Participantes do Mais Motoristas têm até 3/9 para enviar documentos

Fonte: Agência Brasil Informações devem ser passadas pelo Portal do Cliente do Sest/Senat Os cerca de 138 mil participantes do Programa Mais Motoristas 2026 têm até o dia 3 de setembro para enviar a documentação exigida no edital. A remessa dos dados deve ser feita por meio do Portal do Cliente do Sest/Senat, a partir das informações de cadastro repassadas no momento da inscrição. Antes de concluir o procedimento, é importante conferir se todos os documentos estão corretos, legíveis e dentro das especificações solicitadas. O processo seletivo serve aos motoristas que vão mudar a categoria de habilitação para as classes C, D e E. Documentos necessários: Documentos Após o envio, os documentos passarão pela etapa de validação, que é eliminatória. As convocações dos candidatos aptos para o início da formação ocorrerão posteriormente, de acordo com os critérios e com o cronograma estabelecidos no programa. Os candidatos que atenderem aos requisitos poderão ser convocados para a formação até 2029, conforme previsto no edital. As informações e eventuais convocações serão comunicadas pelo e-mail cadastrado e divulgadas nos canais oficiais do Sest/Senat. Em caso de dúvidas durante o envio da documentação, o candidato pode entrar em contato com o Sest/Senat pelo Fale Conosco no site. Programa Em 2026, o Programa Mais Motoristas registrou adesão histórica de aproximadamente 138 mil candidatos. Todos interessados em mudar de categoria da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e se qualificar para atuar como motorista profissional. O programa financia a mudança de categoria da CNH para as classes C, D e E, além de oferecer capacitação profissional. Para participar, é necessário ter pelo menos 19 anos, ter CNH válida e não ter cometido infração gravíssima nos 12 meses anteriores à inscrição. As inscrições para a edição 2026 foram encerradas em 14 de julho.
Rir, viver e florescer: o papel das emoções positivas

Diogo Damocles Pereira da Silva / Psicólogo / oesteinfoco Quando foi a última vez que você deu uma boa risada? Daquelas que fazem os olhos lacrimejarem, a barriga doer e, por alguns instantes, fazem as preocupações parecerem um pouco menores? O riso é uma experiência simples, mas pode estar relacionado a aspectos importantes do bem-estar. Pesquisas têm investigado sua relação com a redução do estresse, o relaxamento e a qualidade das relações sociais. Mais do que uma reação ao humor, rir pode representar uma oportunidade de experimentar emoções positivas e fortalecer conexões com outras pessoas. É nesse contexto que a Psicologia Positiva, associada ao trabalho do psicólogo Martin Seligman, oferece uma perspectiva importante. O campo busca compreender não apenas o sofrimento psicológico, mas também as condições que permitem às pessoas desenvolver forças, construir relações significativas e florescer. Seligman propôs o modelo PERMA, que apresenta cinco elementos relacionados ao bem-estar: Nesse sentido, viver bem não significa viver sem problemas. Emoções negativas fazem parte da existência humana e não precisam ser negadas. A proposta é ampliar nosso repertório, reconhecendo que, mesmo diante das dificuldades, podemos desenvolver recursos psicológicos, fortalecer vínculos, encontrar significado e cultivar experiências positivas. O riso pode ser uma dessas experiências. Uma conversa descontraída, um encontro com alguém querido, uma lembrança agradável ou simplesmente aquele momento em que conseguimos rir de nós mesmos podem produzir pequenas pausas em meio à rotina e favorecer a conexão com aquilo que também existe de bom em nossa vida. A Psicologia Positiva nos lembra, portanto, que cuidar da saúde mental não significa apenas reduzir o sofrimento. Significa também construir condições para uma vida com mais bem-estar, propósito, relações significativas, engajamento e realização. Talvez não possamos escolher todas as circunstâncias que encontramos ao longo da vida. Entretanto, podemos desenvolver novas formas de percebê-las, enfrentá-las e construir respostas mais conscientes. Por isso, talvez a pergunta inicial mereça ser ampliada: Quando foi a última vez que você riu? Quando foi a última vez que se sentiu verdadeiramente conectado? Quando foi a última vez que percebeu que sua vida também é feita de pequenas conquistas e momentos de significado? Porque uma vida significativa não é aquela que está livre de dificuldades. É aquela que, mesmo diante delas, ainda encontra espaço para sorrir, amar, aprender, conectar-se e florescer. Diogo Damocles Pereira da SilvaPsicólogo
A Consolidação de um Legado: Oficina do Ser Celebra 15 Anos com Reflexão e Solidariedade

Por: oesteinfoco Fotos : Paulo Henrique Jorge A noite de 25 de agosto consolidou, mais uma vez, o papel da Oficina do Ser como um dos mais relevantes projetos de desenvolvimento humano e responsabilidade social da região. Realizado no auditório da ACIF/CDL, o evento comemorativo dos 15 anos da iniciativa reuniu mais de uma centena de participantes e reafirmou a trajetória de um projeto que transcendeu sua origem pontual para se tornar uma tradição filantrópica estruturada. Em um contexto social marcado pela aceleração digital e pela sobrecarga de estímulos, a continuidade e a adesão do público a essa proposta evidenciam a pertinência e a necessidade de espaços dedicados ao bem-estar emocional. A palestra da noite, intitulada “Como Viver Bem em Tempos Ansiosos”, foi conduzida pela psicóloga Luciane Saporetti, cuja experiência na área conferiu ao encontro um elevado nível de profundidade técnica e aplicabilidade prática. Ao longo de aproximadamente duas horas, os participantes foram conduzidos a uma análise detalhada dos mecanismos da ansiedade, distanciando-se de abordagens superficiais comuns no debate contemporâneo. A exposição priorizou uma didática acessível, apresentando ferramentas concretas para o manejo emocional no cotidiano profissional e pessoal. Essa abordagem direta e fundamentada é um dos diferenciais que explicam a longevidade do projeto, que ano após ano consegue traduzir conhecimento científico em ações práticas para a audiência. Outro aspecto que distingue a Oficina do Ser é sua engenharia comunitária de mobilização. A inscrição, realizada de forma colaborativa por meio de grupos de WhatsApp, demonstra a capilaridade e o alcance da iniciativa, que dispensa estruturas burocráticas em favor de uma comunicação fluida e direta com o público. Esse modelo de organização não apenas facilita o acesso, mas também fortalece o senso de pertencimento dos participantes. A contrapartida social, materializada na doação de 2 kg de feijão como entrada, conecta de maneira inteligente a experiência individual de autoconhecimento a uma causa coletiva de segurança alimentar. O alimento arrecadado é destinado a instituições filantrópicas da região, criando um ciclo virtuoso: o participante investe em sua saúde mental enquanto contribui ativamente para a mitigação de vulnerabilidades sociais. A relevância do evento, contudo, não se limita ao seu impacto imediato. Ao completar 15 anos, a Oficina do Ser demonstra consistência e adaptabilidade, qualidades essenciais para qualquer projeto de longo prazo. A manutenção de uma audiência expressiva ao longo de mais de uma década indica que a iniciativa preenche uma lacuna real na comunidade, oferecendo um espaço de acolhimento e aprendizado contínuo. A parceria com a ACIF/CDL, que cedeu sua estrutura, também merece destaque, pois evidencia a sinergia entre o setor empresarial e as demandas sociais, um modelo de atuação que pode servir de referência para outras localidades. A edição comemorativa da Oficina do Ser não foi apenas uma celebração de um aniversário, mas a confirmação de um compromisso. O evento reafirma que o cuidado com a saúde mental e a solidariedade prática não são pautas concorrentes, mas complementares. Ao unir conhecimento especializado, mobilização comunitária e ação filantrópica, a iniciativa prova que é possível construir soluções sustentáveis para problemas complexos. Que os próximos 15 anos sigam o mesmo caminho de acolhimento, aprendizado e transformação social. Ainda hoje será postada a galeria das fotos da cobertura do evento.
Prefeitura de Formiga promove intervenções para melhorar segurança e mobilidade no trânsito

Fonte: Prefeitura de Formiga Mais segurança para quem dirige. Mais organização para quem circula. Mais mobilidade para todos. A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria de Obras e da Superintendência Municipal de Trânsito, realiza novas intervenções em diferentes pontos da cidade, atendendo a solicitações da população e do Poder Legislativo. As ações incluem instalação de redutor de velocidade, revitalização da sinalização viária, implantação de área de carga e descarga e organização do estacionamento, contribuindo para tornar as vias mais seguras, organizadas e funcionais. São melhorias que fazem diferença no dia a dia de motoristas, pedestres, comerciantes e moradores, promovendo um trânsito mais seguro e uma cidade melhor para todos. Formiga avança ouvindo quem vive e circula pela cidade!
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 25 milhões nesta quinta

Fonte: Agência Brasil Apostas podem ser feitas até às 20h A Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira (27) prêmio estimado em R$ 25 milhões. As seis dezenas do concurso 3.050 serão sorteadas a partir das 21h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo. As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) de hoje em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6. No último concurso, foram sorteados os números 06 – 13 – 36 – 43 – 53 – 55 e nenhum apostador acertou as seis dezenas.
Tabagismo é maior entre jovens de 16 a 24 anos, alerta pesquisa

Maioria dos fumantes mantêm outros hábitos prejudiciais à saúde Os jovens brasileiros de 16 a 24 anos apresentaram incidência de tabagismo maior que outras faixas etárias em uma pesquisa do Instituto A.C. Camargo Câncer Center em parceria com a empresa Nexus. Nessa faixa etária, 19% dos entrevistados se declaram fumantes ativos, de cigarros comuns ou eletrônicos, número acima da média nacional (17%) e de todas as outras faixas etárias. A pesquisa entrevistou mais de 2 mil pessoas em todo o país. A faixa entre 25 e 40 anos, por outro lado, apresenta o menor índice de tabagismo, com 15% dos entrevistados declarando serem fumantes. Em seguida, surge o grupo das pessoas com mais de 60 (16%), e de 41 a 59 anos (17%). Além disso, os dados apontam que grande parte da população está exposta aos perigos do tabagismo: cerca de um terço da população brasileira (33%) compartilha frequentemente ambientes domésticos ou de trabalho com fumantes. A inalação passiva da fumaça eleva as chances de desenvolvimento de câncer pulmonar, inclusive em indivíduos que jamais fumaram. Segundo Helano Freitas, líder do Centro de Referência de Tumores de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo, a incidência do tabagismo entre os jovens entre 16 a 24 anos exige atenção prioritária. O médico ressalta que, conforme levantado na pesquisa, o primeiro contato com o cigarro ocorre, em média, aos 16 anos. Por se tratar de um grupo de adolescentes e jovens adultos bastante vulnerável, há um alto risco de iniciação na dependência sem conseguir deixá-la posteriormente, ainda que as demais idades também necessitem de cuidado. Outras Categorias A população com mais de 60 anos lidera o índice de ex-fumantes, com 32% do total. Em segundo lugar, aparecem pessoas de 41 a 59 anos (15%), de 25 a 40 (10%) e de 16 a 24 anos (8%). Entre as regiões do país, o consumo de cigarro é superior no Sul (22%), seguido do Sudeste (19%), Nordeste (13%) e Norte/Centro-Oeste (13%). A pesquisa também demonstra que o consumo de cigarros está atrelado a fatores socioeconômicos. Os entrevistados que possuem renda salarial de até um salário mínimo apresentam a maior taxa de tabagismo, com 19%. Já em relação ao nível de escolaridade, aqueles que concluíram apenas o ensino fundamental também apresentam o maior índice de tabagismo, com 21%. O estudo indica ainda uma forte relação entre o tabagismo e outros comportamentos de risco: 84% dos fumantes relataram manter até quatro hábitos prejudiciais à saúde no cotidiano, destacando-se o sedentarismo e a ingestão exagerada de frituras e produtos ultraprocessados. Em contrapartida, 18% das pessoas que nunca fumaram afirmam não ter nenhum hábito prejudicial à saúde, o dobro do índice observado entre os fumantes (9%). Já os ex-fumantes lideram a categoria de apenas um hábito ruim (44%) e apresentam baixas taxas de múltiplos deslizes. O cenário sugere que abandonar o cigarro costuma vir acompanhado de uma reestruturação ampla do estilo de vida, restando apenas um deslize residual na rotina. Outro dado do estudo revela que 63% dos fumantes classificam a própria saúde como “ótima” ou “boa”. Essa percepção positiva supera inclusive a das pessoas que jamais fumaram (61%), ainda que a diferença esteja contida na margem de erro, demonstrando que os fumantes se consideram tão saudáveis quanto os não fumantes.
Oficina do Ser: Um Encontro de 15 Anos com a Saúde Emocional

Por: Oesteinfoco Nesta noite, às 19h30, na ACIF/CDL, acontece mais uma edição da Oficina do Ser, um evento que há 15 anos se consolidou como um marco de reflexão e acolhimento na comunidade. O que começou como uma iniciativa pontual transformou-se em uma tradição filantrópica, unindo o cuidado com a saúde mental à solidariedade prática. Em um mundo cada vez mais acelerado e repleto de estímulos, a proposta de reunir pessoas para discutir o bem-estar emocional é, por si só, um ato de coragem e responsabilidade social. A palestra da noite, intitulada “Como Viver Bem em Tempos Ansiosos”, será conduzida pela psicóloga Luciane Saporetti, profissional com vasta experiência na área. Durante aproximadamente duas horas, os participantes serão convidados a uma imersão em temas que afetam diretamente a qualidade de vida contemporânea. A ansiedade, frequentemente tratada de forma superficial, será abordada com profundidade e didática, oferecendo ferramentas práticas para o manejo das emoções no dia a dia. Não se trata de uma palestra meramente expositiva, mas de um espaço de troca, onde o conhecimento técnico encontra a vivência pessoal de cada um. O formato do evento reforça seu caráter comunitário. A inscrição foi realizada de forma colaborativa, por meio de um grupo de WhatsApp, o que demonstra a capilaridade e o alcance da iniciativa. Como entrada, solicita-se a doação de 2 kg de feijão, um alimento básico e essencial, que será destinado a instituições filantrópicas da região. Esse gesto simples, mas significativo, conecta a experiência individual de autoconhecimento a uma causa coletiva maior, criando um ciclo virtuoso de cuidado: enquanto o participante investe em sua saúde mental, contribui diretamente para a segurança alimentar de quem mais precisa. A expectativa é de uma noite especial e transformadora. Além do conteúdo relevante e do propósito solidário, a organização preparou sorteios de brindes para os presentes, adicionando um toque de celebração ao encontro. A atmosfera deve ser de acolhimento, onde a emoção e a reflexão caminham juntas. Em tempos de isolamento digital e conexões superficiais, eventos como a Oficina do Ser resgatam a importância do encontro presencial, do olhar no olho e da partilha de experiências. Ao final, o que se espera é que cada participante saia não apenas com um novo entendimento sobre a ansiedade, mas com a sensação de pertencimento e a certeza de que cuidar de si é também uma forma de cuidar do outro. A Oficina do Ser prova, edição após edição, que a transformação individual e a ação social podem andar de mãos dadas, construindo uma comunidade mais consciente e humana. Que esta noite seja mais um capítulo dessa história de impacto e solidariedade.
Miu Miu antecipou tendência das meias com dedos à mostra para o verão

Miu Miu levou a proposta às passarelas de Paris, enquanto o Copenhagen Fashion Week mostra novas formas de usar as meias abertas nos dedos Em meio às altas temperaturas do verão, um acessório pouco provável começa a conquistar espaço nos visuais de quem acompanha as tendências de moda: as meias com os dedos à mostra. Conhecidas como open-toe socks ou toeless socks, elas deixam a ponta dos pés descoberta e cobrem parte do peito do pé, criando uma combinação inusitada com sandálias, chinelos, mules e outros calçados abertos. A ideia, que parece contraditória para os dias quentes, já havia sido antecipada pela Miu Miu em seu desfile de primavera/verão 2025, apresentado em Paris, e reaparece no street style de Copenhague. Kitten heels com meias que deixam os dedos à mostra Meias com os dedos à mostra Na passarela da grife italiana, sandálias, slides e saltos apareceram acompanhados por meias abertas na região dos dedos. A proposta acrescentava uma camada ao styling sem esconder a pedicure, além de oferecer uma função prática: o tecido ajuda a proteger o peito do pé do atrito provocado pelas tiras dos calçados. O modelo também é chamado de meia de estribo e pode ser encontrado em diferentes materiais e comprimentos. Há versões de algodão, tricô e renda, que vão desde modelos mais baixos até peças que chegam aos tornozelos. Algumas ainda apresentam uma abertura dividida entre os dedos, em uma construção semelhante às tradicionais meias japonesas tabi. Em comum, todas mantêm a proposta de deixar os dedos livres enquanto o restante do pé permanece parcialmente coberto. Sapatos tabi com meias Produções para dias quentes A tendência ganha força justamente quando os calçados que deixam os pés à mostra dominam as produções de verão. Sandálias e chinelos, tradicionalmente usados com os pés descalços, passam a dividir espaço com as meias. O contraste entre a cobertura do tecido e a exposição dos dedos transforma um item funcional em elemento de estilo. A aposta da Miu Miu mostra ainda como uma ideia apresentada na passarela pode ganhar novos significados conforme chega às ruas. Se, no desfile, a meia funcionava como parte de uma composição cuidadosamente elaborada, agora aparece também como alternativa para quem quer experimentar os sapatos abertos sem abrir mão de uma camada extra sobre os pés. Em tempos de calor intenso, a tendência pode parecer improvável, mas é justamente essa contradição que faz das open-toe socks um dos acessórios mais curiosos do momento. Destaque no Copenhagen Fashion Week No street style do Copenhagen Fashion Week, as meias com dedos à mostra apareceram em produções de diferentes estilos, do grunge ao visual mais delicado. O acessório foi combinado a kitten heels e diferentes modelos de chinelos de dedo, além de surgir sob paletós oversized, reforçando a versatilidade da proposta. As escolhas de materiais também variaram: enquanto versões de renda conferiram um ar mais romântico às produções, tecidos mais encorpados e quentes criaram contrastes inusitados com os calçados abertos. Fonte: Metrópoles
Salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027

Fonte: Agência Brasil Reajuste de 7,4% eleva despesas públicas, mas aumenta poder de compra O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto. O valor representa um aumento de R$ 120, ou 7,4%, sobre os atuais R$ 1.621. A nova projeção também ficou R$ 24 acima da estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em abril. O reajuste tem impacto direto nas contas públicas porque o salário mínimo é usado como referência para benefícios previdenciários e assistenciais. Ao mesmo tempo, uma elevação acima da inflação aumenta o poder de compra de trabalhadores e beneficiários que recebem o piso. “Cumprindo a legislação brasileira, dentro do nosso espírito de privilegiar a população mais carente, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm indexação no salário mínimo”, afirmou Durigan nesta noite. Inflação define valor Os R$ 1.741 ainda são uma projeção. O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. O INPC mede a inflação para famílias com renda de até oito salários mínimos. A regra atual combina a inflação medida pelo INPC com um ganho real (acima da inflação) de 2,5%, dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Por isso, uma inflação diferente da estimada pelo governo poderá alterar o valor final. A previsão de R$ 1.741 inclui um ganho acima da inflação, o que significa aumento real da renda para quem recebe o piso, desde que a inflação efetiva fique dentro das estimativas consideradas no cálculo. Pressão sobre gastos O reajuste também representa aumento das despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) têm valor vinculado ao salário mínimo. A alta afeta pagamentos como aposentadorias e pensões do INSS, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial. A contribuição previdenciária dos Microempreendedores Individuais (MEIs) também é influenciada pelo piso. Esse efeito torna o salário mínimo uma variável importante para o planejamento das contas públicas. Quanto maior o reajuste, maior tende a ser a despesa do governo com benefícios vinculados ao piso. Efeito na economia O aumento também pode estimular o consumo, principalmente entre famílias de menor renda, que tendem a destinar uma parcela maior dos recursos recebidos para despesas básicas. Por outro lado, o impacto fiscal limita o espaço do governo para ampliar outras despesas. O reajuste do mínimo, portanto, envolve um equilíbrio entre aumento da renda, preservação do poder de compra e controle das contas públicas. Durigan afirmou que o Orçamento de 2027 será elaborado levando em conta esse cenário e destacou que o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outros gastos obrigatórios. “Para o ano que vem, a gente projeta o aumento das obrigatórias um pouco inferior ao aumento geral do orçamento. As medidas têm o condão de dar racionalidade, de que modo que a regra com ganho real do arcabouço fiscal vai ter um ganho real maior do que as obrigatórias amplamente consideradas”, argumentou o ministro. Orçamento no Congresso O PLOA de 2027 será encaminhado ao Congresso Nacional até 31 de agosto e ainda passará pela análise dos parlamentares. O valor definitivo do salário mínimo só será conhecido em dezembro, quando for divulgado o INPC de novembro. Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027. Para o governo, a mudança terá impacto simultâneo sobre a renda de milhões de brasileiros e sobre as despesas públicas, fazendo do salário mínimo uma das principais variáveis do Orçamento do próximo ano.
Prefeitura realiza serviços de limpeza urbana nos bairros Alto dos Pinheiros e Rio Mata Cavalo

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou, nesta segunda-feira, 24 de agosto, serviços de limpeza urbana nos bairros Alto dos Pinheiros e Rio Mata Cavalo. A ação contribui para a conservação dos espaços públicos, a manutenção da limpeza e a melhoria da qualidade de vida da população.