Prefeitura de Formiga apoia participação do FORMIFIBRO no 1º Encontro Mineiro de Fibromialgia

Fonte:Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano, apoiou integrantes do FORMIFIBRO – Grupo de Apoio aos Fibromiálgicos de Formiga/MG na participação do 1º Encontro Mineiro de Fibromialgia – Saúde, Direitos e Inclusão, realizado na última quarta-feira, 22 de julho, em Belo Horizonte. O apoio ao transporte possibilitou que representantes de Formiga participassem de um importante momento de troca de experiências, aprendizado e fortalecimento da defesa dos direitos das pessoas com fibromialgia. O encontro reuniu participantes de diversas regiões de Minas Gerais para debater temas relacionados ao acesso à saúde, à inclusão social, à garantia de direitos, à qualidade de vida e às políticas públicas voltadas às pessoas que convivem com a síndrome. A participação em eventos dessa natureza contribui para ampliar o conhecimento sobre a fibromialgia, fortalecer a rede de apoio entre pacientes e familiares e incentivar o protagonismo das pessoas que convivem com a condição. Além disso, o acesso à informação favorece a promoção da cidadania, do acolhimento e da conscientização da sociedade quanto à importância de um atendimento cada vez mais humanizado. A Administração Municipal reafirma seu compromisso com a promoção da dignidade, da qualidade de vida e da ampliação do acesso à informação e aos direitos da população formiguense.
Mulheres podem comprar e usar spray de pimenta para defesa pessoal

Fonte: Agência Brasil Autorização está publicada no Diário Oficial da União Mulheres maiores de 18 anos poderão adquirir e portar spray de pimenta para fins de defesa pessoal em todo o território nacional. A medida está prevista na Lei nº 15.474, sancionada pela Presidência da República e publicada nesta quinta-feira (24), no Diário Oficial da União. A norma autoriza a comercialização, a aquisição e a posse desses dispositivos por mulheres adultas, desde que os produtos sejam aprovados pelos órgãos competentes. O objetivo é permitir que o equipamento seja usado para conter temporariamente um agressor em situações de ameaça à integridade física ou sexual. Pela lei, será considerado aerossol de extratos vegetais o dispositivo portátil de menor potencial ofensivo que utilize spray de pimenta à base de oleorresina de capsicum ou outros extratos vegetais autorizados. As especificações técnicas, a capacidade dos recipientes, a concentração das substâncias e os padrões de segurança serão definidos posteriormente em regulamentação do Poder Executivo. Na sanção da lei, foi vetado o trecho do projeto que autorizava o uso da substância às mulheres maiores de 16 (dezesseis) e menores de 18 (dezoito) anos, mediante autorização expressa de seu responsável legal. Assim, para comprar o produto, será preciso comprovar ter pelo menos 18 anos, apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência fixa, além de declarar não possuir condenação por crime doloso cometido com violência ou grave ameaça. Os estabelecimentos autorizados a vender o equipamento deverão manter registros das vendas por cinco anos, observando as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Também terão de fornecer orientações básicas sobre o uso correto do dispositivo e registrar as informações da compradora em um banco de dados a ser criado pelo governo federal. A norma determina ainda que o spray será de uso individual e intransferível e não poderá conter substâncias letais ou de toxicidade permanente. Legítima defesa O uso do aerossol será considerado lícito apenas em situações de legítima defesa, para repelir agressão injusta, atual ou iminente, conforme previsto no Código Penal. A lei estabelece que a utilização deve ser proporcional à ameaça e interrompida assim que o risco for neutralizado. O texto também restringe recipientes com capacidade superior a 50 mililitros. Esses produtos serão classificados como de uso restrito e destinados exclusivamente às Forças Armadas, aos órgãos de segurança pública, às guardas municipais e a instituições responsáveis pela proteção de autoridades e instalações governamentais. Capacitação A legislação cria ainda o Programa Nacional de Capacitação em Defesa Pessoal e Uso de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo para Mulheres. Entre as diretrizes da iniciativa estão a orientação sobre os limites legais da legítima defesa, a divulgação de informações sobre violência doméstica e canais de denúncia, além da promoção de campanhas educativas sobre o uso responsável do spray. Segundo a lei, a implementação do programa ocorrerá de forma gradual, conforme regulamentação posterior do governo.
Fiat coloca 200 cv e 450 Nm em picape que ficou mais forte sem abandonar o conforto de um SUV

O novo turbodiesel elevou potência e torque nas versões superiores, enquanto câmbio automático, tração integral e cabine mantêm a proposta versátil. Os 200 cv e 450 Nm transformaram uma picape intermediária ao melhorar arrancadas, retomadas e trabalho com carga. O modelo é a Fiat Toro 2026 com motor 2.2 turbodiesel, oferecido nas versões Volcano e Ranch com câmbio automático, tração integral e recursos voltados ao conforto. Qual picape recebeu 200 cv e 450 Nm? A resposta é a Fiat Toro 2026 nas versões Volcano e Ranch. Ambas usam o MultiJet 2.2 turbodiesel, de 200 cv e 450 Nm, com transmissão automática de nove marchas e tração 4×4. A Fiat Toro foi desenvolvida no Brasil e ocupa uma faixa entre picapes compactas e médias. Cabine dupla, caçamba e construção integrada à carroceria sustentam sua proposta para deslocamentos cotidianos, viagens e transporte de carga. De onde vieram os ganhos de 18% e 29%? O turbodiesel anterior tinha 170 cv e 350 Nm. O novo conjunto acrescentou 30 cv e 100 Nm, equivalentes a 17,6% e 28,6%. A Fiat arredondou os resultados como 18% na potência e 29% no torque. Segundo o comunicado oficial da Fiat, o motor possui injeção de alta pressão, turbo de geometria variável e intercooler ar-água. A transmissão recebeu novo conversor, calibração revisada e diferencial 14% mais longo. Como os 450 Nm mudam a condução? O torque maior aparece nas saídas, subidas e retomadas. A fabricante registrou aceleração de zero a 100 km/h em 9,6 segundos na Volcano e 9,8 segundos na Ranch, números rápidos para uma picape turbodiesel de cabine dupla. Em ultrapassagens, a resposta também depende da marcha, do peso e da via. Mais torque ajuda o veículo a ganhar velocidade com menor esforço, mas não substitui distância segura nem altera automaticamente os limites legais de carga. Os números mostram onde ocorreu a mudança: 30 cv a mais que no motor anterior 100 Nm adicionais de torque Automático de nove marchas recalibrado Tração 4×4 com controle de descida Por que a Toro conserva o conforto de um SUV? A Fiat ajustou a suspensão ao novo motor e ampliou os discos dianteiros de 305 para 330 milímetros. Na linha 2026, freio de estacionamento eletrônico, função Auto Hold e freios traseiros a disco reforçaram a condução cotidiana. A proposta de SUV aparece na posição de dirigir, na cabine fechada e nos equipamentos. Ainda assim, carga na caçamba, pneus de uso misto e piso irregular mudam as reações; conforto não significa comportamento idêntico ao de um utilitário sem caçamba. O que diferencia Volcano e Ranch a diesel? As duas versões usam o mesmo motor, câmbio e tração. A Volcano combina bancos de couro e central multimídia, enquanto a Ranch acrescenta tela de 10,1 polegadas, assistências de condução e acabamento marrom específico. A Ranch ocupa o topo e adiciona elementos cromados, rodas de 18 polegadas e estribos. Na Volcano, algumas tecnologias dependem do pacote opcional. Por isso, o desempenho é igual, mas conteúdo e acabamento mudam conforme a configuração escolhida. A comparação concentra os dados principais: Versão Conjunto Perfil Volcano Linha 2026 200 cv e 450 Nm. Equipamentos essenciais Ranch Topo da gama 200 cv e 450 Nm. Mais acabamento e tecnologia Diesel anterior Referência 170 cv e 350 Nm. Base dos ganhos anunciados O que avaliar antes de escolher a Toro diesel? O 2.2 turbodiesel favorece quem percorre rodovias, enfrenta rampas, usa tração integral ou transporta peso com frequência. Em trajetos urbanos curtos, entram na conta preço de compra, combustível, seguro, manutenção e cuidados com o sistema de emissões abastecido com Arla 32. A linha 2026 inaugurou essa combinação, posteriormente mantida na linha 2027. Antes da compra, é importante confirmar ano-modelo, pacote de equipamentos, histórico de manutenção e limites de carga, pois veículos visualmente semelhantes podem ter conteúdos e condições comerciais diferentes. Fonte: O Antagonista
Programa Minha Casa Minha Vida Faixa I – Empreendimento Balbino Ribeiro ainda não foram abertas as inscrições

Oesteinfoco com informações inicias Prefeitura de Formiga A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano comunica à população que as inscrições para o Programa Minha Casa Minha Vida Faixa I, referente ao empreendimento Balbino Ribeiro, ainda não estão abertas. Todas as informações oficiais sobre o processo seletivo serão amplamente divulgadas pelos canais oficiais do Município, garantindo que todos os interessados tenham acesso às orientações no momento oportuno. Os critérios de seleção seguirão rigorosamente as normas do Programa Minha Casa Minha Vida e a legislação vigente. Esses detalhes estarão claramente especificados no edital que será publicado assim que as inscrições forem iniciadas. A Administração Municipal reforça seu compromisso em manter toda a comunidade informada de forma transparente e responsável, assegurando ampla divulgação de todas as etapas do processo. A população deve acompanhar exclusivamente os canais oficiais para evitar informações equivocadas.
Tempestade com granizo pode atingir cidades de Minas; saiba quais

Cidades podem registrar queda de granizo nas próximas horas O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou, nesta sexta-feira (24/7), um alerta amarelo de perigo para possibilidade de tempestade acompanhada de granizo em quatro estados do Brasil. Em Minas, 48 cidades podem ser atingidas pelas precipitações. O alerta é válido até às 23h59 desta sexta-feira (24/7). Segundo o Inmet, o volume de chuva esperado varia entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm no dia. A tempestade deve ser acompanhada de ventos intensos que podem chegar a até 60km/h. Nessas condições, o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos, alagamentos e descargas elétricas é considerado baixo. Em caso de rajadas de vento, o Inmet orienta que a população não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Também é recomendado que não se use aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Veja as cidades mineiras em alerta: AlbertinaAndradasArceburgoBandeira do SulBom RepousoBorda da MataBotelhosBrazópolisBueno BrandãoCabo VerdeCachoeira de MinasCaldasCamanducaiaCambuíCampestreConceição dos OurosCongonhalConsolaçãoCórrego do Bom JesusDivisa NovaEspírito Santo do DouradoEstivaExtremaGonçalvesGuaranésiaGuaxupéIbitiúra de MinasInconfidentesIpuiúnaItapevaJacutingaMonte Santo de MinasMonte SiãoMunhozMuzambinhoOuro FinoParaisópolisPiranguçuPoços de CaldasPouso AlegreSanta Rita de CaldasSanta Rita do SapucaíSão Sebastião da Bela VistaSapucaí-MirimSenador AmaralSenador José BentoTocos do MojiToledo Fonte: O Tempo
Receita libera consulta ao terceiro lote de restituição do IR 2026

Fonte: Agência Brasil Cerca de 2,7 milhões de contribuintes receberão R$ 4,6 bi em 31/07 A Receita Federal libera nesta sexta-feira (24) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2026. Um total de 2.743.200 contribuintes receberão R$ 4,61 bilhões no dia 31 de julho.Os dois primeiros lotes de 2026, informou o órgão, representaram 80% das restituições previstas para este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes.Segundo o Fisco, a agilidade no processamento das declarações e o avanço das ferramentas de modernização e automação permitiram a concentração dos pagamentos nos dois primeiros lotes.A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.As restituições o terceiro lote estão distribuídas da seguinte forma: 1.396.474 contribuintes sem prioridade;839.464 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);309.441 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix (prioridade não determinada por lei);197.821 contribuintes com prioridade legal. As prioridades legais são as seguintes: idosos a partir de 80 anos, idosos de 60 a 79 anos, pessoas com deficiência física ou mental ou doença grave e contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.Em relação aos contribuintes sem prioridade, esse será o primeiro pagamento de restituição para quem declarou em 2026. Os outros dois lotes só abrangeram contribuintes com prioridade legal e não determinada por lei.Encerramento de restituições regularesNeste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto.O Fisco informou que o lote de julho encerra a fila de restituições relativas ao Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026.Após o processamento, permanecerão pendentes apenas restituições retidas em malha fiscal ou que apresentam inconsistências nos dados bancários informados para o recebimento, como casos relacionados à chave PIX.Segundo a Receita, cerca de 165 mil restituições não foram creditadas porque o contribuinte informou o CPF como chave Pix para recebimento, mas não possui conta bancária vinculada a essa chave.Para regularizar a situação, o contribuinte tem três alternativas: cadastrar uma chave Pix CPF numa instituição financeira;alterar a conta para crédito da restituição por meio do serviço Meu Imposto de Renda;retificar a declaração, informando uma conta bancária de sua titularidade. PagamentoO pagamento será feito em 31 de julho, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes.Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.
CMN regulamenta renegociação de dívidas rurais; veja quem pode aderir

Fonte: Agência Brasil Nova linha permite parcelar débitos em até 10 anos com juros menores A renegociação de dívidas rurais poderá sair do papel. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou a nova linha de crédito criada para permitir que produtores e cooperativas rurais refinanciem débitos do setor agropecuário em até 10 anos. A resolução aprovada nesta quinta-feira (23) estabelece quem poderá acessar o financiamento, os limites de crédito, as taxas de juros e os prazos para pagamento. A regulamentação dá execução à Medida Provisória nº 1.376 , publicada em 15 de julho, que integra o pacote anunciado pelo governo federal para aliviar o endividamento de produtores afetados por perdas provocadas por eventos climáticos e pela queda nos preços agrícolas entre 2019 e 2025. Na prática, a nova linha permitirá que o produtor contrate um novo financiamento para quitar ou reorganizar dívidas antigas, substituindo débitos mais difíceis de pagar por um empréstimo com prazo maior e juros reduzidos. Quem pode participar A linha de crédito é destinada a agricultores familiares atendidos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), voltado a pequenos produtores; aos beneficiários do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), criado para financiar médios produtores; além dos demais produtores rurais e cooperativas de produção agropecuária. Para participar, será necessário comprovar perdas em pelo menos duas safras entre 2019 e 2025, com redução mínima de 30% da renda bruta esperada da atividade financiada. Segundo o governo, a medida busca atender produtores que acumularam dificuldades financeiras após sucessivos prejuízos causados por secas, enchentes e oscilações no mercado agrícola. Como funciona Em vez de quitar a dívida com recursos próprios, o produtor poderá contratar um novo financiamento para liquidar ou amortizar operações de crédito rural já existentes. Poderão ser incluídas operações de custeio, comercialização, industrialização e investimento, desde que atendam aos critérios estabelecidos na resolução. Também poderão ser contempladas Cédulas de Produto Rural (CPRs), um dos principais instrumentos de financiamento utilizados pelo agronegócio. Limites de crédito Os valores máximos variam conforme o porte do produtor. Na regra geral, os limites são de: Juros menores As taxas de juros também variam conforme o perfil do beneficiário. Na regra geral, serão de: O prazo para pagamento será de até oito anos. Nos dois primeiros anos, o produtor pagará apenas os juros da operação. A amortização do valor principal começará somente após esse período de carência. Benefício ampliado A resolução prevê condições ainda mais favoráveis para produtores que sofreram perdas mais severas. Terão direito às regras especiais aqueles que registraram perdas em três ou mais safras entre 2019 e 2025, com redução mínima de 40% da renda bruta esperada. Nesses casos, os limites de financiamento aumentam para: As taxas de juros também caem: Além disso, o prazo para pagamento sobe para até dez anos, mantendo dois anos antes do início da amortização do principal. Quais dívidas entram A nova linha poderá ser usada para renegociar diferentes modalidades de crédito rural. Entre elas estão operações de custeio, comercialização, industrialização e investimento contratadas até o fim de 2025, desde que atendam aos critérios definidos pelo CMN. Também poderão ser incluídas operações que já tenham sido renegociadas anteriormente ou que estejam inadimplentes dentro do período previsto na regulamentação. Prazo de adesão Os produtores interessados poderão contratar a nova linha de crédito até 12 de novembro. Caso o valor das dívidas ultrapasse os limites estabelecidos pelo programa, os bancos poderão financiar o excedente com recursos próprios ou provenientes de fontes como a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e a Poupança Rural. Nesse caso, os juros serão livremente negociados entre a instituição financeira e o produtor. Contexto A regulamentação foi publicada pouco mais de uma semana após o acordo firmado entre o governo federal, o Congresso Nacional e representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Segundo o Ministério da Fazenda, a medida poderá beneficiar produtores com cerca de R$ 100 bilhões em dívidas rurais, oferecendo condições para reorganizar o endividamento sem exigir pagamento de entrada e preservando o acesso ao crédito para as próximas safras. Além da renegociação, o pacote prevê a criação de um fundo garantidor para ampliar o financiamento rural e mecanismos para facilitar a concessão de novos empréstimos ao setor agropecuário.
Especialistas apontam saúde mental negligenciada por trás de suicídios entre policiais

Especialistas afirmam que o aumento de casos está ligado à combinação entre exposição permanente à violência, sobrecarga, assédio e falta de investimentos Sílvia Pires – O crescimento dos suicídios entre policiais de Minas Gerais, que tiveram alta de 40% em um ano, acende o alerta para um problema que, durante anos, permaneceu invisível dentro das corporações. Para especialistas ouvidos pela reportagem de O TEMPO, o fenômeno não pode ser explicado apenas por questões individuais, mas por uma combinação de fatores relacionados à própria atividade policial e às condições de trabalho oferecidas aos agentes. Advogado criminalista e oficial reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), Jorge Tassi afirma que o risco mais letal para esses profissionais, muitas vezes, não está nas ruas, mas no desgaste psicológico provocado pela profissão. “A saúde mental está sempre no mesmo espectro dos riscos operacionais da atividade policial. O profissional vive submetido a uma estrutura hierárquica rígida, trabalha diariamente com violência e precisa tomar decisões extremas. Isso produz um desgaste emocional muito alto”, afirma. De fato, os dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostram que os policiais civis e militares de Minas Gerais morreram mais por suicídio do que em confrontos durante o serviço ou na folga em 2025. Conforme o relatório, 14 agentes de segurança cometeram suicídio no estado ao longo do ano passado, enquanto quatro morreram em confrontos relacionados à atividade policial. Para Tassi, o fato de o policial portar uma arma de fogo diariamente agrava ainda mais esse cenário. Além de representar um instrumento de trabalho, o armamento amplia a responsabilidade e, ao mesmo tempo, facilita que um momento de crise tenha consequências irreversíveis. “A arma é uma ferramenta de poder, mas também um instrumento que pode se voltar contra o próprio profissional. Quando ele passa por um impulso de poucos segundos, o meio para concretizar o suicídio já está ali, à disposição”, explica. Tassi ressalta que a convivência constante com situações de morte e violência também deixa marcas profundas, ainda pouco discutidas dentro das instituições. Para ele, mesmo quando age dentro da lei, o policial precisa lidar pelo resto da vida com o peso de ter tirado a vida de outra pessoa, por exemplo. “Todo mundo olha para o policial como alguém que apenas cumpriu o dever. Mas ele é quem carrega o peso daquela decisão. É ele quem convive com as consequências emocionais de apertar o gatilho”, diz o pesquisador em segurança pública. O especialista chama atenção ainda para outra realidade pouco debatida: a dos policiais penais. Segundo ele, esses profissionais permanecem anos submetidos ao mesmo ambiente hostil dos presídios, compartilhando diariamente a tensão, a violência e a degradação das unidades prisionais. “Não faz sentido manter um presídio em condições indignas e imaginar que o policial que trabalha ali vai sair saudável mentalmente”, afirma. Na avaliação de Tassi, o enfrentamento do problema exige políticas permanentes de acompanhamento psicológico, avaliações periódicas da aptidão para o porte de arma, melhores condições de trabalho e remuneração adequada, reduzindo a necessidade de jornadas extras e outras fontes de estresse. “Nós não cuidamos da vida do policial. Ele termina o plantão e muitas vezes precisa fazer outro trabalho para complementar a renda. Todo esse estresse da vida pessoal entra na atividade policial e vice-versa. Essa mistura vai adoecendo o profissional”, afirma. Condições precárias de trabalho Para a diretora de Assuntos da Mulher do Sindicato dos Escrivães de Polícia Civil de Minas Gerais, Aline Risi, o crescimento dos suicídios é consequência de um processo de adoecimento que vem sendo alimentado por anos de precarização da segurança pública. O crescimento mais expressivo de casos de suicídio foi registrado na Polícia Civil de Minas Gerais, que passaram de um em 2024 para quatro em 2025, um aumento de 300%. Segundo ela, o trabalho policial reúne fatores de risco que vão muito além do enfrentamento da criminalidade. Baixos salários, déficit de efetivo, estruturas precárias, jornadas sobrecarregadas e o assédio institucional criam um ambiente que favorece o sofrimento psíquico. “Tudo isso potencializa o adoecimento mental”, afirma. Risi destaca que a pressão vivida pelos agentes não termina ao fim do expediente. Além da responsabilidade de combater o crime, muitos convivem com dificuldades financeiras e preocupações familiares. “Cada policial tem uma família para sustentar. Qualquer problema pessoal acaba sendo potencializado porque o profissional já trabalha diariamente sob um risco iminente de morte”, diz. A sindicalista critica a falta de investimentos em pessoal e infraestrutura, apontando que muitas delegacias funcionam em imóveis reformados por prefeituras ou até por empresas privadas, enquanto o efetivo diminui ano após ano. “Não adianta entregar viaturas novas se não há policiais suficientes para trabalhar. Temos excedentes aguardando convocação, mas os concursos não avançam. Falta investimento em material humano”, afirma. Outro ponto considerado grave por ela é o assédio moral dentro das instituições de segurança, especialmente contra mulheres. “O assédio foi institucionalizado. E existe um problema ainda mais grave: o assédio de segunda ordem. Quando o servidor denuncia, muitas vezes passa a sofrer novas perseguições justamente por ter denunciado”, afirma. Para Risi, reconhecer que o policial também precisa de cuidado é um passo indispensável para enfrentar o problema. “Por trás da farda existe um ser humano que precisa de cuidado. A segurança pública está abandonada, e esse abandono acaba adoecendo quem dedica a vida a proteger a população”, conclui. Fonte: O Tempo
Gabriel Pec, do Cruzeiro, pode perder a temporada? Médico explica tempo de recuperação

Nesta quinta-feira (23/7), o clube estrelado confirmou que o jogador precisará passar por cirurgia após a lesão sofrida na vitória sobre o Internacional A fratura na tíbia sofrida por Gabriel Pec na estreia pelo Cruzeiro deve deixar o atacante afastado dos gramados ao menos de três a quatro meses. Nesta quinta-feira (23/7), o clube estrelado confirmou que o jogador precisará passar por cirurgia após a lesão sofrida na vitória por 2 a 1 sobre o Internacional, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista a O TEMPO Sports, o cirurgião ortopedista Daniel Soares Baumfeld, professor do Departamento do Aparelho Locomotor da UFMG e ex-supervisor médico do Cruzeiro, explicou a gravidade da lesão de Gabriel Pec e como deve ser o processo de recuperação. “A tíbia é esse osso da canela, na parte da frente da perna. É o principal osso de sustentação do membro inferior. Então, quando esse osso quebra, a pessoa perde a capacidade de colocar carga na perna, principalmente um jogador, um atleta que realiza atividades muito intensas”, esclarece o cirurgião. Segundo o especialista, a força do impacto sofrido por Gabriel Pec após o carrinho do zagueiro Victor Gabriel foi determinante para provocar a fratura, e tudo indica que o atacante celeste sofreu uma fratura na porção distal da tíbia, na região próxima ao tornozelo. “Essa fratura pode acontecer na parte distal da tíbia, que é a região próxima ao tornozelo, e provavelmente foi aí que o Gabriel sofreu a lesão. Quando ele quebra, para conseguirmos cicatrizar na posição correta, já que sai do alinhamento ideal, precisamos fazer uma cirurgia para colocar esse osso novamente no lugar”, explica Daniel Baumfeld. Tratamento Segundo Baumfeld, a cirurgia de Gabriel Pec deve ser realizada com placas e parafusos para estabilizar a tíbia. Após o procedimento, o atacante também deve ficar em observação e utilizar antibióticos por um período maior em razão do corte na pele. “O Gabriel vai precisar passar por uma cirurgia para reconstruir o osso da canela, a tíbia, próximo à região do tornozelo. Isso pode ser feito com placas e parafusos para reposicionar o osso corretamente. Provavelmente, ele também ficará tomando antibiótico e em observação por um período um pouco maior por causa dessa ferida”, relata o cirurgião. O especialista explica que, em casos como esse, o uso de antibióticos também costuma ser prolongado. “Se for considerada uma lesão em que a pele foi rasgada até atingir o osso, o antibiótico pode durar mais tempo, algo em torno de uma semana a dez dias. Se o osso não tivesse sido acometido, o tratamento normalmente seria de um a três dias.” Gabriel Pec pode ficar fora do Cruzeiro na temporada Em relação ao retorno aos gramados, Baumfeld esclarece que o processo de cicatrização do osso é apenas a primeira etapa da recuperação. Após essa fase, o atleta ainda precisa recuperar força, mobilidade e desempenho esportivo. Por isso, o retorno de Gabriel Pec às competições pode levar entre quatro e seis meses, em um cenário otimista, o que torna improvável a volta do atacante ainda nesta temporada. “Para qualquer pessoa, o osso precisa de cerca de 40 dias para consolidar. Depois disso, normalmente dobramos esse tempo para que ele tenha capacidade de voltar a receber carga no local. Então, estamos falando de um período mínimo entre três e quatro meses de recuperação para uma fratura como essa”, detalha o professor do Departamento do Aparelho Locomotor da UFMG. Mesmo após a cicatrização óssea, o atacante ainda precisará superar outras fases até voltar a competir em alto nível. “O primeiro desafio é fazer com que esse osso cicatrize sem desenvolver uma infecção. Depois que o osso se consolidou e não houve infecção, o atleta precisa voltar a suportar peso e carga em uma região onde há cicatriz, placas e parafusos. Essa adaptação é muito individual e costuma levar em torno de 60 dias.” “O terceiro desafio é o que chamamos de reabilitação funcional. Primeiro, a cicatrização; depois, a capacidade de voltar a receber carga; terceiro, recuperar a performance. Esse é o último desafio e o que diferencia um atleta profissional de uma pessoa comum”, finaliza o cirurgião. Gabriel Pec no Cruzeiro Gabriel Pec foi anunciado oficialmente pelo Cruzeiro em 7 de julho de 2026. Para contratar o atacante de 25 anos, a Raposa desembolsou cerca de 12 milhões de dólares (aproximadamente R$ 60 milhões) ao Los Angeles Galaxy, dos Estados Unidos. O jogador assinou contrato por cinco temporadas, válido até junho de 2031, e recebeu a camisa 77. Após disputar um amistoso contra o Grêmio, Pec fez sua estreia oficial pelo Cruzeiro na quarta-feira (22/7), diante do Internacional, no Beira-Rio. Fonte: O Tempo
Secretaria de Educação publica edital para Certificação Ocupacional de Diretor Escolar

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo A Prefeitura de Córrego Fundo, por meio da Secretaria Municipal de Educação, publicou o Edital nº 1/2026, que regulamenta o Processo de Certificação Ocupacional para o cargo de Diretor das Instituições de Ensino Municipais. As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no período de 20 de julho a 7 de agosto de 2026, até as 17h. A prova objetiva está prevista para o dia 18 de agosto, das 19h às 21h. O edital completo, com os requisitos para participação, cronograma, conteúdo programático e demais orientações, está disponível no Portal Oficial da Prefeitura de Córrego Fundo. Fique atento aos prazos e consulte todas as informações antes de realizar sua inscrição.