Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan

Foram registrados dois óbitos de pessoas que receberam o imunizante Fonte: Agência Brasil O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira (8), a suspensão temporária da imunização contra a dengue no país com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan. A pasta informou que 42 pessoas apresentaram sintomas mais severos após a vacinação, sendo que três precisaram de internação e dois desses morreram. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não é possível concluir que os eventos adversos foram causados pela vacina, mas representam um sinal de alerta e serão investigados por um comitê de especialistas. “Essa descontinuidade tem um objetivo que é a ação de precaução, para que o Ministério da Saúde, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e o Butantan aprofundem a investigação nos 42 casos, que são episódios de reações adversas da vacina, para buscar fatores de risco nessas pessoas, fazer uma espécie de estudo de caso-controle”, disse em coletiva de imprensa. “O Ministério da Saúde tem total confiança na capacidade institucional do Butantan”, destacou Padilha ao enfatizar a importância da vacinação para a redução e eliminação de doenças no país. A suspensão vale apenas para a vacina produzinda pelo Butantan, e não inclui o imunizante Qdenga, produzido pelo laboratório Takeda e aplicado no Sistema Único de Saúde. Até o dia 30 de maio, pouco mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas em todo o país. O imunizante foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano. Na ocasião, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue. Para isso, passou a vacinar a população em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos, que é a indicação aprovada para o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Em março, também foi promovida uma ação de vacinação na região de Araguaína (TO). Em fevereiro, o SUS passou a vacinar contra a dengue os profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente, de unidades básicas de saúde, por exemplo. Os casos graves registrados foram identificados nesse público-alvo. O Ministério da Saúde destaca que a decisão de descontinuar a estratégia de vacinação não invalida a eficácia do imunizante. E as pessoas que foram vacinadas ainda usufruem do benefício que a vacina oferece, que é a proteção contra a dengue. A recomendação do sistema de farmacovigilância dá mais tempo para que sejam realizados estudos adicionais para encontrar eventuais fatores de risco. Serão investigados o histórico clínico das pessoas, as doenças preexistentes, os fatores de risco individuais, as causas alternativas, possíveis desvios de qualidade e erros de imunização. Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão temporária da estratégia de aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. Frame: MS/Youtube – MS/Youtube Casos graves A vigilância é permanente e parte da rotina do PNI, com fluxo de investigação posterior. Os casos graves foram analisados pelo Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e outros Imunobiológicos (Cifavi) e pela Câmara Técnica de Assessoramento em Imunizações (Ctai), que recomendou a suspensão da vacinação com o imunizante do Butantã. Das pouco mais de 500 mil doses aplicadas em todo o país, 3.703 pessoas tiveram sintomas parecidos com os da dengue – 0,7% do total de vacinados. Desses, 42 apresentaram sintomas de alarme, que são: dor abdominal, vômito persistente ou sangramento – 0,008% dos vacinados – eventos raros, porém inesperados, já que não foram relatados durante a fase de estudos da vacina. Três pessoas apresentaram sintomas graves e foram hospitalizadas: Observação Segundo o ministro Alexandre Padilha, a população que recebeu a vacina do Instituto Butantan nos últimos 21 dias terá um acompanhamento especial para identificar algum sinal ou qualquer outra reação adversa. A orientação do Ministério da Saúde é procurar uma unidade de saúde em caso de intensificação dos seguintes sintomas: febre, dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, tontura, sangramentos, sonolência intensa, irritabilidade, sinais de desidratação ou piora do estado geral.
O SUV da Honda que atrai pelo consumo e confiança, mas não custa como um hatch simples

SUV usado pode parecer mais negócio que zero básico O Honda HR-V 1.5 aspirado usado chama atenção de quem quer um SUV compacto confiável sem pagar preço de lançamento. Ele combina posição alta de dirigir, boa reputação mecânica e consumo razoável, mas a conta não termina no posto: pneu, seguro, suspensão e manutenção podem pesar mais do que em um hatch simples. Por que o HR-V usado atrai quem quer SUV sem exagero? O Honda HR-V usado costuma entrar no radar de quem busca um carro racional, confortável e com boa aceitação no mercado. Ele não aposta em extravagância, mas em um conjunto conhecido por entregar previsibilidade. A versão com motor 1.5 aspirado agrada quem prefere uma mecânica mais simples que a turbo, com câmbio CVT e proposta familiar. Para muita gente, o apelo está em comprar um SUV de marca valorizada sem encarar o preço cheio de um zero-quilômetro. Quanto custa um HR-V 1.5 aspirado usado hoje? O preço depende muito de ano, versão, estado, quilometragem e região. Em geral, unidades mais novas do HR-V 1.5 ainda ficam valorizadas, mas podem disputar atenção com SUVs zero de entrada quando o comprador compara pacote, marca e desvalorização. Referência para HR-V usado Valores variam por versão, conservação, quilometragem e cidade 🚙 Usado Comparação Faixa comum Ponto de atenção HR-V 1.5 aspirado usado pode ficar abaixo de alguns SUVs zero de entrada Ano e versão mudam tudo HR-V mais novo e completo tende a subir bastante Honda segura preço no mercado SUV zero de entrada parte de faixa mais alta no varejo Tem garantia, mas perde em categoria percebida Ele faz mesmo quase 14 km/l? Em condições favoráveis, o HR-V 1.5 aspirado pode chegar perto de 14 km/l na estrada com gasolina. No uso real, o número muda conforme trânsito, calibragem, carga, ar-condicionado, manutenção e forma de dirigir. Para um SUV compacto, o consumo é interessante, mas não deve ser analisado sozinho. O comprador precisa lembrar que um SUV carrega pneus maiores, suspensão mais robusta e custos de seguro que podem ser superiores aos de um carro menor. O canal Carro Chefe, no YouTube, mostra uma análise detalhada de uma HR-V ano 2019. Qual é a pegadinha de comprar um SUV econômico? A pegadinha é achar que consumo razoável significa custo total baixo. O HR-V pode gastar pouco para a categoria, mas ainda é um SUV, e isso aparece em itens que muita gente só calcula depois da compra. Custos que podem surpreender O preço de compra não mostra sozinho quanto o SUV vai custar no mês ⚠️ Atenção 🛞 Pneus pesam Pneu de SUV costuma custar mais que o de um hatch simples. 🧾 Seguro varia muito Perfil, cidade e garagem podem mudar bastante o valor anual. 🔧 Histórico manda A manutenção comprovada vale mais que promessa de anúncio barato. Vale a pena trocar um SUV zero de entrada por ele? Pode valer para quem prefere reputação, acabamento, espaço e mercado de revenda em vez de estrear um modelo zero mais simples. O HR-V 1.5 usado conversa bem com compradores que querem um carro confiável, confortável e sem cara de compra improvisada. Fonte: O Antagonista
‘Arraiá do Country’ será no dia 20 de junho

Um dos mais prestigiados clubes de lazer de Formiga já está se preparando para a tradicional festa junina. O “Arraiá do Country” será no dia 20 de junho, a partir das 18 horas, na praia.Conforme informou o clube, o evento contará com show da cantora Karol Shienna, fogueira, bandeirinhas, caldos, quentão e canjica. Além disso, terá área kids e distribuição de algodão-doce e pipoca para a criançada. O clube convida os associados para mais essa celebração. “Anarriê! Vamos colocar o chapéu de palha, porque chegou a época mais esperada do ano. Queremos todos os nossos associados nessa festança, que terá muita música e diversão para toda a família”, destacou o Country. Fonte: O Pergaminho
Brasileiros preferem bons salários e estabilidade do que home office e jornada reduzida, aponta CNI

Pesquisa aponta que benefícios tradicionais seguem guiando as decisões de carreira a médio e longo prazo Fonte: Agência Brasil 61 Profissionais brasileiros valorizam mais salários altos, estabilidade e perspectivas de crescimento na carreira do que trabalho remoto e jornada reduzida. É o que revela a 69ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: futuro profissional, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O levantamento investigou quais características os trabalhadores consideram mais importantes para a ocupação que desejam exercer nos próximos cinco anos. Entre os principais diferenciais apontados estão: Segundo a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Claudia Perdigão, fatores tradicionalmente associados à segurança profissional continuam orientando as escolhas dos trabalhadores. “Apesar do crescimento da discussão sobre benefícios não pecuniários — como home office e teletrabalho —, os elementos mais tradicionais continuam sendo valorizados e orientando o trabalhador na consolidação de seus planos de carreira a médio e longo prazo”, afirma. Principais obstáculos A pesquisa também identificou as principais barreiras percebidas pelos brasileiros para alcançar a profissão desejada. Entre elas, destacam-se: Para Perdigão, esses fatores contribuem para aumentar a insegurança em relação ao futuro profissional. “Esses elementos fazem com que o trabalhador tenha dúvidas sobre a concretização de seus sonhos e aspirações, o que acaba levando o trabalhador a se ver em uma situação de incerteza, quando pensa no médio e longo prazo”, ressalta. Futuro profissional incerto De acordo com o levantamento, 43% dos brasileiros não sabem dizer em qual profissão estarão trabalhando daqui a cinco anos. A insegurança é ainda maior entre os trabalhadores mais velhos. Segundo a especialista da CNI, as rápidas transformações tecnológicas — especialmente o avanço da inteligência artificial — ajudam a explicar esse cenário. “Existe uma grande incerteza sobre como as profissões vão responder a essas mudanças. Essa percepção de mudança iminente leva o trabalhador a olhar para a sua trajetória profissional e questionar como ele deve prosseguir”, avalia. Entre os entrevistados que conseguiram projetar o futuro, 13,9% afirmaram que pretendem ter o próprio negócio, principalmente em atividades ligadas ao comércio varejista e ao setor de serviços, como salões de beleza, bares e restaurantes. Emprego formal continua sendo preferência A pesquisa integra uma série de três levantamentos realizados pela CNI para compreender como os brasileiros avaliam sua situação profissional atual, sua capacidade de adaptação às transformações do mercado de trabalho e suas expectativas para o futuro. Os resultados anteriores da série Retratos da Sociedade Brasileira também foram divulgados no Brasil61.com. Um dos estudos mostra que mais de um terço dos trabalhadores ocupados que procuraram emprego no mês anterior à pesquisa consideram o emprego formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a opção mais atrativa. A preferência é ainda mais forte entre os jovens de 25 a 34 anos, faixa em que 41,4% dos entrevistados apontaram a carteira assinada como a modalidade mais desejada. A brasiliense Gabriela Vale, de 29 anos, representa esse perfil identificado pela pesquisa. Em 2024, ela trabalhava remotamente em uma assessoria de comunicação. Em maio deste ano, porém, decidiu trocar o home office por uma vaga presencial com carteira assinada. “O salário seria pouca coisa maior do que eu estava recebendo, mas teria os benefícios da CLT, que, para mim, são atrativos maravilhosos. Apesar de ser um trabalho 100% presencial, só pelo fato de ter os benefícios da CLT e ganhar um pouco a mais, eu optei por aceitar essa oportunidade”, relata. Para Claudia Perdigão, o resultado demonstra que o modelo formal de contratação continua sendo altamente valorizado pelos brasileiros. “Mesmo em um cenário de novas modalidades de trabalho, em que a flexibilidade também se torna uma moeda de troca, o conjunto de benefícios tradicionais são valorizados e acabam sendo associados ao emprego com carteira assinada”, afirma. Habilidades digitais ainda são desafio Em relação à maturidade digital da população, a pesquisa aponta que 54% dos brasileiros apresentam domínio alto ou médio-alto de habilidades digitais. No entanto, esse percentual cai para 44,5% quando consideradas competências mais complexas, como o uso de inteligência artificial, planilhas eletrônicas e configurações de computadores, aplicativos e programas. “Os resultados revelam um cenário marcado por contrastes: de um lado, trabalhadores satisfeitos com suas ocupações e pouco dispostos a mudar de emprego; de outro, um ambiente de rápidas mudanças tecnológicas que gera incertezas sobre os próximos passos da trajetória profissional”, conclui a economista. VEJA MAIS
Dor crônica terá 5 de julho como dia nacional de conscientização

Pacientes terão atendimento integral no SUS Fonte: Agência Brasil Lei publicada nesta segunda-feira (8) define diretrizes básicas para a melhoria do atendimento de saúde a pessoas que convivem com a dor e institui 5 de julho o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica. A norma assegura atendimento integral no Sistema Único de Saúde (SUS) e prevê orientações prévias sobre riscos e possíveis efeitos adversos dos tratamentos. De acordo com a Associação Internacional para o Estudo da Dor, dor crônica é aquela com duração maior que 30 dias. Campanhas anuais A data será representada pela cor verde e deverá mobilizar o Poder Público na promoção de campanhas de conscientização todos os anos. A iniciativa busca ampliar o acesso a informações qualificadas sobre opções terapêuticas disponíveis no SUS, combater o preconceito e estimular gestores de saúde a adotarem abordagens multiprofissionais humanizadas e eficazes. Impacto na população Estima-se que a dor crônica afete cerca de 60 milhões de brasileiros. Ao reconhecer a dimensão do problema, a lei pretende fortalecer políticas públicas voltadas ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento desses pacientes.
Lei torna crime exercício ilegal da medicina veterinária

Pena de detenção varia de seis meses a dois anos Fonte: Agência Brasil O Código Penal Brasileiro passa a incluir nesta segunda-feira (8) o exercício ilegal da medicina veterinária como crime. Pela legislação, aquele que exercer a profissão de médico veterinário sem autorização legal, ainda que de forma gratuita, está sujeito à pena de detenção de seis meses a dois anos. A norma modifica o Artigo 282 do Código Penal, que já trata do exercício irregular de profissões da área da saúde, como medicina, odontologia e farmácia. Com a mudança, passa a incluir de forma expressa a medicina veterinária. Pena e agravantes O texto também estabelece agravantes para situações em que a conduta resulte em consequências mais graves: Suspensão profissional Comete o mesmo crime o profissional que exercer a atividade durante período de suspensão ou após o cancelamento do registro ou habilitação profissional.
A fruta exótica que tem gosto de chiclete e pouca gente provou

O sabor inesperado faz muita gente duvidar que ela existe de verdade Uma fruta pequena, alaranjada e típica do Cerrado brasileiro vem chamando atenção por um detalhe incomum: muita gente compara seu sabor ao de chiclete tutti-frutti. A mama-cadela, fruto da Brosimum gaudichaudii, é pouco conhecida fora de algumas regiões, mas entrega uma experiência tão curiosa que parece doce industrializado nascendo direto da natureza. Por que uma fruta pode lembrar chiclete logo na primeira mordida? O sabor de uma fruta nem sempre se limita ao doce, ao ácido ou ao cítrico. Algumas espécies carregam aromas, textura e permanência no paladar que lembram doces, balas e sobremesas, mesmo sem passar por nenhum processo industrial. No caso da mama-cadela, a surpresa vem da polpa adocicada, da textura mais fibrosa e da sensação prolongada na boca. É isso que faz muita gente associar o fruto ao chiclete de frutas, especialmente ao tipo tutti-frutti. Qual é a fruta exótica que tem gosto de chiclete? A fruta exótica é a mama-cadela, também chamada de mamacadela ou murici-bravo em algumas regiões, fruto da espécie Brosimum gaudichaudii, uma planta nativa do Cerrado brasileiro. O fruto costuma ser pequeno, de cor amarela a alaranjada, com polpa doce e textura que pode lembrar uma goma natural. A comparação com chiclete não significa que a fruta seja artificial ou tenha o mesmo sabor para todo mundo. Ela vem da mistura entre doçura, aroma frutado e mastigação mais elástica. O Jornal da USP destaca a mama-cadela como uma fruta nativa pouco conhecida, rica em pró-vitamina A, vitamina C, fibras e compostos bioativos, reforçando também seu valor dentro da biodiversidade alimentar brasileira. Para complementar o tema, o canal Mundo Verde com a Magrela, que conta com mais de 8,16 mil inscritos no YouTube, apresenta um registro curto da mama-cadela, chamada no vídeo de chiclete do Cerrado. O material mostra o fruto em destaque, reforça a aparência da espécie e ajuda a entender por que essa fruta nativa ganhou fama pelo sabor curioso e pela textura diferente, alinhado ao tema tratado acima: De onde vem a mama-cadela e por que ela ainda é pouco conhecida? A mama-cadela pertence ao Cerrado, um dos biomas mais ricos do Brasil e também um dos mais pressionados pela expansão urbana e agropecuária. Muitas frutas desse ambiente ainda circulam mais em comunidades locais, feiras regionais, quintais e propriedades rurais do que em grandes mercados. Isso explica por que tanta gente nunca provou. Mesmo sendo brasileira, a fruta não tem a mesma presença comercial de manga, banana, goiaba ou jabuticaba. Ela depende de conhecimento regional, coleta, cultivo específico e valorização de espécies nativas para chegar a mais pessoas. O que torna essa fruta exótica tão diferente das frutas comuns? A mama-cadela se diferencia porque une sabor nostálgico, textura incomum e forte ligação com o Cerrado. Não é uma fruta feita para transporte longo como as mais vendidas em supermercados, mas uma espécie de identidade regional, daquelas que contam uma história do lugar onde nascem. Característica Como aparece na mama-cadela Por que surpreende Sabor Doce, frutado e lembrado por muitos como chiclete tutti-frutti Parece um doce pronto, mas vem de uma fruta nativa Textura Polpa fibrosa, com mastigação mais prolongada Reforça a associação com goma natural Origem Cerrado brasileiro, em áreas de clima quente e solo bem drenado Mostra a riqueza de frutas pouco exploradas do Brasil Valor nutricional Fonte de fibras, vitamina C e carotenoides Une curiosidade sensorial e potencial alimentar Disponibilidade Mais comum em regiões do Cerrado e entre conhecedores de frutas nativas Pouca gente encontra em mercados tradicionais Essa combinação faz a mama-cadela fugir do padrão. Ela não chama atenção pelo tamanho, mas pelo impacto da primeira mordida. Como a mama-cadela pode ser consumida com segurança? O consumo mais tradicional acontece com o fruto maduro, colhido no ponto certo. A polpa pode ser mastigada aos poucos, justamente por causa da textura que lembra goma. Como toda fruta nativa pouco comum, o ideal é consumir apenas exemplares bem identificados e vindos de fonte segura. Também é importante não confundir uso alimentar com promessa medicinal. A mama-cadela tem compostos interessantes e aparece em estudos nutricionais, mas não deve ser tratada como cura para doenças. Quem tem alergias, restrições alimentares ou condições de saúde específicas deve ter cautela ao provar qualquer fruto desconhecido. Por que a fruta exótica merece mais espaço nos quintais brasileiros? A mama-cadela merece mais atenção porque representa um tipo de riqueza que muitas vezes passa despercebida. O Brasil tem frutas nativas com sabores surpreendentes, mas várias seguem fora da rotina alimentar por falta de divulgação, cultivo e distribuição. Quando uma fruta como essa ganha destaque, o interesse vai além da curiosidade. Ela ajuda a valorizar o Cerrado, os produtores locais, os quintais biodiversos e a alimentação menos dependente das mesmas frutas de sempre. O gosto de chiclete chama a atenção, mas a história por trás da mama-cadela é ainda maior: uma fruta brasileira pouco provada, com sabor de memória inventada e raiz profunda na natureza do país. Fonte: O Antagonista
Desfile Cívico reúne comunidade em celebração ao aniversário de Formiga

Na manhã deste sábado, 6 de junho, a Rua Barão de Piumhi foi palco do Desfile Cívico em comemoração ao aniversário de Formiga. O evento reuniu escolas, instituições e representantes de diversos setores da comunidade em uma celebração marcada por civismo, cultura e valorização da história local. Moradores acompanharam a programação ao longo da manhã, prestigiando apresentações e homenagens que destacaram a trajetória do município e a identidade do povo formiguense. O desfile também reforçou tradições culturais e o sentimento de pertencimento da população. A programação havia sido divulgada previamente pela organização, mobilizando a comunidade para participar das comemorações. Durante o evento, diferentes grupos representaram aspectos da história, da educação, da cultura e do desenvolvimento da cidade. Tradição As comemorações de aniversário do município tradicionalmente reúnem moradores, estudantes e instituições locais em atividades voltadas à preservação da memória e à valorização da cidadania. O desfile cívico é uma das principais atrações da programação festiva, proporcionando um espaço de integração entre diferentes segmentos da sociedade. Importância do desfile Além de fortalecer os laços comunitários, o desfile contribui para a preservação da história local e para o envolvimento das novas gerações com a cultura formiguense. As comemorações do aniversário do município devem seguir com outras atividades previstas na programação festiva. Fonte: Tribuna
Fraudes ligadas à Copa quase dobram e acendem alerta para 2026

Fonte: Agência Brasil As tentativas de fraude relacionadas ao futebol e à Copa do Mundo avançaram de forma significativa no ciclo que antecede o Mundial de 2026, que começa nesta semana. Levantamento da NordVPN, provedor de serviços de rede privada virtual, aponta que 34% dos brasileiros que utilizam internet relataram contato com golpes ligados ao tema em 2024 e 2025. O número representa quase o dobro dos 19% registrados antes da Copa de 2022. O aumento ocorre em um cenário de maior sofisticação dos ataques digitais, impulsionados principalmente pelo uso de inteligência artificial generativa, que reduziu drasticamente o tempo necessário para a criação de golpes e páginas falsas. Nos últimos três meses, as reclamações no Procon-SP relacionadas à Copa do Mundo multiplicaram-se por oito. Entre os principais indicadores do avanço das fraudes estão: Fraudes mais rápidas A principal diferença entre os cenários de 2022 e 2026 está na velocidade de execução dos golpes. Há quatro anos, criminosos precisavam de mais tempo e conhecimento técnico para montar sites fraudulentos e campanhas de phishing. Agora, com ferramentas de inteligência artificial amplamente disponíveis, esse processo passou a ser realizado em poucas horas. “Hoje, com ferramentas de inteligência artificial generativa acessíveis a qualquer pessoa, esse ciclo caiu para poucas horas”, afirma Marcelo Souza, vice-presidente de Produto da Certta, empresa de verificação inteligente que unifica soluções antifraude em uma única plataforma. Além da rapidez, os golpes se tornaram personalizados. Em vez de campanhas massificadas, criminosos utilizam dados vazados, como Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), e-mail e histórico de compras, para criar abordagens direcionadas às vítimas. Pix muda cenário Outra transformação importante ocorreu nos meios de pagamento. Se em 2022, cartões e boletos ainda predominavam, em 2026, o Pix passou a ocupar posição central nas fraudes. Segundo Marcelo Souza, a instantaneidade das transferências dificulta a recuperação dos recursos após a concretização do golpe. “O Pix também muda a equação de forma bastante concreta. A instantaneidade e a irreversibilidade da transação eliminam a janela de reação”, destaca. Os criminosos também passaram a criar marcas fictícias que se apresentam como parceiras oficiais do evento e a infiltrar-se em grupos legítimos de colecionadores e torcedores para conquistar confiança antes de aplicar os golpes. Redes sociais Segundo o levantamento da NordVPN, as redes sociais seguem como principal porta de entrada para as fraudes relacionadas à Copa. Os canais mais utilizados pelos golpistas são: Entre as modalidades mais frequentes estão apostas ilegais, venda de ingressos falsos e comercialização de produtos falsificados. Mercado de figurinhas As fraudes relacionadas à Copa do Mundo não se limitam à internet, mas também abrangem o comércio real, como constatado pelo Procon-SP. As principais ocorrências registradas no órgão de março a maio foram: As reclamações específicas sobre figurinhas e álbuns da Copa saltaram de zero em março para 34 em abril e 109 registros em maio. As denúncias estão concentradas em anúncios enganosos e falsificações em marketplaces e grupos de mensagens. Crise de confiança Para Marcelo Souza, a popularização da inteligência artificial também criou um novo desafio para consumidores e empresas: a dificuldade em distinguir conteúdos autênticos de materiais manipulados. “Imagens, vídeos e documentos já não são sinônimo de verdade na internet, isso gera uma crise de confiança digital”, afirma. Segundo ele, a resposta passa pela adoção de sistemas mais avançados de autenticação e monitoramento de comportamento dos usuários. “Se os cibercriminosos alteram suas táticas em questão de horas, por que muitas companhias ainda levam semanas ou meses para atualizar regras de prevenção?”, questiona. Para o executivo, a proteção dependerá cada vez mais da verificação de identidade e da capacidade de detectar comportamentos fora do padrão em tempo real. “A confiança real se constrói na camada de identidade, no reconhecimento do usuário e na capacidade de reagir de forma proporcional quando algo foge do padrão”, conclui. Recomendações O Procon-SP elaborou as seguintes orientações aos consumidores para evitar cair em golpes: Em relação às compras via internet, Marcelo Souza, da Certta, recomenda estratégias adicionais:
Festival Sons e Sabores terá shows Praça da Rodoviária, em Formiga; veja a programação

Fonte: Prefeitura de Formiga Shows 12 de junho 13 de junho 14 de junho