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Conheça a Cachaça do Mudo e uma tradição de quatro gerações

Bebida nasceu das mãos de Antônio Lopes de Lima, o “Mudo”, um homem surdo-mudo que trocou a produção de rapadura pela cachaça ainda na adolescência. Agora, filhos e netos tocam o alambique em Itapecerica que já exportou até para a Suíça. Existem histórias que começam pequenas, quase como uma tentativa de sobrevivência, e acabam atravessando gerações e fronteiras. Em Itapecerica, uma delas nasceu entre o canavial e o trabalho na roça pelas mãos de Antônio Lopes de Lima, o “Mudo”, e se transformou em uma tradição familiar que já chega à quarta geração. O que começou como uma produção artesanal, movida a roda d’água e transportada em carro de boi, ganhou escala ao longo de oito décadas, conquistou consumidores em Minas e em outros estados brasileiros e foi exportada. Existem histórias que começam pequenas, quase como uma tentativa de sobrevivência, e acabam atravessando gerações e fronteiras. Em Itapecerica, uma delas nasceu entre o canavial e o trabalho na roça pelas mãos de Antônio Lopes de Lima, o “Mudo”, e se transformou em uma tradição familiar que já chega à quarta geração. O que começou como uma produção artesanal, movida a roda d’água e transportada em carro de boi, ganhou escala ao longo de oito décadas, conquistou consumidores em Minas e em outros estados brasileiros e foi exportada. Esta é a terceira reportagem da série especial “Itapecerica: Sabores, Sons e Memórias”, que o g1 apresenta todos os domingos. Em cada capítulo, diferentes aspectos da história, da cultura e das tradições que ajudam a contar a identidade do município, e, desta vez, o protagonismo é da bebida que carrega, ao mesmo tempo, um registro oficial e um apelido que virou memória popular. Antes da cachaça, veio a rapadura A colheita da cana de açúcar é a primeira etapa para a produção da bebida – Itapecerica — Foto: Cachaça Caipira/Divulgação A história da Cachaça Caipira começou, na verdade, antes mesmo da primeira garrafa. Em 1946, Antônio Lopes de Lima começou a produzir rapadura com a ajuda e a influência do pai, Joaquim Lopes de Lima, o Quincote. Surdo e mudo, os filhos contam que Antônio era habilidoso e inteligente, mas enfrentava desafios para construir o próprio caminho. E foi na rapadura que a família encontrou o primeiro produto. A produção seguiu por esse caminho durante alguns anos, até que o cenário do comércio começou a mudar. Em 1953, aos 16 anos, Antônio percebeu que a venda da rapadura estava caindo diante da chegada do açúcar ao comércio. Em vez de insistir em um mercado que começava a perder espaço, ele decidiu mudar de atividade e passou a produzir cachaça, uma decisão que definiu o futuro de toda a família. O apelido que virou identidade Antônio Lopes de Lima ficou conhecido como “Mudo”, apelido inicialmente associado à sua condição que, com o tempo, acabou incorporado à história da bebida produzida. A primeira denominação atribuída ao produto foi “Finíssima Cachaça Caipira” e, mais tarde, a bebida passou a ser registrada oficialmente como Cachaça Caipira. Entre os consumidores, os moradores e as pessoas que conheciam a história do produtor, porém, o nome “Mudo” permaneceu, dando origem a uma dupla identidade que acompanha a marca até hoje: Cachaça Caipira, oficialmente, e Cachaça do Mudo, na memória de muita gente. Talvez não exista maneira melhor de resumir a relação entre o homem e o produto do que essa. A bebida passou a carregar o nome pelo qual o próprio produtor ficou conhecido. Uma produção movida pela água Mina que alimentava a roda d´água existe até hoje no alambique em Itapecerica — Foto: Anna Lúcia Silva/g1 Quem toca o negócio atualmente são os filhos e netos de Antônio Lopes, que lembram que os primeiros anos do negócio estavam muito distantes da realidade atual. “Não tinha energia elétrica onde funcionava o engenho, e a produção dependia de uma roda d’água, por isso a capacidade ficava perto dos 40 litros de cachaça por dia. O trabalho começava na cana e terminava nas garrafas que iam para as estradas de terra até chegar aos consumidores. E até o transporte fazia parte da dificuldade, porque a cana e a cachaça eram levadas em carro de boi para povoados e comunidades da região, entre elas Lagoa, Lameus e Sabarazinho”, contou a esposa de Antônio Lopes, Ercília Maria de Lima. Era um negócio pequeno, artesanal e completamente dependente da mão de obra da família, mas foi justamente ali que começou a reputação da Cachaça Caipira. Quando a eletricidade chegou ao alambique O negócio cresceu junto com as transformações tecnológicas que chegaram ao campo. Em 1963, com a ajuda dos filhos, de vizinhos e de outras pessoas da comunidade, a energia elétrica finalmente chegou ao alambique, abrindo caminho para novas possibilidades. Dois anos depois, em 1965, Antônio, com o apoio da esposa, dona Ercília, comprou um motor a diesel para o engenho, investimento que transformou a capacidade produtiva: a produção, que antes era de aproximadamente 40 litros por dia, passou para cerca de 160 litros de cachaça diariamente. A roda d’água ficava para trás, e a família entrava em uma nova fase. Uma família inteira dentro do negócio Senhor Antônio Lopes, o Mudo e a esposa Dona Ercília Maria Lima – Itapecerica — Foto: Anna Lúcia Silva/g1 A história da Cachaça Caipira nunca foi apenas a história de Antônio. Em 1963, ele se casou com Ercília Maria de Lima, e juntos tiveram cinco filhos: Guilherme, Guido, Paulo, Maria Rita e Inêzilia. A família foi crescendo ao mesmo tempo em que o negócio também se desenvolvia, e os filhos passaram a participar da rotina do alambique, ajudando na construção de uma atividade que deixou de depender apenas das mãos de Antônio. A produção se tornou uma espécie de patrimônio familiar, em que o trabalho de uma geração passou a ser o aprendizado da geração seguinte, um processo que continua até hoje. O segredo está na continuidade Em um mercado em que empresas mudam de mãos, marcas desaparecem e produtos tradicionais são substituídos por novas opções, a

AtlasIntel: reeleição de Lula volta a dar mais medo que Flávio eleito

Após dois meses, petista reaparece à frente do senador em pesquisa sobre o cenário que causa mais preocupação a partir da eleição deste ano A reeleição de Lula voltou a causar mais medo do que a eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo pesquisa AtlasIntel divulgada nesta segunda-feira, 31. São 46,4% os que manifestaram mais preocupação com o petista e 45,5% os que se disseram com mais medo do filho 01 de Jair Bolsonaro. Ambos preocupam igualmente 7,9%. O cenário é de empate técnico, já que a pesquisa, feita de 25 a 30 de agosto com 5.014 eleitores, tem margem de erro de um ponto percentual, mas Lula não aparecia na frente desde junho. Passou o desgaste? Flávio passou pelo desgaste do escândalo do Banco Master após a revelação de seu pedido de dinheiro para Daniel Vorcaro, que patrocinou o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente. O áudio em que o senador pede dinheiro foi divulgado em maio. Até abril, Lula assustava mais (47,3% a 45,4%). Em junho, a pesquisa mostrou Flávio assustando 48,4% do eleitorado, contra 42,4% do petista. A distância se encurtou em julho e o cenário mudou na pesquisa de agosto. Agora, quem enfrenta desgaste é Lula, com as investigações sobre suspeitas de tráfico de influência de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Leia mais: Brilha uma estrelinha Lulinha A pesquisa AtlasIntel indica que 67,2% dos consultados dizem ter acompanhado o caso Lulinha “de perto”, e que apenas 3,4% não tinham conhecimento — outros 29,5% disseram ter ouvido falar sobre o assunto, mas saber apenas “poucos detalhes”. Para 52,6%, Lulinha de fato “tentou influenciar decisões do governo para beneficiar esses empresários” mencionados na pergunta da pesquisa. Outros 26,3% responderam “não”. A maioria de 55,1% disse que as investigações afetam diretamente o governo Lula, e apenas 37,9% consideram que esse é um problema pessoal de Lulinha. Para 43,4%, a história de Lulinha “piora muito” a imagem do governo Lula, e 17,3% acham que “piora um pouco”. Do outro lado, estão 37,4% que acham que o caso “não afeta” o governo, e 1,9% que acreditam que a investigação “melhora” a imagem do governo Lula Sobre a candidatura de Lula à reeleição, há uma divisão maior: 36% acham que o caso Lulinha não prejudica, 34,8% acreditam que prejudica muito e 24,6% acham que prejudica um pouco. Fonte: O Antagonista

Alerta amarelo para vendaval atinge cidades de MG; saiba quais

Comunicado prevê ventos de até 60 km/h nesta segunda-feira O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou um alerta amarelo para risco de vendaval nos estados das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país nesta segunda-feira (31/8). Na rota do alerta estão 39 cidades mineiras. O alerta, segundo o Inmet, vale das 10h às 23h59 desta segunda-feira. Conforme o instituto, o vento deve variar entre 40 km/h e 60 km/h. Nessas condições, é baixo o risco de queda de galhos de árvores. O Inmet recomenda que, em caso de rajadas de vento, a população não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Veja as cidades mineiras em alerta: Água CompridaAraguariCampina VerdeCampo FloridoCanápolisCarneirinhoCascalho RicoCentralinaComendador GomesConceição das AlagoasConquistaDeltaEstrela do SulFronteiraFrutalGurinhatãIndianópolisIraí de MinasItapagipeItuiutabaIturamaLimeira do OesteMonte Alegre de MinasNova PontePedrinópolisPerdizesPirajubaPlanuraPrataRomariaSacramentoSanta JulianaSanta VitóriaSão Francisco de SalesTupaciguaraUberabaUberlândiaUnião de MinasVeríssimo O Tempo

Receita paga nesta segunda último lote de restituição do IR 2026

Fonte: Agência Brasil Cerca de 521,9 mil contribuintes receberão R$ 1,2 bilhão Cerca de 500 mil contribuintes recebem, nesta segunda-feira (31), o quarto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2026. Ao longo do dia, a Receita Federal liberará R$ 1,24 bilhão a 521.935 pessoas. O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores. A consulta está disponível desde o último dia 24, na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Do R$ 1,24 bilhão desse lote, R$ 704,12 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso. As restituições estão distribuídas da seguinte forma: Menos lotes Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituições da declaração, com pagamentos no fim de maio, de junho, de julho e de agosto. Os dois primeiros lotes de 2026, de maio e de junho, representaram 80% das restituições previstas para serem pagas este ano, tanto em valores quanto em número de contribuintes. Segundo o Fisco, a agilidade no processamento das declarações e no avanço das ferramentas de modernização e automação permitiram a concentração dos pagamentos nos dois primeiros lotes. Pagamento O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes. Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

Coligação de Lula pede cassação da chapa de Flávio na justiça por abuso de poder econômico

De acordo com a Coligação o candidato utilizou a estrutura privada da Festa do Peão em Barretos para benefício próprio BRASÍLIA – A coligação “Brasil Pronto Para Mais”, formada por sete partidos, incluindo o Partido dos Trabalhadores (PT), entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a inelegibilidade do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), além de toda a sua chapa.  Segundo a campanha do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), ligada à coligação, o adversário teria se apropriado da Festa do Peão de Barretos de 2026 para fins eleitorais. A coligação “Brasil Pronto Para Mais” pede, portanto, a cassação da chapa presidencial de Flávio, que inclui também seu vice, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL). Ela também solicita que ambos fiquem inelegíveis por um período de oito anos.  No dia 22 de agosto, tanto Flávio quanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), discursaram no palco da Festa do Peão, um evento privado realizado na cidade de Barretos (SP), supostamente utilizando a estrutura da festividade para fins eleitorais.  De acordo com a ação protocolada, “o que se viu na (…) 71ª edição da Festa do Peão de Barretos, não foi a presença protocolar de uma autoridade em festa tradicional, mas a apropriação de um espetáculo alheio, construído e pago por pessoas jurídicas, com apoio da organização do evento (…), em evidente abuso de poder econômico”.  Na noite do discurso, haviam cerca de 60 mil pessoas na Festa. Ainda no documento apresentado pela coligação, consta que a edição de 2025 do evento movimentou R$ 600 milhões apenas diretamente, com presença de quase 1 milhão de pessoas em 11 dias de programação. Dessa forma, os advogados da campanha de Lula dizem que, na realidade, as festividades em Barretos teriam sido um “showmício disfarçado”. A prática, que consiste em misturar um comício tradicional com apresentações artísticas ou shows musicais na intenção de atrair um grande público, é vedada pela justiça eleitoral.  Discurso na Festa do Peão Flávio Bolsonaro foi apresentado, na Festa do Peão, por Tarcísio de Freitas, que afirmou, em sua fala, que o candidato ao Planalto era “o cara que vai fazer a diferença”, e o “herdeiro do projeto” de Jair Bolsonaro (PL).  Já o discurso do senador, em si, foi curto: durou menos de três minutos. Sem mencionar o presidente Lula, Flávio disse que o agronegócio brasileiro tem sofrido muitos ataques, mas que será resgatado caso ele seja eleito. “Todos nós que acreditamos em Deus, sabemos que o agro é o coração desse Brasil, que bombeia alimento para todo o mundo. Ultimamente, o nosso agro tem sido muito atacado. Tem ficado quase doente, mas nós não vamos abaixar a cabeça. Vamos resgatar o nosso agro. O agro vai voltar a ser o grande orgulho mundial”, defendeu.  Ainda no discurso, Flávio Bolsonaro afirmou que, em 2027, voltará à Festa do Peão, mas dessa vez, acompanhado de seu pai. “Eu queria muito que o presidente (Jair) Bolsonaro estivesse aqui, mas ano que vem ele volta comigo aqui como presidente, se Deus quiser”.  O pai do senador, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) está em prisão domiciliar, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, organização criminosa, entre outros crimes. Antes disso, porém, o ex-presidente esteve presente em duas edições da Festa do Peão.  Fonte: O Tempo

Mega-Sena não tem acertador e prêmio sobe para R$ 36 milhões

Fonte: Agência Brasil 35 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 55.635,04 cada Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.051 da Mega-Sena, realizado neste domingo (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 36 milhões para o próximo sorteio. Os números sorteados são: 11 – 15 – 20 – 21 – 38 – 48 Apostas O próximo concurso será na terça-feira (1º). As apostas podem ser feitas em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Confiança do comércio recua 0,6% em agosto

Fonte: Agência Brasil 61 Índice da CNC cai para 101,3 pontos, menor nível desde novembro de 2025; avaliação das condições atuais pressionou o resultado O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 0,6% em agosto, já descontados os efeitos sazonais, e atingiu 101,3 pontos, o menor nível desde novembro de 2025. Na comparação com agosto do ano passado, o indicador registrou queda de 0,7%, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A redução mensal foi influenciada principalmente pela avaliação das condições atuais, que recuou 2,5%. A percepção sobre o setor caiu 3,2%, enquanto a avaliação da própria empresa teve retração de 2,1%. Em sentido contrário, as expectativas avançaram 0,4%, com alta de 1,1% nas perspectivas para a economia e de 0,3% para o setor. Entre os segmentos, a confiança caiu 0,8% entre supermercados, farmácias e lojas de cosméticos, 0,5% no comércio de bens duráveis e 0,2% no segmento de roupas, calçados, tecidos e acessórios. Apesar da queda na confiança, a intenção de contratação de funcionários cresceu 0,6% no mês e 1,5% em relação a agosto de 2025. Já o indicador geral de intenções de investimentos apresentou redução mensal de 0,3%, mas ficou 0,1% acima do registrado há um ano. Acesse a pesquisa completa do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) aqui.   VEJA MAIS:

Vendas de ingressos refletem o sucesso da Expo Formiga

Por : Oesteinfoco Foto: Divulgação A reta final de um grande projeto é sempre marcada por uma combinação de expectativa e confirmação de que o trabalho está no caminho certo. Com a Expo Formiga 2026 se aproximando, a contagem regressiva para os dias 10 a 13 de setembro já começou, e os números de vendas de ingressos refletem o sucesso dessa mobilização. Estamos cada vez mais perto de viver dias que prometem ficar na memória. E se você ainda não garantiu o seu ingresso, essa é a hora! O engajamento do público, no entanto, não se mede apenas pelos bilhetes vendidos. A adesão antecipada demonstra confiança na programação e valida o esforço de toda a equipe envolvida. Cada setor, cada parceria e cada detalhe logístico foram cuidadosamente planejados para oferecer uma experiência completa. A expectativa em torno do evento é o reflexo direto de um trabalho consistente, que une inovação, cultura e oportunidades de negócio em um só lugar. Nesse cenário, a conclusão é clara: os preparativos estão finalizados e o ambiente é de sucesso. A alta procura por ingressos não apenas comprova a relevância da Expo Formiga, mas também sinaliza que o público reconhece o valor do que será apresentado. Para os visitantes, é a chance de participar de um evento que reúne tendências, networking e entretenimento de alto nível. Portanto, garanta seu ingresso e faça parte dessa história. A Expo Formiga 2026 será um marco, e você está convidado a viver cada momento ao nosso lado. Nos vemos lá, de 10 a 13 de setembro.

Luciane Saporetti leva seu livro “Terapia em Palavras: refletir, sentir, florescer” à 28ª Bienal de São Paulo em noite de autógrafos da @cervus.doc Editora.

A psicóloga e escritora Luciane Saporetti participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo no dia 4 de setembro, às 19h, no Espaço Leia Mais, com o apoio da @cervus.doc Editora, a qual pertence à Márcia Palhares, que também é formiguense e trabalha com edições de livros e publicações científicas. A convite da @cervus.doc Editora a psicóloga e escritora Luciane Saporetti estará na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no dia 4 de setembro de 2026, às 19h, para uma noite especial de autógrafos no Espaço Leia Mais. Na ocasião, a autora apresentará ao público seu livro “Terapia em Palavras: refletir, sentir, florescer”, obra que convida o leitor a percorrer um caminho de autoconhecimento, reflexão e cuidado emocional.Com uma trajetória dedicada à psicologia e à promoção da saúde emocional, Luciane Saporetti encontrou na literatura uma forma de ampliar o diálogo sobre sentimentos, comportamentos, relacionamentos e os desafios da vida contemporânea.Em Terapia em Palavras, a autora transforma experiências e reflexões em palavras que acolhem, provocam e estimulam o leitor a olhar para si com mais atenção e gentileza. O livro propõe uma leitura que vai além do entretenimento: é um convite à pausa, à reflexão e à possibilidade de ressignificar experiências.A presença na Bienal de São Paulo representa um momento significativo na trajetória de Luciane e da @cervus.doc Editora. Participar de um dos maiores eventos literários do país e encontrar leitores para compartilhar sua obra é, para a autora, uma oportunidade de aproximar ainda mais a literatura daquilo que considera essencial em sua atuação profissional: cuidar do ser humano em sua dimensão emocional. Uma terapia que começa pelas palavrasO próprio título da obra sintetiza a proposta da autora: “Terapia em Palavras: refletir, sentir, florescer”. Por meio de textos que dialogam diretamente com as emoções e com as experiências cotidianas, Luciane busca despertar no leitor questionamentos e reflexões capazes de contribuir para uma relação mais consciente consigo mesmo e com o outro.A obra percorre temas relacionados ao sentir, ao viver, às escolhas, às relações e à necessidade de reconhecer a própria história, sempre valorizando a possibilidade de transformação. “Existem palavras que chegam como um abraço, outras que provocam uma reflexão e algumas que nos fazem enxergar aquilo que precisávamos compreender. Escrever ‘Terapia em Palavras’ foi uma forma de transformar reflexões em encontros com o leitor. Estar na Bienal de São Paulo, autografando o livro e conhecendo pessoas que se identificam com essa proposta, será um momento muito especial para mim.” Noite de autógrafosÉ com grande satisfação que a @cervus.doc Editora leva uma de suas autoras para o maior evento literário da América Latina. Por meio de uma parceria com o Espaço Leia Mais, Luciane Saporetti fará uma noite de autógrafos de Terapia em Palavras: refletir, sentir, florescer, recebendo leitores e convidados para conversar sobre a obra, sua inspiração e a relação entre a literatura e saúde emocional.A participação da autora na Bienal reforça a importância de iniciativas que aproximam literatura, psicologia e desenvolvimento humano, criando espaços para que o leitor não apenas leia, mas também se reconheça nas palavras.Se você quiser publicar seu livro, suas memórias, seus contos, poesias, crônicas e algo mais, entre em contato com a @cervus.doc Editora pelo whatsapp: 34991222528, fale com a editora Márcia Palhares. Informações : Luciane Saporetti

Psicóloga de Córrego Fundo participa de Fórum Municipal de Saúde Mental

Fonte: Prefeitura de Córrego Fundo A psicóloga Morgana Cristhianne Aparecida Lima, da Secretaria Municipal de Saúde de Córrego Fundo, participou do Fórum Municipal de Saúde Mental, promovido pela Secretaria Municipal de Saúde de Formiga, por meio da Coordenação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). O encontro teve como tema “Abordagem do Paciente Suicida em Diferentes Cenários” e reuniu profissionais de diferentes áreas para discutir estratégias de acolhimento, avaliação de risco e encaminhamento adequado diante de situações envolvendo pessoas em sofrimento psíquico e risco de suicídio. A programação contou com palestra da psicóloga Dra. Regiane Pereira Miguel Gomes, que abordou a atuação dos profissionais de acordo com os diferentes cenários de atendimento e a importância de uma abordagem qualificada diante de situações de risco. Também foram discutidas as responsabilidades e possibilidades de atuação de profissionais que integram diferentes pontos da rede, incluindo UBS, UPA, CAPS, Educação, Segurança Pública, SAMU e Corpo de Bombeiros, destacando a necessidade de articulação entre os serviços. A participação de Morgana Cristhianne Aparecida Lima representa a presença de Córrego Fundo nas discussões sobre saúde mental e contribui para a atualização e troca de experiências entre profissionais que atuam na área.