Recapeamento Asfáltico

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga por meio da Secretaria de Obras e Trânsito informa que, na próxima quarta-feira, 29 de julho, será realizada a Etapa 1 do Recapeamento Asfáltico da Rua Lassance Cunha, no trecho compreendido entre o cruzamento com a Avenida Paulo de Brito e o cruzamento com a Rua João Pedrosa. Horário previsto da obra: das 8h às 15h. A intervenção tem como objetivo substituir o atual pavimento em paralelepípedo por revestimento asfáltico, proporcionando melhores condições de trafegabilidade, mais conforto e segurança para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Além disso, a obra contribuirá para a melhoria da mobilidade urbana e da infraestrutura viária do município.Durante a execução dos serviços, o trecho será devidamente sinalizado e poderá sofrer interdições temporárias, sendo necessária a adoção de desvios no trânsito. Pedimos, de forma especial, a colaboração dos moradores, comerciantes e demais usuários da via para que não deixem veículos estacionados no trecho da obra durante o período de execução dos serviços. A ausência de veículos estacionados é indispensável para que os trabalhos sejam realizados com segurança, agilidade e dentro do cronograma previsto, evitando interrupções e atrasos. Recomendamos também que, sempre que possível, os motoristas utilizem rotas alternativas e respeitem a sinalização temporária e as orientações das equipes responsáveis pela obra e pela organização do trânsito.Informamos ainda que, em razão das interdições necessárias para a execução da obra, algumas linhas do transporte público urbano poderão apresentar atrasos pontuais durante o período de realização dos serviços. Trata-se de uma situação excepcional, decorrente da logística operacional da intervenção, e as linhas voltarão à normalidade tão logo a via seja liberada. A Prefeitura de Formiga agradece a compreensão, a paciência e a colaboração de toda a população. Os transtornos serão temporários, mas os benefícios desta melhoria permanecerão por muitos anos, proporcionando mais segurança, conforto e qualidade na circulação de todos.
Reforma tributária impulsiona doações de imóveis a herdeiros

Fonte: Agência Brasil Famílias se antecipam para evitar novas regras de transmissão de bens A Reforma Tributária promulgada em dezembro de 2023 provocou um aumento no número de doações de imóveis em todo o país. Segundo o Colégio Notarial do Brasil (CNB), em 2025, foram registradas 185.861 escrituras públicas – um crescimento de 59% em comparação aos 116.225 atos formalizados em 2020. Para especialistas, a “corrida” aos cartórios e à plataforma digital do CNB, o e-notariado, reflete uma crescente busca das famílias para antecipar a transferência de patrimônio, antes da entrada em vigor das novas regras do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). O ITCMD é um imposto que os estados e o Distrito Federal cobram sobre a herança e a doação de bens ou direitos patrimoniais. Cada unidade federativa tem autonomia para definir seus próprios prazos e taxas. Com a gradual entrada em vigor da Reforma Tributária, quanto maior for o valor do bem maior será o percentual das alíquotas do ITCMD, podendo chegar ao máximo de 8%. A título de exemplo, no Distrito Federal, o governo distrital cobra uma alíquota progressiva de 4% a 6% para heranças e doações, independentemente do valor do patrimônio transmitido. Em São Paulo, há dois projetos de lei em discussão na Assembleia Legislativa: um que reduz a alíquota progressiva atualmente cobrada no estado, limitando-a ao máximo de 4%, e outro que institui o teto de 8%. Além disso, conforme o texto da Emenda nº 132/2023, que institui a Reforma Tributária, a base de cálculo do imposto passará a ser o valor de mercado do imóvel ou bem, e não mais seu valor patrimonial – geralmente, mais baixo. “A expectativa é que esse volume de doações continue crescendo e, portanto, também as lavraturas de escrituras”, declarou, em nota, o presidente do CNB, Eduardo Calais. Ainda segundo a entidade, que representa os mais de 9 mil notários e tabeliães do Brasil, o registro de escrituras públicas de doações de imóveis começou a aumentar já em 2020, antes mesmo da Reforma Tributária ser promulgada, mas se intensificou nos últimos anos, até atingir, em 2025, o maior número da série histórica. “Nos últimos meses, é nítido o aumento na procura de clientes que buscam antecipar sua sucessão patrimonial, seja por meio de doações diretas a descendentes, seja pela integralização de ativos em holdings familiares”, acrescentou, na mesma nota, Joanna Oliveira Rezende Barbosa, especialista em planejamento patrimonial. Para os especialistas, há muitas famílias acompanhando a movimentação legislativa nos estados e no Distrito Federal para decidir se antecipam as doações em vida, e como fazê-las. Até porque, conforme já estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mudanças na cobrança do imposto precisam ser previamente aprovadas e regulamentadas pelo poder local. Doações exigem cautela Por outro lado, o advogado Matheus Bertolo Piconez alerta que agir impulsivamente pode gerar uma série de problemas, inclusive familiares. Por exemplo: se os pais antecipam a doação para o(s) filho(s) do único imóvel que possuem, sem estabelecer seu direito de, enquanto vivos, continuarem morando ou se beneficiando da renda gerada pelo bem, passarão a depender da boa vontade do(s) herdeiro(s). “A antecipação faz sentido quando vem acompanhada de planejamento completo, não como uma corrida de última hora”, acrescentou o advogado. Piconez destaca a importância de o interessado também definir os termos gerais do acordo de transmissão do bem e verificar se dispõe dos recursos financeiros necessários para honrar despesas imediatas, já que a doação de um imóvel ou patrimônio não elimina a obrigação de pagar o ITCMD e outras despesas. Presidente da seção do Colégio Notarial do Brasil no Distrito Federal, Geraldo Felipe de Souto destaca que, além de poderem registrar as escrituras remotamente, por meio da plataforma e-notariado, é possível realizar o planejamento sucessório sem abrir mão do pleno controle patrimonial. Uma das opções mais adotadas para isto é a chamada doação com reserva de usufruto. “A Reforma Tributária trouxe urgência para conversas que muitas famílias ainda não tinham tido. Planejar a sucessão patrimonial deixou de ser algo para o futuro e passou a ser uma decisão do presente”, comentou Souto, garantindo que os cartórios de notas estão prontos para orientar cada família sobre as melhores alternativas para cada caso.
Ambev lança a Spaten Pro, cerveja sem álcool enriquecida com whey protein e colágeno

Nova aposta da Ambev no segmento de bem-estar traz estilo Munich Dunkel com 10 gramas de proteína por lata O mercado cervejeiro brasileiro acaba de receber um aceno direto aos adeptos da nutrição esportiva. A Ambev confirmou o lançamento da Spaten Pro. O rótulo apresenta uma versão escura e zero álcool do tradicional estilo alemão Munich Dunkel. O diferencial central repousa em sua composição. A bebida fornece 10 gramas de proteína por unidade. Essa carga nutricional é viabilizada pela adição estratégica de whey protein e colágeno. A formulação nasceu no Centro de Inovação e Tecnologia (CIT) da empresa, no Rio de Janeiro. Engenheiros de alimentos, médicos nutrólogos e mestres-cervejeiros trabalharam em conjunto. O desafio consistia em incorporar a suplementação sem comprometer a identidade da bebida. O resultado final preservou o perfil sensorial característico. O consumidor encontrará notas nítidas de malte tostado, cacau, baunilha e caramelo. Essa movimentação comercial acompanha uma mudança sistêmica de comportamento. O público passou a exigir alternativas compatíveis com rotinas ativas. Valdecir Duarte, mestre-cervejeiro e vice-presidente da cadeia de suprimentos da fabricante, delimita o foco da novidade. O executivo explica que a bebida foca em indivíduos que já utilizam suplementos no cotidiano. O objetivo é integrar a degustação aos momentos de autocuidado e recuperação muscular. O rótulo amplia uma divisão corporativa estruturada sobre demandas nutricionais específicas. Esse catálogo já opera com opções sem glúten, de baixo carboidrato ou fortificadas. Marcas como Stella Pure Gold e Corona Cero pavimentaram o terreno. Dani Waks, vice-presidente de marketing da companhia, ressalta a fluidez do bebedor moderno. As pessoas realizam escolhas distintas dependendo do horário ou do contexto social. A chegada oficial às prateleiras ocorrerá em setembro. O cronograma inicial de distribuição abastecerá os mercados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ainda não é certeza de quando chegará a Minas Gerais. Fonte: O Tempo
Prefeitura inicia Campanha de Vacinação Antirrábica para cães e gatos a partir de 3 de agosto

A Prefeitura, por meio do setor de Vigilância Ambiental em Saúde e Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, dará início à Campanha de Vacinação Antirrábica em cães e gatos no próximo dia 3 de agosto. A primeira etapa será realizada na zona rural, enquanto a imunização na área urbana está prevista para os dias 19 e 26 de setembro. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o cronograma de vacinação na zona rural será divulgado semanalmente pelo setor responsável. A administração ressalta que as datas podem sofrer alterações em razão de fatores naturais ou problemas logísticos que impeçam a execução do planejamento. A orientação é para que os moradores das comunidades atendidas em cada etapa preparem seus cães e gatos para a imunização na data prevista, garantindo assim o cumprimento do calendário da campanha dentro do prazo estabelecido pelo Ministério da Saúde. A vacina antirrábica é considerada a principal forma de prevenção contra a raiva, uma doença grave que pode afetar cães, gatos e seres humanos. Além de proteger os animais, a vacinação contribui para a segurança da população, pois a raiva é uma zoonose — doença transmissível dos animais para as pessoas. Para obter mais informações sobre a campanha, a população pode entrar em contato com o setor de Vigilância Ambiental em Saúde pelo telefone (37) 98417-1577. Com informações inicias Ultimasnoticias
Além da cura: a missão dos enfermeiros tratando pacientes paliativos

Profissionais acompanham sintomas, acolhem famílias e enfrentam o impacto emocional de cuidar de pessoas com doenças graves Durante a Páscoa, uma menina de 7 anos com leucemia em estágio terminal recebeu a visita do irmão mais velho. A criança, que vivia no interior de Pernambuco e estava acompanhada por uma equipe de cuidados paliativos, sabia que o agravamento da doença também afetava toda a família. Diante do irmão de 13 anos, ela fez um pedido: “Olha, tu tem que ser forte, corajoso, nada de ‘mufinisse’. O pai e a mãe vão precisar de tu. A mãe tá cansada, e eu volto já”. A lembrança permanece viva para a enfermeira Andrea Tavares, que atua no auxílio a pacientes em cuidados paliativos na agência Cuidare de Alphaville, em Pernambuco. Especialista em lesões e mestre em cirurgia e dor, ela acompanhou a família durante os momentos finais da criança. “Foi uma história marcante para todos nós. Foi a fé que a amparou. As coisas em que ela acreditava. E nós nos perguntávamos: ‘De onde vem tanta resiliência daquela criança?’. Desde então, eu vi outro significado na Páscoa”, recorda. Histórias como a da menina fazem parte da rotina de enfermeiros que cuidam de pessoas com doenças graves, progressivas ou que ameaçam a continuidade da vida. O trabalho envolve controlar sintomas, promover conforto, observar mudanças clínicas, orientar familiares e oferecer presença em momentos nos quais nem sempre existem palavras capazes de aliviar o sofrimento. Também exige preparo para lidar com a proximidade da morte sem reduzir o paciente à doença ou abandonar as possibilidades de cuidado. Cuidados paliativos não representam desistência Uma interpretação ainda comum é a de que os cuidados paliativos começam apenas quando os tratamentos deixam de funcionar ou nos últimos dias de vida. Na prática, a abordagem pode ser iniciada desde a identificação de uma doença grave e continuar junto a tratamentos destinados a controlar ou modificar a enfermidade. “Eles não significam que ‘não há mais nada a fazer’. Pelo contrário: sempre há muito o que cuidar”, afirma Caroline Freitas de Oliveira, enfermeira da Secretaria de Saúde do Distrito Federal e integrante da Comissão de Cuidados Paliativos do Hospital Regional de Ceilândia. Com 16 anos de experiência em oncologia e cuidados paliativos, Caroline explica que o objetivo é melhorar a qualidade de vida e prevenir ou aliviar o sofrimento. A assistência não se limita à dor e aos sintomas físicos – ela também considera necessidades emocionais, sociais, familiares e espirituais. A Política Nacional de Cuidados Paliativos estabelece que a assistência deve alcançar pessoas com condições de saúde que ameaçam a continuidade da vida, além de familiares e cuidadores. Entre os princípios estão o respeito à autonomia, a comunicação clara e empática, a atenção às necessidades físicas, emocionais, sociais e espirituais e a prevenção de intervenções que prolonguem artificialmente o processo de morrer. Uma pessoa não se torna elegível aos cuidados paliativos apenas por ter determinado diagnóstico. A equipe avalia a evolução da doença, os sintomas, a perda de autonomia, a frequência das internações, os impactos emocionais e a sobrecarga enfrentada pela família para verificar se o indivíduo se encaixa. Podem receber a assistência pacientes com câncer, demências, doenças neurológicas progressivas e insuficiências cardíacas, pulmonares, renais ou hepáticas, entre outras condições graves. O início dos cuidados paliativos também não obriga a suspensão de quimioterapia, antibióticos, transfusões, fisioterapia ou outros tratamentos. Cada medida é avaliada de acordo com o benefício esperado, os riscos envolvidos e os desejos do paciente. “Quando os cuidados paliativos são explicados adequadamente, o paciente percebe que não está sendo abandonado. Ele continua recebendo tratamento, mas com maior atenção ao conforto, à autonomia, às suas prioridades e à qualidade de vida”, esclarece Caroline. Quais casos podem se beneficiar dos cuidados paliativos? A enfermagem transforma o plano em cuidado diário Os cuidados paliativos são realizados por equipes que podem reunir médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e profissionais de assistência espiritual. A enfermagem ocupa uma posição central por acompanhar o paciente continuamente. Enquanto outros profissionais realizam avaliações e estabelecem condutas, enfermeiros e técnicos observam como o organismo responde ao tratamento ao longo do dia. “A equipe acompanha as mudanças clínicas cotidianas, identifica necessidades, avalia sintomas, implementa e reavalia os cuidados, acolhe os medos e auxilia na comunicação com os demais profissionais”, explica Caroline. O controle da dor, por exemplo, não se resume a perguntar se o paciente está sentindo algum incômodo. O enfermeiro investiga a intensidade, o local, as características, os fatores que aliviam ou agravam o sintoma e os impactos no sono, na alimentação e na mobilidade. Depois, administra os medicamentos prescritos, observa possíveis efeitos adversos e verifica se houve melhora. Quando a dor permanece, a equipe médica precisa ser avisada para que o tratamento seja revisto. O mesmo acompanhamento ocorre diante de falta de ar, fadiga, náuseas, ansiedade e outros sintomas. Além dos medicamentos, medidas simples podem melhorar o conforto. Na falta de ar, a enfermagem pode ajustar a posição do paciente, favorecer a circulação de ar e reduzir esforços. Diante da fadiga, ajuda a distribuir atividades e momentos de descanso. Em casos de náusea, observa odores, alimentos ou situações que podem agravar o mal-estar. “Na ansiedade, a escuta, a presença e a explicação clara do que está acontecendo podem trazer grande alívio”, destaca Caroline. O enfermeiro também pode identificar preocupações que ainda não foram compartilhadas com os demais profissionais ou com a própria família. Muitas vezes, é durante um banho, uma troca de curativo ou uma conversa no quarto que o paciente revela medo, culpa, dúvidas ou desejos relacionados ao tratamento. “A enfermagem funciona como um elo entre o paciente, a família e a equipe multiprofissional”, acrescenta. Pequenos gestos podem diminuir grandes sofrimentos Nem todas as necessidades aparecem em exames ou são resolvidas com medicamentos. Para Andrea, gestos aparentemente pequenos ganham outra dimensão quando uma pessoa está fragilizada. Segurar a mão, observar a temperatura da água do banho, esticar o lençol, diminuir os ruídos do quarto ou colocar a música preferida podem proporcionar
CadÚnico, Bolsa Família e BPC: novas regras adiam visitas domiciliares para famílias unipessoais

Fonte: Agência Brasil 61 Mudanças publicadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) alteram os procedimentos de atualização do Cadastro Único e garantem regras temporárias para beneficiários do Bolsa Família e do BPC O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) publicou novas regras para a atualização do Cadastro Único (CadÚnico), sistema que reúne informações das famílias de baixa renda e serve de base para programas sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). As mudanças adiam para 1º de julho de 2027 a obrigatoriedade das entrevistas domiciliares para famílias compostas por apenas uma pessoa e estabelecem novos procedimentos para inscrição e atualização cadastral. A alteração ocorre após a homologação, pela Justiça Federal, de um acordo firmado entre o MDS, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Defensoria Pública da União (DPU), no âmbito de uma ação que discutia a aplicação da Lei nº 15.077/2024 para famílias unipessoais. Com a decisão, até julho de 2027, a ausência do registro da entrevista domiciliar não poderá impedir a inscrição ou a atualização no CadÚnico, nem a concessão e a manutenção do BPC ou a permanência dessas famílias no Bolsa Família. O atendimento poderá continuar sendo realizado presencialmente nas unidades responsáveis pelo cadastro. A nova regulamentação também mantém a exigência de atualização cadastral em, no máximo, 24 meses, prazo necessário para garantir a concessão e a continuidade dos benefícios sociais vinculados ao Cadastro Único. Além disso, o cronograma e os procedimentos para esse processo deverão ser publicados pelos órgãos responsáveis até 31 de dezembro de 2026. As regras estabelecem ainda situações em que a visita domiciliar poderá ser dispensada, como nos casos de famílias residentes em áreas de violência, localidades de difícil acesso, municípios em situação de calamidade ou emergência, além de pessoas em situação de rua, indígenas, quilombolas e moradores de domicílios coletivos. Apesar das flexibilizações, a entrevista domiciliar continuará obrigatória para novas inclusões no Bolsa Família e para famílias que estejam em averiguação cadastral ou sob apuração de indícios de irregularidades. A decisão judicial também determina que o MDS e o INSS revisem normas internas para impedir que a ausência do registro da visita domiciliar provoque, de forma automática, o bloqueio ou a suspensão dos benefícios. Para a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a medida representa um avanço, ao reduzir a pressão sobre as administrações municipais e evitar o cancelamento imediato de benefícios em determinadas situações. No entanto, a entidade avalia que a solução é temporária, uma vez que a legislação que estabelece a atualização periódica do CadÚnico permanece em vigor e os municípios ainda enfrentam desafios operacionais e financeiros para cumprir todas as exigências. VEJA MAIS:
Carvão ativado pode salvar a vida de pets após intoxicação

Usado em emergências, o carvão ativado ajuda a conter venenos em pets, mas exige dosagem correta para evitar riscos à saúde O uso de carvão ativado em pets intoxicados funciona como uma barreira inicial para evitar que venenos e substâncias nocivas sejam absorvidos pelo organismo do animal. Os veterinários afirmam que a substância deve ser oferecida o mais rápido possível após a ingestão do agente nocivo, atuando para que o veneno não caia na corrente sanguínea. Após isso, o tutor deve imediatamente levar o pet a um veterinário. Entenda Efeito esponja no estômago dos pets O produto não é absorvido pelo corpo do animal. Em vez disso, sua estrutura porosa e sua carga elétrica atraem e prendem as toxinas antes que o organismo as absorva. Manuela Sena, médica veterinária, explica que “o carvão ativado funciona como uma esponja no trato gastrointestinal”, retendo o veneno presente no órgão até que seja eliminado pelas fezes. Sua eficiência está ligada à rapidez do socorro e ao tipo de contaminação. Se o tóxico for absorvido pela pele, o produto não terá utilidade, sendo indicado para substâncias ingeridas pela boca. A especialista destaca que o carvão ativado perde totalmente a utilidade assim que a toxina é absorvida pelo corpo. Por não existir um limite de tempo exato para a aplicação, o sucesso depende da velocidade de absorção do pet, que varia conforme a idade, o funcionamento do intestino e se o estômago estava cheio ou vazio no momento do acidente. Administrado logo após a ingestão de toxinas, o carvão ativado impede que o organismo do pet absorva substâncias nocivas Opções do mercado, dosagem e riscos A versão em pó diluída é considerada a mais segura por ser pura. Já as opções prontas em pasta ou géis que contêm laxantes na fórmula podem provocar diarreias, desidratação e perda de eletrólitos no animal envenenado. “Formulações com laxantes podem, muitas vezes, provocar diarreias e até levar à desidratação ou desequilíbrio eletrolítico”, explica a especialista. A dosagem correta é o ponto crucial para a segurança do paciente. O uso descuidado do carvão ativado em quantidades exageradas pode causar obstrução intestinal, enquanto o aparecimento de fezes escuras após o uso é uma reação natural de eliminação. Outro ponto de atenção ocorre quando o pet precisa tomar outros remédios. Como a substância puxa tudo ao seu redor, ela impede a absorção de medicamentos e nutrientes, exigindo um intervalo de duas a três horas entre as doses. Casos de contraindicação e socorro seguro para o seu pet O socorro em casa é totalmente contraindicado se o animal estiver desacordado, anestesiado ou sofrendo crises convulsivas. Dar medicação oral nesses quadros traz risco sério de o líquido ir para os pulmões, provocando pneumonia por aspiração. A professora do curso de medicina veterinária do Centro Universitário do Distrito Federal (UDS) orienta que o produto serve para ganhar tempo, mas jamais substitui a consulta na clínica. Diante de suspeita de envenenamento, a orientação é buscar atendimento médico imediatamente para a realização de procedimentos como a lavagem gástrica. Fonte: Metrópoles
Sucessor direto do lendário F1, McLaren W1 estreia com apenas 399 unidades e quase 1.300 cv

Novo V8 foi desenvolvido do zero para reduzir peso e suportar rotações elevadas Mais de três décadas separam o lançamento do McLaren F1 da apresentação do novo W1, mas ambos compartilham a mesma missão: representar o estado da arte da engenharia da fabricante britânica. Revelado como sucessor espiritual do P1, o novo hipercarro reúne soluções desenvolvidas nas pistas e inaugura uma nova geração de modelos eletrificados de alto desempenho da McLaren. A escolha do nome não é por acaso. O F1, lançado em 1992 e projetado por Gordon Murray, tornou-se referência entre os superesportivos ao combinar construção em fibra de carbono, posição de condução central e um motor V12 aspirado de origem BMW. Além de estabelecer recordes de velocidade para um automóvel de produção, também venceu as 24 Horas de Le Mans na estreia, consolidando uma reputação que permanece até hoje. Duas décadas depois, a McLaren apresentou o P1. O modelo marcou a entrada da marca na era da eletrificação ao combinar um motor V8 biturbo com um propulsor elétrico, formando um conjunto híbrido de alto desempenho. O objetivo não era apenas aumentar a potência, mas utilizar a assistência elétrica para melhorar aceleração, resposta ao acelerador e eficiência dinâmica. O P1 passou a integrar o grupo conhecido como “Santíssima Trindade dos hipercarros”, ao lado do Ferrari LaFerrari e do Porsche 918 Spyder. Agora, o W1 assume o posto de novo integrante dessa linhagem. Seu sistema híbrido combina um inédito motor V8 biturbo de 4 litros, denominado MHP-8, com um motor elétrico integrado à transmissão de dupla embreagem de oito marchas. O conjunto entrega 1.275 cv e 136 kgfm de torque, números que fazem do W1 o automóvel de rua mais potente já produzido pela McLaren. Segundo a fabricante, o novo V8 foi desenvolvido do zero para reduzir peso e suportar rotações elevadas, enquanto o sistema híbrido privilegia desempenho em vez de autonomia elétrica. A bateria possui capacidade reduzida em comparação aos híbridos plug-in convencionais, refletindo a prioridade em oferecer menor massa e respostas mais rápidas durante a condução. Outro destaque está na aerodinâmica ativa. O W1 incorpora um conjunto de asas móveis e dispositivos capazes de alterar significativamente o fluxo de ar conforme a velocidade e o modo de condução. Em configuração voltada para pista, o aerofólio traseiro se eleva e avança, trabalhando em conjunto com difusores e elementos ativos para gerar até 1.000 quilos de carga aerodinâmica, aproximando seu comportamento ao de um protótipo de competição. A estrutura utiliza um novo monocoque de fibra de carbono denominado Aerocell, desenvolvido para integrar soluções aerodinâmicas diretamente ao chassi. O resultado é um veículo com peso de 1.399 quilos em ordem de marcha, valor baixo para um hipercarro híbrido dessa potência. A produção será limitada a 399 unidades, todas já comercializadas antes mesmo do início das entregas. Assim como ocorreu com o F1 e o P1, o W1 chega para ser um carro mitológico e praticamente inacessível. Um fruto à devoção! Fonte: Hojeemdia
Artesãos e produtores de Córrego Fundo participam de feira na ALMG

Fonte e fotos Prefeitura de córrego Fundo A Associação dos Artesãos e Produtores Caseiros de Córrego Fundo e a Cooperativa dos Produtores de Cachaça de Alambique da Região Calcária de Minas Gerais (Coopercalc) participaram, no dia 2 de julho, de mais uma edição da feira promovida na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em Belo Horizonte. A iniciativa contou com o apoio da Prefeitura de Córrego Fundo, por meio do Departamento de Agricultura, em parceria com a Emater. Segundo o técnico da Emater no município, Marcos Roberto de Souza, foram disponibilizados dois estandes para a exposição e comercialização dos produtos de Córrego Fundo. Durante a feira, os visitantes puderam adquirir doces, fubás, farinhas, artesanato, tapetes, cachaças e outros produtos elaborados por produtores e artesãos locais. Marcos destaca que a participação em feiras amplia as oportunidades de comercialização e gera benefícios para o município. “Além de representar uma fonte de renda para os produtores, a venda dos produtos fortalece a economia local, já que os recursos obtidos retornam para Córrego Fundo e passam a circular no comércio do município”, afirmou. A supervisora do Departamento de Agricultura, Bruna Eliza da Silveira, ressaltou que a Prefeitura disponibilizou o transporte para os participantes e destacou o reconhecimento que os produtos locais vêm conquistando. Segundo ela, a qualidade dos itens produzidos em Córrego Fundo tem resultado em convites frequentes para participação em feiras e eventos em diferentes municípios. A participação na feira integra as ações de incentivo ao empreendedorismo rural e ao fortalecimento da agricultura familiar, promovidas pela Prefeitura de Córrego Fundo, em parceria com a Emater, ampliando a divulgação dos produtos locais e criando novas oportunidades de geração de renda para os produtores e artesãos do município.
Prefeitura inicia aulas gratuitas de Karatê Tradicional de Okinawa no CEU das Artes

Fonte: Prefeitura de Formiga A Prefeitura de Formiga, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano, realizou, na última quinta-feira, 23 de julho, a aula inaugural de Karatê Tradicional de Okinawa, marcando o início de mais uma atividade esportiva e formativa oferecida à população no CEU das Artes. O projeto atenderá crianças, adolescentes, jovens e adultos, proporcionando um espaço de aprendizado que vai além da prática esportiva, fortalecendo valores como disciplina, respeito, autocontrole, perseverança e convivência. As aulas serão realizadas às terças e quintas-feiras, com turmas para crianças de 8 a 13 anos e para participantes com 14 anos ou mais, ampliando o acesso da comunidade a atividades que promovem qualidade de vida, inclusão e desenvolvimento humano. A iniciativa reforça o compromisso da Administração Municipal com a ampliação do acesso ao esporte, à cultura e às oportunidades para toda a população.