribuições cobrados pelos governos federal, estaduais e municipais. É o que revela um levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Pelo estudo, a carga tributária efetiva sobre a renda, o consumo e o patrimônio da população neste ano está em 41,10%. Na prática, o percentual representa 150 dias do calendário dedicados exclusivamente ao pagamento de tributos. O resultado mantém o Brasil em um dos mais altos patamares de carga tributária das últimas décadas, conforme os dados do IBPT. Os dados mostram que a tributação sobre os brasileiros cresceu de forma gradual desde o início dos anos 2000. Em 2003, a carga tributária efetiva era de 36,98%. Em 2007, passou para 40,01% e, desde então, permaneceu próxima ou acima da faixa dos 40%, atingindo 40,80% em 2021, 2022 e 2025. Em nota, o Instituto destaca que o presidente-executivo do IBPT e um dos autores do estudo, João Eloi Olenike, avalia que o cenário é preocupante já que a elevada arrecadação não tem sido acompanhada pela percepção de melhorias nos serviços públicos. “Apesar da alta arrecadação, a população ainda não percebe um retorno proporcional em serviços públicos de qualidade”, salienta Olenike. O estudo mostra, ainda, que a quantidade de dias trabalhados para pagar tributos praticamente dobrou nas últimas décadas. Em 1986, eram necessários 82 dias de trabalho para quitar a carga tributária. Em 1988, o número caiu para 73 dias, em contrapartida voltou a crescer e alcançou 130 dias em 2001. Segundo os dados, nos últimos 20 anos, os dias de trabalho para custear impostos permaneceram entre 140 e 150 dias. Segundo o IBPT, hoje o brasileiro trabalha quase o dobro do que trabalhava na década de 1970 para cumprir suas obrigações tributárias. Para chegar aos resultados por meio da análise comparativa, o estudo foi utilizado, para fins tributários, a faixa mensal de rendimento de até R$ 3.000,00 (classe baixa), de R$ 3.000,00 a R$ 10.000,00 (classe média) e acima de R$ 10.000,00 (classe alta). Aumentos de impostos influenciaram resultado A base de cálculo do levantamento abarca o período entre maio de 2025 e abril de 2026. O estudo inclui tributos federais, estaduais e municipais, como IRPF, INSS, ICMS, IPI, ISS, IPVA, IPTU, taxas diversas e contribuições. Entre os fatores que contribuíram para a manutenção da elevada carga tributária, o Instituto destaca mudanças como aumentos das alíquotas do ICMS em estados como Maranhão, Rio Grande do Norte e Piauí, além da ampliação da cobrança do ICMS sobre importações realizadas por meio do Programa Remessa Conforme, da Receita Federal. O estudo também cita os efeitos da chamada “taxa das blusinhas”, que manteve a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. Outro destaque entre os principais aumentos de tributação no período do estudo foi o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que impactou as operações de crédito empresarial, câmbio, previdência privada e seguros. Também pesaram no cálculo a ampliação da tributação sobre apostas esportivas e jogos online, o aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para fintechs e instituições financeiras, a elevação da alíquota do Imposto de Renda sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP) e o aumento do Imposto de Importação para alguns produtos de tecnologia. IBPT Fundado em 1992, o IBPT é uma entidade especializada em estudos sobre o sistema tributário brasileiro e atua na produção de pesquisas relacionadas à arrecadação e transparência fiscal.
Crusoé: Janja explica por que Lula não vai à missa

Primeira-dama afirmou que muitos pastores não acolhem mulheres que pedem ajuda e que não sabia da participação feminina na Bíblia A primeira-dama Janja (foto) participou de um encontro dos evangélicos do PT na segunda, 8. Durante o discurso de 14 minutos, ela explicou por que Lula não vai à missa. Segundo ela, o presidente prefere evitar misturar política com religião. “O presidente Lula mandou a mensagem para a Marcha para Jesus, falando que ele nunca vai usar a fé ou qualquer espaço religioso como palanque político. Ele não vai usar mesmo. Às vezes eu acho que ele sente falta muito de ir numa…. Ele é católico… que ele sente falta de ir à missa. Ele foi criado… O Partido dos Trabalhadores nasceu nas igrejas… nas [Comunidades] Eclesiais de Base. Enfim, ele é católico. Foi de grupo. Então, ele sente falta um pouco de ir, mas ele não vai porque ele acha que ele não pode misturar. Porque a presença dele — ele já é um ser político na sua essência — então ele ele não quer misturar“, afirmou Janja. Progressismo evangélico Na sua fala, contudo, Janja fez uma bela mistura entre política e religião. “Eu queria entender qual eram os obstáculos que essas mulheres viam em nós, do campo progressista. Eu não vou nem falar do campo da esquerda, tá, gente? É muito difícil falar isso: esquerda e direita. Eu acho que se a gente continuar nisso, a gente vai ficar patinando igual a um carro encalhado na lama. Eu acho que é o campo progressista que acredita nos valores, como quase todo mundo falou aqui, nos valores que estão no Evangelho, que estão na Bíblia“, afirmou. Crítica aos pastores Janja fez uma crítica a Silas Malafaia. “Eu gostei muito que a Ava (?) falou do [Silas] Malafa, porque eu também não chamo ele de pastor, né? Ele teve a cara de pau de ir a uma rede social e falou que eu estava conversando com mulheres insignificantes. Insignificante é ele, porque toda mulher para mim é importante.” Sua crítica, no entanto, foi mais ampla aos pastores, que, segundo ela, não socorrem as mulheres que pedem ajuda. “A igreja também é uma porta de entrada para mulheres vítimas de violência que vêm buscar socorro. Muitas vezes elas são acolhidas pelas irmãs e muitas vezes não são acolhidas pelos pastores, mas as irmãs no entorno acolhem essas mulheres.” Revelação Janja afirmou que não sabia da participação das mulheres na Bíblia. “A cada evento que a gente fazia, a cada encontro desse, a Nilsa sempre trazia uma palavra da Bíblia que dizia referência a uma mulher… De como as mulheres aparecem na Bíblia. Para mim, foi uma revelação. Porque a gente sabe: a Bíblia foi escrita por homens e que a presença feminina é muito subjetiva.” “A gente precisa olhar a Bíblia também pela ótica feminina. Os homens precisam olhar também a Bíblia pela ótica feminina e da importância que as mulheres tiveram na vida de Cristo e que ainda continuam tendo na sociedade. Eu sei que esse é um ano difícil. É um ano em que a gente vai para uma disputa eleitoral, mas a gente tem que ir com o coração tranquilo.” Bala do Estado Para Janja, o problema não é a bala do bandido, mas a “bala do Estado“. “Além de Deus cuidar de nós, que a gente sabe que ele está cuidando, a gente precisa de um Estado que também cuide de nós. A gente precisa de uma sociedade que também cuide de nós. A gente precisa andar tranquilamente pelas ruas. A gente precisa não ter medo de chegar em casa e encontrar um companheiro que nos espanque. A gente precisa não ter medo que nossos filhos andem pelas ruas da comunidade sem levar uma bala do Estado.” Fonte: Crusoé
FORMIGA ESPORTE CLUBE DEFENDE A LIDERANÇA DO GRUPO C EM SETE LAGOAS

Fonte e fotos: Formiga Esporte Clube O Formiga Esporte Clube volta a campo neste sábado, 14 de junho, para mais um importante compromisso pelo Campeonato Mineiro Sub-20 – 2ª Divisão. Líder do Grupo C, o FEC enfrenta o Democrata de Sete Lagoas, às 10h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas/MG. A equipe formiguense vive um bom momento na competição e segue focada em manter a liderança do grupo. Após um início consistente no campeonato, o elenco comandado pela comissão técnica intensificou os treinamentos ao longo da semana visando mais um resultado positivo fora de casa. O confronto é considerado fundamental para as pretensões do Formiga na competição, já que a equipe busca se consolidar entre os primeiros colocados e avançar para a próxima fase do estadual. A diretoria do clube destaca a dedicação dos atletas, comissão técnica e colaboradores, além do apoio da torcida e dos patrocinadores que vêm contribuindo para o fortalecimento do projeto esportivo do Formiga Esporte Clube. A partida acontece neste sábado, dia 14 de junho, às 10h, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Jogo:Democrata SL x Formiga EC Competição:Campeonato Mineiro Sub-20 – 2ª Divisão Data:14 de junho de 2026 Horário:10h00 Local:Arena do Jacaré – Sete Lagoas/MG O Formiga Esporte Clube segue firme em sua missão de representar com orgulho a cidade de Formiga, levando sua tradição, paixão e história aos gramados de Minas Gerais.
Inscrições para o Prêmio Educador Nota 10 terminam nesta sexta-feira (12/6)

Fonte: Agência Minas Premiação da educação básica reconhece professores, coordenadores e gestores escolares de instituições públicas e privadas de todo o país Profissionais da educação básica têm até esta sexta-feira (12/6) para se inscrever na 28ª edição do Prêmio Educador Nota 10. Professores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares de todo o país podem inscrever seus projetos até o dia 12/6, de forma gratuita, pelo site institutosomos.org/premio-educador-nota-10/. Promovido pelo Instituto Somos, Ministério da Cultura e o Governo Federal, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o prêmio valoriza práticas pedagógicas inovadoras que impactam positivamente a vida de estudantes e comunidades. A premiação busca reconhecer educadores que se dedicam a transformar a realidade por meio da criatividade, do conhecimento e do compromisso com a educação de qualidade. Nova categoria para gestores escolares Uma das novidades desta edição é a criação da categoria Gestor Escolar, destinada a diretores e vice-diretores que desenvolvem projetos voltados à Gestão da Aprendizagem. A proposta é reconhecer a liderança pedagógica desses profissionais na organização e na melhoria dos processos de ensino e aprendizagem. Serão premiados os três melhores projetos, e o primeiro colocado receberá o título de Gestor do Ano. Os participantes deverão apresentar iniciativas realizadas em 2025 que demonstrem impacto concreto por meio de ações como planejamento e organização do trabalho pedagógico, formação continuada dos profissionais da educação, avaliação e monitoramento da aprendizagem, articulação com a comunidade e redes de apoio, além de práticas voltadas à inclusão e à equidade. Reconhecimento de professores e coordenadores Além da nova categoria, o prêmio segue reconhecendo professores e coordenadores pedagógicos com projetos alinhados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Os projetos serão avaliados em três eixos temáticos: Direitos Humanos, Inovação e Tecnologia e Sustentabilidade. Os três melhores projetos de cada eixo serão premiados, e entre os vencedores será escolhido o Educador do Ano. Participação e premiação Podem ser inscritos projetos desenvolvidos em 2025 por professores, coordenadores e diretores escolares ou pedagógicos de instituições que atendem da Educação Infantil ao Ensino Médio, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA). A seleção ocorrerá em diferentes etapas, incluindo triagem inicial, avaliação do Comitê Técnico-Pedagógico e análise da Banca de Jurados, responsável pela definição dos vencedores. Os finalistas serão homenageados em cerimônia de premiação em São Paulo (SP), quando também serão anunciados o Educador do Ano e o Gestor do Ano. Os vencedores receberão uma doação de R$ 25 mil para a escola participante do projeto, além das premiações previstas para cada categoria. Os primeiros, segundos e terceiros colocados receberão, respectivamente, R$ 25 mil, R$ 20 mil e R$ 15 mil. Os premiados também ganharão bolsa de pós-graduação no Singularidades, acesso à plataforma de formação continuada Profs e à solução digital Redação Nota 1000.
Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 8 milhões

Fonte: Agência Brasil 40 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 26.124,46 cada Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.016 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (9). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 8 milhões para o próximo sorteio. Os números sorteados são: 11 – 19 – 33 – 52 – 55 – 60 Apostas Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (11), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Prefeitura de Formiga realiza reunião para melhorias viárias em Furnastur

Fonte e foto : Prefeitura de Formiga A Prefeitura Municipal de Formiga, por meio da Secretaria de Obras e Trânsito, realizou na última terça-Feira, 2 de junho, uma reunião de trabalho voltada para a melhoria da infraestrutura viária em Furnas. O objetivo central foi alinhar os papéis e responsabilidades na parceria estratégica entre o Executivo, Legislativo e a AMAFURNAS (Associação dos Moradores e Amigos de Furnastur). Durante o encontro, a temática central residiu na aplicação efetiva de recursos provenientes de Emenda Parlamentar para a melhoria das vias internas do bairro, atuando de forma integrada desde o planejamento até a execução das obras. A atividade serviu para fortalecer a sinergia necessária entre entes públicos e representantes da Sociedade formiguense em busca do bem-estar da população, fomento à economia local e incentivo ao turismo.
Receita Federal realiza leilão eletrônico em Minas com celulares, notebooks e até caminhões

Ao todo, serão ofertados 41 lotes em junho A Receita Federal realizará, no dia 18 de junho, um leilão eletrônico de mercadorias apreendidas em Minas Gerais. Ao todo, serão ofertados 41 lotes para pessoas físicas e jurídicas. Os lotes incluem carros, vans, caminhões, celulares, notebooks, videogames, relógios, malas de viagem, equipamentos de informática e acessórios de pesca. Entre os veículos disponíveis, estão modelos como Prisma, Siena, Gol e Fiorino, uma van Renault, um furgão Fiat Ducato e caminhões das marcas Mercedes-Benz e Scania. A participação é feita exclusivamente pela internet, por meio do sistema de leilão eletrônico da Receita Federal. Para concorrer, é necessário acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e selecionar a opção “Participar de leilão eletrônico da Receita Federal”. Cronograma do leilão da Receita O edital completo do leilão, com as regras de participação e a descrição detalhada dos lotes, está disponível no sistema eletrônico da Receita Federal. A sessão pública de classificação das propostas e a etapa de lances poderão ser acompanhadas em tempo real pela internet. Como visitar os lotes do leilão da Receita Os bens poderão ser vistoriados pessoalmente nos dias 15 e 16 de junho. Em alguns casos, é necessário agendar a visita previamente. Belo Horizonte (lotes 1 a 17) Betim (lote 18) Uberaba (lotes 19 a 30) Juiz de Fora (lote 31) Montes Claros (lotes 32 a 34) Poços de Caldas (lotes 35 a 41) Fonte: O Tempo
Parque Girassol é inaugurado em Córrego Fundo

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo A Prefeitura de Córrego Fundo, o Instituto AMA e a CODEMGE inauguraram nesta segunda-feira, 08 de junho, o Parque Girassol, na Praça Bebem do Bia, no Centro. O espaço é público, multissensorial, gratuito e voltado ao acolhimento de crianças autistas e suas famílias. A cerimônia ocorreu às 16h. A inauguração representa a chegada do primeiro equipamento público desse tipo na cidade. O Parque Girassol já está disponível para o entretenimento das crianças e passa a integrar a rotina de lazer da população. A solenidade contou com apresentação de música de alunos da oficina de música do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos da Secretaria de Políticas Sociais. Houve distribuição de pipoca e algodão doce. Na ocasião, se pronunciaram: o prefeito Danilo Campos, o presidente da Câmara, Romário Costa, e o vereador Cássio Faria. Também se pronunciaram os parceiros que possibilitaram a implantação do parque: Flávia Ruas, gestora de inovação social do Instituto AMA; Ana Rabelo, representante da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais; e Mariana Ferreira, terapeuta ocupacional. Antes da entrega oficial, foi realizada uma breve capacitação com orientações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e sobre a utilização dos equipamentos instalados no local. Ao final, crianças típicas e atípicas, juntamente com a comunidade, prestigiaram o espaço e partilharam da diversão. O projeto integra esforços voltados ao fortalecimento de políticas públicas de inclusão e acessibilidade.
MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

Fonte: Agência Brasil Inscrições para seleção abrem na próxima semana; veja regras Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu. A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino. Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior. O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre. Inscrições Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho. A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu. Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção. Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito. Seleção O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes. Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição. Cronograma do Sisu+ As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu. Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho. O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino. Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho. O que é o Sisu+ O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior. O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa. Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos. Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes. Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.