Recapeamento Asfáltico

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga por meio da Secretaria de Obras e Trânsito informa que, na próxima quarta-feira, 29 de julho, será realizada a Etapa 1 do Recapeamento Asfáltico da Rua Lassance Cunha, no trecho compreendido entre o cruzamento com a Avenida Paulo de Brito e o cruzamento com a Rua João Pedrosa. Horário previsto da obra: das 8h às 15h. A intervenção tem como objetivo substituir o atual pavimento em paralelepípedo por revestimento asfáltico, proporcionando melhores condições de trafegabilidade, mais conforto e segurança para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Além disso, a obra contribuirá para a melhoria da mobilidade urbana e da infraestrutura viária do município.Durante a execução dos serviços, o trecho será devidamente sinalizado e poderá sofrer interdições temporárias, sendo necessária a adoção de desvios no trânsito. Pedimos, de forma especial, a colaboração dos moradores, comerciantes e demais usuários da via para que não deixem veículos estacionados no trecho da obra durante o período de execução dos serviços. A ausência de veículos estacionados é indispensável para que os trabalhos sejam realizados com segurança, agilidade e dentro do cronograma previsto, evitando interrupções e atrasos. Recomendamos também que, sempre que possível, os motoristas utilizem rotas alternativas e respeitem a sinalização temporária e as orientações das equipes responsáveis pela obra e pela organização do trânsito.Informamos ainda que, em razão das interdições necessárias para a execução da obra, algumas linhas do transporte público urbano poderão apresentar atrasos pontuais durante o período de realização dos serviços. Trata-se de uma situação excepcional, decorrente da logística operacional da intervenção, e as linhas voltarão à normalidade tão logo a via seja liberada. A Prefeitura de Formiga agradece a compreensão, a paciência e a colaboração de toda a população. Os transtornos serão temporários, mas os benefícios desta melhoria permanecerão por muitos anos, proporcionando mais segurança, conforto e qualidade na circulação de todos.
Reforma tributária impulsiona doações de imóveis a herdeiros

Fonte: Agência Brasil Famílias se antecipam para evitar novas regras de transmissão de bens A Reforma Tributária promulgada em dezembro de 2023 provocou um aumento no número de doações de imóveis em todo o país. Segundo o Colégio Notarial do Brasil (CNB), em 2025, foram registradas 185.861 escrituras públicas – um crescimento de 59% em comparação aos 116.225 atos formalizados em 2020. Para especialistas, a “corrida” aos cartórios e à plataforma digital do CNB, o e-notariado, reflete uma crescente busca das famílias para antecipar a transferência de patrimônio, antes da entrada em vigor das novas regras do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). O ITCMD é um imposto que os estados e o Distrito Federal cobram sobre a herança e a doação de bens ou direitos patrimoniais. Cada unidade federativa tem autonomia para definir seus próprios prazos e taxas. Com a gradual entrada em vigor da Reforma Tributária, quanto maior for o valor do bem maior será o percentual das alíquotas do ITCMD, podendo chegar ao máximo de 8%. A título de exemplo, no Distrito Federal, o governo distrital cobra uma alíquota progressiva de 4% a 6% para heranças e doações, independentemente do valor do patrimônio transmitido. Em São Paulo, há dois projetos de lei em discussão na Assembleia Legislativa: um que reduz a alíquota progressiva atualmente cobrada no estado, limitando-a ao máximo de 4%, e outro que institui o teto de 8%. Além disso, conforme o texto da Emenda nº 132/2023, que institui a Reforma Tributária, a base de cálculo do imposto passará a ser o valor de mercado do imóvel ou bem, e não mais seu valor patrimonial – geralmente, mais baixo. “A expectativa é que esse volume de doações continue crescendo e, portanto, também as lavraturas de escrituras”, declarou, em nota, o presidente do CNB, Eduardo Calais. Ainda segundo a entidade, que representa os mais de 9 mil notários e tabeliães do Brasil, o registro de escrituras públicas de doações de imóveis começou a aumentar já em 2020, antes mesmo da Reforma Tributária ser promulgada, mas se intensificou nos últimos anos, até atingir, em 2025, o maior número da série histórica. “Nos últimos meses, é nítido o aumento na procura de clientes que buscam antecipar sua sucessão patrimonial, seja por meio de doações diretas a descendentes, seja pela integralização de ativos em holdings familiares”, acrescentou, na mesma nota, Joanna Oliveira Rezende Barbosa, especialista em planejamento patrimonial. Para os especialistas, há muitas famílias acompanhando a movimentação legislativa nos estados e no Distrito Federal para decidir se antecipam as doações em vida, e como fazê-las. Até porque, conforme já estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mudanças na cobrança do imposto precisam ser previamente aprovadas e regulamentadas pelo poder local. Doações exigem cautela Por outro lado, o advogado Matheus Bertolo Piconez alerta que agir impulsivamente pode gerar uma série de problemas, inclusive familiares. Por exemplo: se os pais antecipam a doação para o(s) filho(s) do único imóvel que possuem, sem estabelecer seu direito de, enquanto vivos, continuarem morando ou se beneficiando da renda gerada pelo bem, passarão a depender da boa vontade do(s) herdeiro(s). “A antecipação faz sentido quando vem acompanhada de planejamento completo, não como uma corrida de última hora”, acrescentou o advogado. Piconez destaca a importância de o interessado também definir os termos gerais do acordo de transmissão do bem e verificar se dispõe dos recursos financeiros necessários para honrar despesas imediatas, já que a doação de um imóvel ou patrimônio não elimina a obrigação de pagar o ITCMD e outras despesas. Presidente da seção do Colégio Notarial do Brasil no Distrito Federal, Geraldo Felipe de Souto destaca que, além de poderem registrar as escrituras remotamente, por meio da plataforma e-notariado, é possível realizar o planejamento sucessório sem abrir mão do pleno controle patrimonial. Uma das opções mais adotadas para isto é a chamada doação com reserva de usufruto. “A Reforma Tributária trouxe urgência para conversas que muitas famílias ainda não tinham tido. Planejar a sucessão patrimonial deixou de ser algo para o futuro e passou a ser uma decisão do presente”, comentou Souto, garantindo que os cartórios de notas estão prontos para orientar cada família sobre as melhores alternativas para cada caso.
Ambev lança a Spaten Pro, cerveja sem álcool enriquecida com whey protein e colágeno

Nova aposta da Ambev no segmento de bem-estar traz estilo Munich Dunkel com 10 gramas de proteína por lata O mercado cervejeiro brasileiro acaba de receber um aceno direto aos adeptos da nutrição esportiva. A Ambev confirmou o lançamento da Spaten Pro. O rótulo apresenta uma versão escura e zero álcool do tradicional estilo alemão Munich Dunkel. O diferencial central repousa em sua composição. A bebida fornece 10 gramas de proteína por unidade. Essa carga nutricional é viabilizada pela adição estratégica de whey protein e colágeno. A formulação nasceu no Centro de Inovação e Tecnologia (CIT) da empresa, no Rio de Janeiro. Engenheiros de alimentos, médicos nutrólogos e mestres-cervejeiros trabalharam em conjunto. O desafio consistia em incorporar a suplementação sem comprometer a identidade da bebida. O resultado final preservou o perfil sensorial característico. O consumidor encontrará notas nítidas de malte tostado, cacau, baunilha e caramelo. Essa movimentação comercial acompanha uma mudança sistêmica de comportamento. O público passou a exigir alternativas compatíveis com rotinas ativas. Valdecir Duarte, mestre-cervejeiro e vice-presidente da cadeia de suprimentos da fabricante, delimita o foco da novidade. O executivo explica que a bebida foca em indivíduos que já utilizam suplementos no cotidiano. O objetivo é integrar a degustação aos momentos de autocuidado e recuperação muscular. O rótulo amplia uma divisão corporativa estruturada sobre demandas nutricionais específicas. Esse catálogo já opera com opções sem glúten, de baixo carboidrato ou fortificadas. Marcas como Stella Pure Gold e Corona Cero pavimentaram o terreno. Dani Waks, vice-presidente de marketing da companhia, ressalta a fluidez do bebedor moderno. As pessoas realizam escolhas distintas dependendo do horário ou do contexto social. A chegada oficial às prateleiras ocorrerá em setembro. O cronograma inicial de distribuição abastecerá os mercados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ainda não é certeza de quando chegará a Minas Gerais. Fonte: O Tempo
Prefeitura inicia Campanha de Vacinação Antirrábica para cães e gatos a partir de 3 de agosto

A Prefeitura, por meio do setor de Vigilância Ambiental em Saúde e Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, dará início à Campanha de Vacinação Antirrábica em cães e gatos no próximo dia 3 de agosto. A primeira etapa será realizada na zona rural, enquanto a imunização na área urbana está prevista para os dias 19 e 26 de setembro. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o cronograma de vacinação na zona rural será divulgado semanalmente pelo setor responsável. A administração ressalta que as datas podem sofrer alterações em razão de fatores naturais ou problemas logísticos que impeçam a execução do planejamento. A orientação é para que os moradores das comunidades atendidas em cada etapa preparem seus cães e gatos para a imunização na data prevista, garantindo assim o cumprimento do calendário da campanha dentro do prazo estabelecido pelo Ministério da Saúde. A vacina antirrábica é considerada a principal forma de prevenção contra a raiva, uma doença grave que pode afetar cães, gatos e seres humanos. Além de proteger os animais, a vacinação contribui para a segurança da população, pois a raiva é uma zoonose — doença transmissível dos animais para as pessoas. Para obter mais informações sobre a campanha, a população pode entrar em contato com o setor de Vigilância Ambiental em Saúde pelo telefone (37) 98417-1577. Com informações inicias Ultimasnoticias
Além da cura: a missão dos enfermeiros tratando pacientes paliativos

Profissionais acompanham sintomas, acolhem famílias e enfrentam o impacto emocional de cuidar de pessoas com doenças graves Durante a Páscoa, uma menina de 7 anos com leucemia em estágio terminal recebeu a visita do irmão mais velho. A criança, que vivia no interior de Pernambuco e estava acompanhada por uma equipe de cuidados paliativos, sabia que o agravamento da doença também afetava toda a família. Diante do irmão de 13 anos, ela fez um pedido: “Olha, tu tem que ser forte, corajoso, nada de ‘mufinisse’. O pai e a mãe vão precisar de tu. A mãe tá cansada, e eu volto já”. A lembrança permanece viva para a enfermeira Andrea Tavares, que atua no auxílio a pacientes em cuidados paliativos na agência Cuidare de Alphaville, em Pernambuco. Especialista em lesões e mestre em cirurgia e dor, ela acompanhou a família durante os momentos finais da criança. “Foi uma história marcante para todos nós. Foi a fé que a amparou. As coisas em que ela acreditava. E nós nos perguntávamos: ‘De onde vem tanta resiliência daquela criança?’. Desde então, eu vi outro significado na Páscoa”, recorda. Histórias como a da menina fazem parte da rotina de enfermeiros que cuidam de pessoas com doenças graves, progressivas ou que ameaçam a continuidade da vida. O trabalho envolve controlar sintomas, promover conforto, observar mudanças clínicas, orientar familiares e oferecer presença em momentos nos quais nem sempre existem palavras capazes de aliviar o sofrimento. Também exige preparo para lidar com a proximidade da morte sem reduzir o paciente à doença ou abandonar as possibilidades de cuidado. Cuidados paliativos não representam desistência Uma interpretação ainda comum é a de que os cuidados paliativos começam apenas quando os tratamentos deixam de funcionar ou nos últimos dias de vida. Na prática, a abordagem pode ser iniciada desde a identificação de uma doença grave e continuar junto a tratamentos destinados a controlar ou modificar a enfermidade. “Eles não significam que ‘não há mais nada a fazer’. Pelo contrário: sempre há muito o que cuidar”, afirma Caroline Freitas de Oliveira, enfermeira da Secretaria de Saúde do Distrito Federal e integrante da Comissão de Cuidados Paliativos do Hospital Regional de Ceilândia. Com 16 anos de experiência em oncologia e cuidados paliativos, Caroline explica que o objetivo é melhorar a qualidade de vida e prevenir ou aliviar o sofrimento. A assistência não se limita à dor e aos sintomas físicos – ela também considera necessidades emocionais, sociais, familiares e espirituais. A Política Nacional de Cuidados Paliativos estabelece que a assistência deve alcançar pessoas com condições de saúde que ameaçam a continuidade da vida, além de familiares e cuidadores. Entre os princípios estão o respeito à autonomia, a comunicação clara e empática, a atenção às necessidades físicas, emocionais, sociais e espirituais e a prevenção de intervenções que prolonguem artificialmente o processo de morrer. Uma pessoa não se torna elegível aos cuidados paliativos apenas por ter determinado diagnóstico. A equipe avalia a evolução da doença, os sintomas, a perda de autonomia, a frequência das internações, os impactos emocionais e a sobrecarga enfrentada pela família para verificar se o indivíduo se encaixa. Podem receber a assistência pacientes com câncer, demências, doenças neurológicas progressivas e insuficiências cardíacas, pulmonares, renais ou hepáticas, entre outras condições graves. O início dos cuidados paliativos também não obriga a suspensão de quimioterapia, antibióticos, transfusões, fisioterapia ou outros tratamentos. Cada medida é avaliada de acordo com o benefício esperado, os riscos envolvidos e os desejos do paciente. “Quando os cuidados paliativos são explicados adequadamente, o paciente percebe que não está sendo abandonado. Ele continua recebendo tratamento, mas com maior atenção ao conforto, à autonomia, às suas prioridades e à qualidade de vida”, esclarece Caroline. Quais casos podem se beneficiar dos cuidados paliativos? A enfermagem transforma o plano em cuidado diário Os cuidados paliativos são realizados por equipes que podem reunir médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e profissionais de assistência espiritual. A enfermagem ocupa uma posição central por acompanhar o paciente continuamente. Enquanto outros profissionais realizam avaliações e estabelecem condutas, enfermeiros e técnicos observam como o organismo responde ao tratamento ao longo do dia. “A equipe acompanha as mudanças clínicas cotidianas, identifica necessidades, avalia sintomas, implementa e reavalia os cuidados, acolhe os medos e auxilia na comunicação com os demais profissionais”, explica Caroline. O controle da dor, por exemplo, não se resume a perguntar se o paciente está sentindo algum incômodo. O enfermeiro investiga a intensidade, o local, as características, os fatores que aliviam ou agravam o sintoma e os impactos no sono, na alimentação e na mobilidade. Depois, administra os medicamentos prescritos, observa possíveis efeitos adversos e verifica se houve melhora. Quando a dor permanece, a equipe médica precisa ser avisada para que o tratamento seja revisto. O mesmo acompanhamento ocorre diante de falta de ar, fadiga, náuseas, ansiedade e outros sintomas. Além dos medicamentos, medidas simples podem melhorar o conforto. Na falta de ar, a enfermagem pode ajustar a posição do paciente, favorecer a circulação de ar e reduzir esforços. Diante da fadiga, ajuda a distribuir atividades e momentos de descanso. Em casos de náusea, observa odores, alimentos ou situações que podem agravar o mal-estar. “Na ansiedade, a escuta, a presença e a explicação clara do que está acontecendo podem trazer grande alívio”, destaca Caroline. O enfermeiro também pode identificar preocupações que ainda não foram compartilhadas com os demais profissionais ou com a própria família. Muitas vezes, é durante um banho, uma troca de curativo ou uma conversa no quarto que o paciente revela medo, culpa, dúvidas ou desejos relacionados ao tratamento. “A enfermagem funciona como um elo entre o paciente, a família e a equipe multiprofissional”, acrescenta. Pequenos gestos podem diminuir grandes sofrimentos Nem todas as necessidades aparecem em exames ou são resolvidas com medicamentos. Para Andrea, gestos aparentemente pequenos ganham outra dimensão quando uma pessoa está fragilizada. Segurar a mão, observar a temperatura da água do banho, esticar o lençol, diminuir os ruídos do quarto ou colocar a música preferida podem proporcionar
CadÚnico, Bolsa Família e BPC: novas regras adiam visitas domiciliares para famílias unipessoais

Fonte: Agência Brasil 61 Mudanças publicadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) alteram os procedimentos de atualização do Cadastro Único e garantem regras temporárias para beneficiários do Bolsa Família e do BPC O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) publicou novas regras para a atualização do Cadastro Único (CadÚnico), sistema que reúne informações das famílias de baixa renda e serve de base para programas sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). As mudanças adiam para 1º de julho de 2027 a obrigatoriedade das entrevistas domiciliares para famílias compostas por apenas uma pessoa e estabelecem novos procedimentos para inscrição e atualização cadastral. A alteração ocorre após a homologação, pela Justiça Federal, de um acordo firmado entre o MDS, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Defensoria Pública da União (DPU), no âmbito de uma ação que discutia a aplicação da Lei nº 15.077/2024 para famílias unipessoais. Com a decisão, até julho de 2027, a ausência do registro da entrevista domiciliar não poderá impedir a inscrição ou a atualização no CadÚnico, nem a concessão e a manutenção do BPC ou a permanência dessas famílias no Bolsa Família. O atendimento poderá continuar sendo realizado presencialmente nas unidades responsáveis pelo cadastro. A nova regulamentação também mantém a exigência de atualização cadastral em, no máximo, 24 meses, prazo necessário para garantir a concessão e a continuidade dos benefícios sociais vinculados ao Cadastro Único. Além disso, o cronograma e os procedimentos para esse processo deverão ser publicados pelos órgãos responsáveis até 31 de dezembro de 2026. As regras estabelecem ainda situações em que a visita domiciliar poderá ser dispensada, como nos casos de famílias residentes em áreas de violência, localidades de difícil acesso, municípios em situação de calamidade ou emergência, além de pessoas em situação de rua, indígenas, quilombolas e moradores de domicílios coletivos. Apesar das flexibilizações, a entrevista domiciliar continuará obrigatória para novas inclusões no Bolsa Família e para famílias que estejam em averiguação cadastral ou sob apuração de indícios de irregularidades. A decisão judicial também determina que o MDS e o INSS revisem normas internas para impedir que a ausência do registro da visita domiciliar provoque, de forma automática, o bloqueio ou a suspensão dos benefícios. Para a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a medida representa um avanço, ao reduzir a pressão sobre as administrações municipais e evitar o cancelamento imediato de benefícios em determinadas situações. No entanto, a entidade avalia que a solução é temporária, uma vez que a legislação que estabelece a atualização periódica do CadÚnico permanece em vigor e os municípios ainda enfrentam desafios operacionais e financeiros para cumprir todas as exigências. VEJA MAIS: